“Não é que você seja diferente, mas é que ninguém consegue ser igual a você.”
São palavras de William Shakespeare (1564-1616). Que interessante jogo de palavras, referindo-se a nós que não somos igual a outro ser humano, em um mesmo mundo com diferentes possibilidades nossas, de inteirações existenciais. Peço sua atenção para este “sentir” de Clarice Lispector (1920-1977): – “Um dia será o mundo com sua impersonalidade soberba versus a minha extrema individualidade de pessoa, mas seremos um só.”
PERGUNTO: – O que levou Clarice pensar assim, usando acertadamente as palavras “impersonalidade” e “individualidade”? Qual a importância disso, para esta caminhada de “autoconhecmento” – uma trajetória de transformação interior?
RESPOSTA: Entendo ser cabível esta explicação do médico e psicoterapeuta junguiano, Carlos São Paulo, fundador do Instituto Junguiano da Bahia (Fonte: Revista PSIQUE, edição 150, publicação da Editora Escala): – “Para a Psicologia Analítica, “alma” é um conceito que define o modo como o EU se relaciona com o mundo interior, enquanto “persona” determina o modo com que esse mesmo EU se relaciona com o mundo exterior. O homem, em seu desenvolvimento, constrói um mundo interior que fala a linguagem dos símbolos e, por meio deles, relaciona-se com a natureza que nos habita e às suas exigências.
CONCLUSÃO: – Todos precisam reconhecer e respeitar as diferênças subjetivas das nossas individualidades.
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.
[para cada um de nós, seres humanos]. Você poderá estar perguntando: – Todos nós deve estar pensando: Todos nós sabemos que somos “seres únicos”. O que se pretende neste encontro? Respondo: Ele foi motivado por estas considerações do médico e psicoterapeuta junguiano, Carlos São Paulo, fundador do Instituto Junguiano da Bahia (Fonte: Revista PSIQUE, Edição 150, págs. 64/5, publicação da Editora Escala):
– “Para a Psicologia Analítica, “alma” é um conceito que