(752) Sentindo a necessidade de com o passar do tempo, rever para si mesmo suas experiências de vida, desejadas ou não.

“Quando olho novamente para toda a tapeçaria da minha vida, consigo ver a partir da perspectiva do momento presente que todos os aspectos da minha vida foram necessários e perfeitos. Cada etapa levou eventualmente a um lugar mais alto, mesmo que essas etapas, muitas vezes, pareciam mais como obstáculos ou experiências dolorosas.”

São palavras do escritor e psicólogo Wayne Dyer (1940-2015), no seu livro “A verdadeira Magia: Criando milagres na vida diária”. Foram selecionadas para iniciar este nosso encontro, porque considero muito importante todos nós, com o passar do tempo, refletir sobre o que já aconteceu em nossa vida. Feliz o ser humano que pensa assim sobre o fluir existencial do seu “viver”. Aliás, cada vez mais estou me convencendo de que todas as nossas experiências, desejadas ou não, subjetivamente insere um propósito, um ensinamento, um aprendizado… Todo ser humano precisa avaliar, para si mesmo, tudo que já aconteceu na sua caminhada existencial.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(751) Sentindo um proveitoso exemplo de buscas interiores de “autoconhecimento”.

Descobri que sou mais eficaz quando posso ouvir a mim mesmo aceitando-me, e posso ser eu mesmo.”

São palavras do psicoterapeuta humanista, Carl Rogers, precursor da Abordargem Centrada na Pessoa (ACP), que encontrei no seu livro, “Tornar-se Pessoa”, publicação da Editora Martins. Logo em seguida ele comenta:
– “Tenho a impressão de que, com os anos, aprendi a tornar-me mais capaz de ouvir a mim mesmo, de modo que sei melhor do que antigamente o que estou sentindo num dado momento – que sou capaz de compreender que estou irritado, ou que, de fato, sinto rejeição em relação a um indivíduo, ou, pelo contrário, carinho e afeição, ou então, ainda que me sinto aborrecido e sem interesse pelo que está se passado; ou que estou ansioso por compreender um indivíduo ou que tenho um sentimento de angústia ou de temor nas minhas relações com ele. Todas estas diferentes atitudes são sentimentos que julgo poder ouvir em mim mesmo. Poder-se-ia dizer, em outras palavras, que tenho a impressão de me ter tornado mais capaz de me deixar ser o que sou.”

Que proveitoso exemplo de buscas interiores de “autoconhecimento”! Mesmo assim perguntei para mim mesmo: – O que mais eu poderia acrescentar? A resposta foi – Nada, mais nada.

Pensem nisso!

Notas:
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2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(750) Sentindo circunstâncias que contrariando nossa vontade, recomendam dizer o que achamos.

1. Tudo que anda acontecendo agora, e também o que você faz acontecer, são questões que vieram para ficar e se agregarão positivamente à construção do destino. Ações efetivas de longo prazo, muito longo.

2. Há coisas que precisam ser feitas de forma independente de você gostar delas ou não. Agora é quando sua alma se vê diante do dilema de fazer o que não lhe agrada ou fingir que não é com ela e seguir em frente.”

Essas duas previsões são de signos diferentes no horóscopo do astrólogo Oscar Quiroga, divulgado hoje dia 19/04/2026. É a sua participação de número 178 nesta caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior. Um merecido recordista.

Pela primeira vez vou explicar como devemos analisar suas previsões astrológicas. Nós não precisamos concordar ou não com seus enunciados. Aliás tem sido por isso que nunca escrevo a que sígno do zodíaco elas se referem . O que sugiro para você, meu seguidor, independente de gostar ou não de horóscopos, é prestar uma subjetiva atenção em suas literalidades e, silenciosamente, identificar o que você aparentemente gostou. Como entendo, isso também é uma subjetiva fonte de “autoconhecimento”. Vejam: Acima, na primeira por mim selecionada, gostei desta parte: “agregarão positivamente à construção do destino. Já na segunda gostei desta: “nós devemos fazer, independente do nosso gostar”. Isso, como entendo, por vezes acontece em nossas vidas mas, sempre que possível, deverá ser por nós evitado, o que nem sempre será possível por circustâncias alheias à nossa vontade.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(749) Sentindo que somos nós que criamos nossas realidades.

Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão…

São palavras do poeta português Fernando Pessoa (1888-1935). Sempre gostei do seu estilo literário, porque ele tinha o dom de nos fazer pensar principalmente sobre como, subjetivamente, devemos sentir a “vida” de acordo com as nossas realidades. Caberá a nós refletir a respeito. Vejam o exemplo escolhido para iniciar este nosso encontro. Como acredito, devem existir vinculações de causalidades que favorecem compreender do nosso jeito, muitos eventos aparentemente inexplicáveis. Segundo Freud (1856-1939), em nossas vidas o determinante é a nossa “realidade psíquica” que elabora para nós a nossa interpretação daquilo que aconteceu. Assim, uma mesma situação é interpretada de modos diferentes. Termino este nosso encontro, enriquecendo com este entendimento de Immanuel Kant, que encontrei no fantástico livro “O verdadeiro Criador de tudo – Como o cérebro humano esculpiu o universo como nós conhecemos”, do neurocientista Miguel Nicolelis, publicação da Editora CRÍTICA”, que recomendo a leitura:

– “(…) não podemos entender diretamente o que existe no universo exterior, mas criamos representações mentais dessa realidade ao confiarmos em nosso sentidos e nosso raciocínio.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(748) Sentindo mais uma vez nesta nossa caminhada, o nosso “EU” interior.

O nível de evolução não é determinado geneticamente, portanto, não é exclusivo de nenhuma etnia, porque a evolução humana não se dá pelo tamanho do cérebro nem pela aparência, mas pela orientação que o ser interior, invisível e subjetivo, dá aos seus pensamentos e desejos.”

Resolvi hoje, dia 16/04/2026, colocar duas mensagens nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”. As palavras acima são do horóscopo do astrólogo Oscar Quiroga, reproduzidas da introdução. Isto porque gostei da parte em que ele, referindo-se à evolução humana, entende que [a seguir, com minhas palavras] nós somos sensorialmente orientados por um “Ser Interior”, inisível e subjetivo, por meio de uma sintonia com os nossos “pensamentos” e
“desejos”.
Para mim não foi surpresa porque como entendo, subjetivamente todos nós também somos guiados por um nosso “EU interior, bem como espiritualmente. Também é como subjetivamete ocorre pelas nossas “intuições”. Desta nossa caminhada, merecem atenção as mensagens 532 e 704. Recomendo as leituras.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(747) Sentindo com as inteirações humanas, a importância das nossas falas.

Não há conversação sem contradição.”

São palavras do consagrado orador e filósofo romano Cícero, nascido em 3 de janeiro de 106 a.C em Arpino, na Itália. Na condição de seguidor de Monica Aiub que é doutora em Filosofia (PUC-SP), ao ler sua excelente coluna “Pensei”, publicada na Edição 191 da Editora Escala, encontrei estas suas palavras que merecem a nossa atenção:

– “Quando nos permitimos o diálogo, nos movimentando para perspectivas diferentes das nossas, investigando o que nos faz ser como somos, ampliamos nossa compreensão do real e podemos nos situar na vida de modo diverso àquele que nos aprisiona. Isso não tornará o mundo mágico ou a vida um eterno deleite, mas trará a liberdade de atuarmos de modo coerente com aquilo que acreditamos, não sem antes nos perguntarmos: por que acreditamos e quais as conseqências de
acreditarmos? Um diálogo com essa potência só se dá no convívio com outras pessoas, aquelas capases de rasgar nossas certezas com suas contraposições e perguntas bem formuladas, Não há movimento “sem atrito.”

Fantástico! Sem comentários!

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(746) Sentindo os nossos desejos e futuros, diante do destino inevitável.

As mais altas torres começam no chão.”

A sabedoria desse proverbio chinês é uma lição de vida para todos nós. Quando leio um provérbio não me detenho muito na sabedoria transmitida com a sua literalidade conclusiva. Isto porque somos nós que devemos interpretar o alcance dos nossos desejos futuros, de acordo com a subjetividade das nosas realidades existenciais. A sua parte final foi o que motivou a minha escolha para este nosso encontro. Todos nós temos desejos de reaizações futuras, acontece que mais tarde também aprendemos muito com vida da gente, porque nesta dimensão existencial tudo nos proporciona aprendizados, muitos deles apenas conhecidos mais tarde por nós.

Gosto deste entendimento de Alessia Vanni e Margherita Bovo, pós-graduadas em Filosofia pela Universidade de Bolonha, no norte da Italia [Tradução de Homero Santiago:

– “O DESEJO É ESSÊNCIA ATUAL DO HOMEM QUANDO ESTE, DETERMINADO POR UM AFETO, VOLTA-SE PARA A REALIZAÇÃO DE ALGO.”

Sobre o “futuro”, termino este nosso encontro com esta explicação de Keitiline Viacava, que realizou pós-doutorado em Neurociência Cognitiva na Universidade de Georgetown, em Washington:

– “Todas as nossas decisões, por mais simples que sejam, envolvem certo grau de planejamento e expectativa acerca do futuro. O problema é que as previsões são baseadas em hipóteses e fundamentadas em informações incompletas, e seus resultados são sempre incertos. De fato, não temos como prever, com pecisão, o que acontecerá nos próximos minutos, dias ou anos.”

Termino este nosso encontro, com estas minhas palavras:

– Realmente todas as torres crescem no chão, mas suas alturas também são favorecidas por muitos fatores de origens desconhecidas. Por analogia, o mesmo pode acontecer com todos nós porque, os nossos futuros sempre dependerão de um desconhecido destino inevitável.

Pensem nisso!

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3. Pela ordem das citações, as sobre o desejo e o futuro foram reproduzidasdas Edições 177 e 146, da RevistaHumanitas, publicação da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(745) Sentindo com Jung, a existência de uma “totalidade maior”.

Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”

São palavras de Madre Tereza de Calcutá (1910-1997). Pergunto: O que acrescentar? É difícil. O que me vem à mente é o princípio de uma “totalidade maior”. No seu livro, “Espiritualidade e Transcendência”, com seleção e edição de Brigitte Dorst, pulicação da Editora Vozes, que recomendo como leitura obrigatória, De acordo com “David Tacey, em “The Spiritual Revolution”, é uma “revolução espiritual”. Brigitte Dorst se refere a este entendimento de Jung:

– “A transcendência da psique, da qual ele fala em outras passagens, refere-se a experiências espirituais de conexão com o divino, com o absoluto, a ter como referência algo mais abrangente, maior, às possibilidades de experiência que transcendem a consciência cotidiana, à transposição das fronteiras entre imanência e transcendência.” {Palavras de Madre Tereza de Calcutá, vamos todos nos unir com um sentimento universal de “Totalidade Espiritual” maior. Eu sempre acreditei nessa totalidade, como parte de um princípio de evolução.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(744) Sentindo como também podemos entender os nossos merecimentos.

Seu coração não é estrada para passeio de muitos. Seu coração é lugar que só fica quem faz por merecer.”

São palavras de Charles Chaplin (1889-1977), um icone do cinema mudo. Vejam que no final ele usou a palavra “merecer”. Agora prestem atenção: Thich Nhat Hanh, monge budista vietnamita, que em vida foi um poeta indicado por Martin Luther King Jr ao prêmio Nobel da Paz, escreveu no seu livro “A Essência dos Ensinamentos de Buda, lançado no Brasil pela Editora Rocco com tradução de Anna Lobo:

– “Um jovem que queria aprender a desenhar flores de lótus foi a um mestre e pediu para ser seu aprendiz. O mestre o conduziu até um lago de lótus e o convidou a se sentar ali. O jovem viu as flores desabrochando quando o sol estava alto, e observou os botões se fechando quando a noite chegava. Na manhã seguinte, fez a mesma coisa. Quando uma flor de lótus murchou e suas pétalas caíram na água, ele observou o caule, o estame [do latim stamen, fio, expressão da botânica], o restante da flor, e depois passou a observar outra flor. Fez isso durante dez dias. No décimo primeiro dia, o mestre lhe perguntou: “Você está pronto? e ele respondeu: “Vou tentar.” O mestre lhe deu um pincel, e apesar de ter um estilo infantil, o jovem desenhou um lótus absolutamente lindo. Ele havia se tornado o lótus, e o desenho simplesmente brotou de dentro dele. A ingenuidade em matéria de técnica era evidente, mas uma beleza profunda estava retratada ali.”

O que motivou a minha escolha para o “merecimento” ser o tema deste nosso encontro, foi o seguinte: – Sempre acreditei na existência de uma subjetiva essência de possível “transformação existencial”, contida em uma das possiveis explicações sobre como também podemos entender o nosso “merecimento”. Explico com esta síntese: Se nós conseguimos o que desejamos, também podemos nos transformar com essa efetiva conquista do que sempre desejamos merecer. Portanto, o nosso “merecimento”, por exemplo, de ganhos, de conquista e de realizações…, ao que me parece também pode ser subjetivamete explicado por uma espécie de reconhecimento existencial de como somos para nós mesmos, e para todos os outros. Concluindo: “Merecimento” não se aplica apenas ao que materialmente desejamos receber.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(743) Sentindo sobre as nossas “dores” e “sensações”.

Elas são personalíssimas, mas se manifestam de modos diferentes em cada um nós.”

Inicio este nosso encontro, referindo-me à prática de Freud chamada “livre associação”. Ele pedia aos seus pacientes para deitarem no divã, para a pessoa que estivesse falando “escute a si mesma”. Apesar de não ser da área de saúde, acredito que essa prática pode ajudar muito no encontro das causas de muitas das nossas “dores” e “sensações” de origens subjetivas. Complemento com esta interessante explicação do filósofo João de Fernandes Teixeira, no seu bem fundamentado artigo, “Somos o nosso cérebro?”, publicada na Edição 142 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “Estados mentais são subjetivos, ou seja, experimentados em primeira pessoa. Quando sinto uma dor posso até descrevê-la para o médico, mas a sensação é intransferível, as palavras nunca chegam a descrevê-la na sua totalidade ou numa forma que sua intensidade possa ser precisamente determinada por outra pessoa. As dores não podem ser medidas. Quando me pedem para definir a intensidade da dor em uma escala de 0 a 10, comparo uma versão subjetiva de intensidade com outra. Mas a linguagem apenas resvala a sensação de dor.”

A verdade é que mesmo com o avanço da tecnologia na área de saúde, devem existir muitas manifestações corporais de dores que vão precisar de tempo para serem identificadas subjetivamente suas causas. Gostei destas considerações da doutora em Filosofia pela PUC-SP, Monica Aiub, sobre o “tempo”. Foram publicadas com o título “Breve Reflexão Sobre o Tempo”, na sua coluna “Pensei”, Edição 148 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “Já quis desdobrar o tempo. Afinal, a vida é finita e há tanto a ser conhecido e vivido! Mas o desdobramento do tempo não significa conhecer e viver mais ou melhor. As marcas das dobras, desdobras e redobras (DELEUZE, 1991) podem ser os traços de memória do vivido, mas podem ser também as dores de um corpo curvado pelo cansaço da pessoa produtiva.
A produtividade que invade e subverte o tempo da vida, que não espera que os frutos amadureçam naturalmente para colhê-los, exigindo uma colheita prematura ou, ainda, artifícios para um amadurecimento precoce. Envenenamos os frutos, o solo, as águas, a nós mesmos para garantir uma colheita que não será consumida e, assim, temos fome. Fome!”

Talvez, quem sabe, excepcionalmete esse seu “sentir” tambem por analogia se aplique em alguas áreas da medicina, bem como nos subjetivos acompanhamentos psicologicos, emocionais, na esfera atuante da Psicologia. Termino este nosso encontro, com este meu entediimento:

SE VOCÊ DESEJA SENTIR A CAUSALIDADE SUBJETIVA DE ALGUMAS DAS SUAS CONHECIDAS “DORES” E “SENSAÇÕES”, INICIE SUAS BUSCAS DE INTERIORIZAÇÕES. ACREDITO QUE NESSES SEUS SUBJETIVOS ENCONTROS PODERÃO SER ENCONTRADAS EXPLICAÇÕES “PARA SI MESMO”, QUE PODERÃO SER MELHOR ESCLARECIDAS POR UM PSICÓLOGO.

Pensem nisso!

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