Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido da Folha Vitória.
“Todos os dias quando acordo, vou correndo tirar a poeira da palavra amor…”
São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Há muito nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”, tenho vontade de pedir sua atenção para o nosso sentimento de amor. Isto porque, como entendo, amar é uma necessidade de todos os seres humano. Jung recomendava: – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que somente ocorra um verdadeiro encontro de almas.” O conceituado neurocientistas António Damásio, resumiu no seu livro Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos, publicação da Editora Companhia Das Letras: – “Quando amamos os outros, temos uma boa probalidade de atingir a paz interior e a felicidade.”
Termino este nosso encontro, com estas manifestações de Clarice Lispector (numerei): 1. “Não podemos exigir o amor de ninguém. Podemos apenas dar bons motivos para que gostem de nós, e ter paciência… para que a vida faça o resto.” 2. “Desculpa, mas não entendo. Eu quero tudo e mais ainda. Amor tem que encher o coração, a casa, a alma. Pouco ou metades nunca me completaram.” 3. “Não suporto meios termos. Por isso, não me doo pela metade. Não sou sua meio amiga nem seu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada.” 4. “Não me lembro mais qual foi nosso começo. Sei que não começamos pelo começo. Já era amor antes de ser.” 5. “Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.”
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
Que maravilha de interpretação, de musicalidade, que sensorialmente nos envolvem com sensações que nos fazem “sentir-se bem”. São esses momentos inesquecíveis que em nós, perpetuam subjetivos “estados de alma”.
Agora vejam que interessante: – Os terapeutas do século I d.C., que viveram próximos de Alexandria, ensinavam que esse estado interior de “sentir-se bem” atuava em quatro dimensões: no corpo (soma, em grego), na mente (psique), na mente profunda/alma (nous, em grego) e no espírito.
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
Precisamos sentir a “VIDA”, com o nosso “saber viver”.
São palavras que em silêncio me vieram à mente, quando conheci este “sentir” da guru indiana humanitarista, Amritanandamayī Devi: – “Viver é lembrar-se de esquecer. Perdoe o que deve ser perdoado. Esqueça o que deve ser esquecido. Abrace a vida com vigor renovado… Deveríamos poder acolher cada instante da vida com um olhar novo, como uma flor que acaba de se abrir.”
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As palavras de Amritanandamayī Devi, foram reproduzidas do artigo “Sorrisos de Bommaim”, do jornalista de Barcelona, Jaume Sanllorente {Fonte; Revista PSIQUE, edição 56, publicação da Editora Escala.
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
Depois de “sentir” essa interpretação de Djavan, procure entender o que subjetivamente acontece quando você se sente feliz: – Os nossos sentimentos de felicidades são manifestações subjetivas de “estados de alma”, que nos tocam profundamente. São certas “conexões singulares” que nos surpreendem.
Gosto destas palavras do filósofo e escritor Jelson Oliveira [Fonte: “Ser feliz como uma criança”, Edição 189 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala]:
– “A criança nos lembra de que a felicidade não depende de grandes acontecimentos nem chega com alarde. Ela está na capacidade de se deixar afetar pelo presente, pela intensidade do que é vivido em carne e osso, pela disponibilidade de experimentar o que vem de dentro e dá propósito a tudo o que está do lado de fora. Só a criança pode fazer isso. Nós já sabemos. No entanto, como adultos, quase sempre vivenciamos esquecidos dessa verdade e nos acostumamos a medir a vida por metas distantes, ressentidos com o passado ou ansiosos com o futuro. A criança, não: ela está prenhe de tempo e, por isso, é a única que pode criar tudo de novo.”
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
Lembrei deste ensinamento do imperador romano Marco Aurélio [Fonte: “Meditações” – Texto Integral – Livro 5, Edição Especial de 1840 anos, publicação da Editora GARNIER]:
“8. Você tem duas razões para amar o que sucede em sua vida: uma, porque foi concebido e prescrito para você, e de qualquer modo já estava lá inserido, desde o princípio, no fio da sua vida; outra, porque aos olhos daquele que administra o universo, tudo o que se sucede a cada ser em particular concorre para à ordem, à perfeição e à própria continuidade do universo em si.”
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
“Acho uma delícia quando você esquece os olhos em cima dos meus, ou quando sua risada se confunde com a minha.”
São palavras do músico, dramaturgo e escritor, Chico Buarque de Hollanda. O brasileiro que chamou todos nós para ver a banda passar, cantando coisas de amor. Uma magia de inspiração contagiante, que para sempre continuará fazendo nossas gentes sofridas se despedirem da dor.
Para finalizar este nosso encontro, escolhi esta sua primorosa interpretação:
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.
“Tudo que acontece em nossas vidas, tem significados para nós mesmos.”
São palavras que me foram intuídas para iniciar este encontro, no dia dos pais.
Peço sua atenção para estas palavras [Fonte: “MEDITAÇÕES” do imperador romano Marco Aurélio, que nasceu em 26 de abril de 121 d. C.]: – “Corpo, alma, inteligência. São próprias do corpo, as sensações; da alma, os instintos; da inteligência, os prinípios (…).”
COMPLEMENTO:
– Nesta dimensão de vida todos nós somos seres humanos em evolução espiritual.
Pensem nisso!
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
“Há experiências que só servem para serem apreciadas na invisível subjetividade da alma, como é o caso das imaginações que nunca serão realizadas, porque se o fossem perderiam seu encanto. Experiências invisíveis.”
São palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 08/08/2026. Inicio este nosso encontro pedindo atenção para a subjetividade dessa data, no fluir do ciclo existencial de nossas vidas. Explico: O número oito também simboliza uma espécie de “equilíbrio cósmico”.
Gostei dessa expressão “Experiências Invisíveis”. Isto porque nunca dei muita importância ao entendimento sensorial que diferiencia o objetivo do subjetivo. Em todas as minhas experiências de interações sempre dou mais atenção para as sensações de subjetividades. Como acredito, mesmo em um cenário aparentemente mais perceptivo de “objetividade”, entendo que também podemos ser envolvidos com sensações subjetivas. Resumindo: As sensações perceptivas de subjetividades, só nos pertencem porque apenas em nós se manifestam.
Pensem nisso!
Muita paz e harmonia espiritual para todos.
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br