“Os homens distinguem-se entre si também neste caso: alguns primeiro pensam, depois falam e, em seguida, agem; outros, ao contrário, primeiro falam, depois agem e, por fim, pensam.”
São palavras do escritor russo Leon Tolstói (1888-1935). Foram escolhidas para iniciar este nosso encontro para nos motivar, nem que seja uma única vez, pensarmos em nós mesmos. Independente do tempo que levarmos com essa “interiorização”.
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Vídeo reproduzido do youtube, mediante autorização compartilhada.
Começo este nosso encontro perguntando para você: – Quem é o mestre da sua vida, em todos os momentos da nossa existência? Muitos de nós cohecemos pessoas que não escutam ninguem, apenas a “si mesmo”. Como acredito os seus mundos devem ser pequenos, principalmente em termos de descobertas. Mas cada um de nós somos seres únicos, criamos as nossas realidades, e devemos respeitar todos em nossas inteirações. A verdade é que em termos natureza humana, ninguém é mais que ninguém. Todos nós temos liberdades de escolhas, e assim modelamos o nosso “existir”, muitas vezes também os nossos “destinos”. O problema é que nem sempre acertamos em nossa opções, porque ficamos condicionados às imprevisibilidades do desconhecido. Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores, pela primeira vez termino o nosso encontro com um vídeo que considero ser merecedor da sua atenção. Vejam:
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Vídeo reproduzido do youtube, mediante autorização compartilhada.
“Tudo o que chega é por alguma razão.”
São palavras de Fernando Pessoa (1888-1935). Sempre acreditei que pelo nosso merecimento, favorecemos o que desejamos alcançar. Mas será preciso “saber esperar” porque, em nossas vidas, tudo acontece quando tiver que acontecer. Não bastam apenas os nossos anseios de realizações. Também será preciso favorecer a realização do que desejamos. O “saber esperar” é condição comportamental, que subjetivamente valoriza as nossas conquistas.
Pensem nisso!
Notas:
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2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
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Prestem atenção nestas palavras do Prof.- Me. Carlos Eduardo Xavier, da cidade de Sorocaba, em São Paulo:
– “São Francisco não foi um filósofo e tampouco um teólogo no seu tempo. Foi antes um mestre da espiritualidade e da arte do bem-viver. Nesse sentido, inspirou muitas pessoas a reencotrarem um caminho de vida e realização inspirados no Evangelho de Jesus. Inspirou também os filósofos e teólogos do seu tempo e os de hoje a construírem um conhecimento alicerçado na sabedoria e numa visão plena e integrada com o Criador (Meu Deus e meu Tudo) e com toda a criação como vemos no seu Cântico das Criaturas. Por isso ele é, ainda hoje, para todos nós uma inspiração para criar e viver uma autêntica ecoteologia que nos ensina a ver Deus em cada criatura e a reverenciar sua presença em toda Criação!
Pensem nisso!
Notas:
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4. A mensagem acima foi reproduzia da folinha [do dia de ontem] do Calendário “Coração de Jesus – Abençoai este Lar”.
“Dou valor as coisas não por aquilo que valem, mas por aquilo que significam.”
São de Gabriel García Marquez (1927-2014). Foi a melhor explicação que encontrei para o tema que motivou este nosso encontro, assim por mim resumido com estas perguntas: – Como subjetivamente explicamos a origem do sentir humano? Surge de nós, para nós? Ou necessariamente precisa existir uma espécie de interdependência, com a imagem do que fisicamente estamos apreciando? A minha resposta é no mesmo sentido das palavras de Gabriel García Marquez.
Pensem nisso!
Notas:
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“Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.” São palavras de escritor Paulo Coelho, membro da Academia Brasileira de Letras. O nosso poder de imaginação não tem fronteiras. É ilimitado, principalmente quando silenciosamente, apenas para nós, revelam nossos desejos ocultos.
Gosto desta síntese do escritor Almeida Garrett (1799-1854) – “Imaginar é sonhar”.
Para mim a imaginação é uma abstrata “realidade transpessoal”. Sempre que manifesto esse meu entendimento, lembro destas palavras da poetisa Adélia Prado: – “De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo. O mundo, cheio de departamentos, não é uma bola bonita, caminhando solta no espaço.”
Termino este nosso encontro com esta minha certeza:
– As imaginações também são fontes de descobertas interiores.
Pensem nisso!
Notas:
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Cada vez mais estou convencido de que parece existir uma espécie subjetiva de “espelho de tudo” dentro de nós. Influenciando-nos sensorialmente no nosso “modo de ser”, e também em todas as nossas inteirações de realidades.
Talvez tenha sido por isso que no seu tempo Sigmund Freud (1856-1939), sustentou que a realidade determinante em nossas vidas é a psíquica, não importando o que aconteceu e sim como interpretamos aquilo que aconteceu.
Vejam o que já disseram sobre as nossas escolhas: Clarice Lispector: “A vida é feita de escolhas e as escolhas fazem a vida.” Pablo Neruda: “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” Eduardo Galeno: – “A primeira condição para modificar a realidade, consiste em conhecê-la.” Sartre: “Viver é isto: ficar equilibrando entre as escolhas e as consequências.”
Pensem nisso!
Notas:
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Em nossas vidas existem circunstâncias que nos surpreendem. Já pensei muito a respeito, e algumas vezes fiquei tendente a acreditar em imprevisibilidades. Para mim o “acaso” não existe, porque considero serem decorrentes de vinculações de causalidades, muitas delas ocultas para nós. Por esta razão, em muitos dos nossos encontros anteriores declarei serem nesta dimensão de vida, necessidades de “aprendizados”. Vejam o que já disseram sobre certas circunstâncias que vivenciamos: Paulo Freire: – “Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu Eu e as suas circunstâncias.” Dalai Lama: – “Não existe nada absoluto, tudo é relativo. Por isso devemos julgar de acordo com as circunstâncias.” Ayrton Senna: – “Em um determinado dia, em uma dada circunstância, você acha que você tem um limite. E então você busca esse limite e encosta nele, e então você pensa: ‘Certo, esse é o limite’. Logo que você atinge esse limite, alguma coisa acontece e de repente você pode ir um pouco mais longe.” José Ortega y Gasset: – “Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim.” Jackie Chan – “Não deixe as circunstâncias controlarem você. Você que tem que mudar as suas circunstâncias.” Gabriel Chalita – “Em todas as circunstâncias da vida o equilíbrio, a serenidade fazem muito bem!” Frase Judaica – “São as circunstâncias que determinam a causa.”
Entendendo que também existem circunstâncias que acontecem para modelar o nosso viver. Peço atenção para estas palavras de Gabriel García Márquez: – “Quando percebi que a única coisa que levamos é aquilo que vivemos, comecei a viver aquilo que quero levar.”
Pensem nisso!
Notas:
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O que é a vida? Que pergunta difícil de ser respondida. Dentre muitas parece existir uma prevalecente tendência de respostas comportamentais. Ou seja, explicam de modo associado aos nossos diversos modos de viver. Vejam dentre muitos outros: Cora Coralina: “Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.” e “O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.” Clarice Lispector: “Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades?” Luís Fernando Veríssimo: “Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas…”
A resposta que mais despertou a minha atenção foi esta de Gabriel García Marquez:
– “A VIDA É UMA SUCESSÃO CONTÍNUA DE OPORTUNIDADES.”
Pensem nisso!
Notas:
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Concordo. Somos nós que escrevemos nossas vidas com as escolhas que o destino nos oferece. Muito cedo aprendi todos nós temos trajetórias de melhorias e evolução espiritual. Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” tenho manifestado o meu convencimeto no sentido de que tudo são aprendizados. O problema é que nem sempre acertamos com as nossas escolhas, mas mesmo assim estamos aprendendo. Já presenciei pessoas que ao serem perguntadas sobre o que entendem por “felicidade”, respondem indiretamente com enfoques de naturezas diversas. Para mim a “felicidade” deve ser sentida como sendo um nosso “estado de alma”. Gosto deste “sentir” de Clarice Lispector – ““O que estraga a felicidade é o nosso medo.” Em outra oportunidade, ela explicou: – “Felicidade é alívio, porque não cabe qualquer outro tipo de preocupação. Dalai Lama, lider espiritual do budismo tibetano, concebeu a felicidade como sendo um estado de espírito. Se a sua mente ainda estiver num estado de confusão e agitação, os bens materiais não vão lhe proporcionar felicidade. O nosso estado de felicidade, significa paz de espírito.” Agora vejam esta gostosa comparação de Carlos Drumond de Andrade: – “Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.”
Pensem nisso!
Notas:
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