(726) Sentindo o uso das nossas armas mais poderosas, em todos os tempos.

Não se é poderoso com uma arma na mão, porque com uma arma somente se mata. Você é poderoso quando tem um livro, quando tem uma caneta. Porque é por meio da caneta que alguém pode salvar vidas. E é essa mudança que queremos levar para a nossa sociedade.”

São palavras da ativista Malala Yousafzai, por ela transmitidas em 2013 no discurso de lançamento do seu livro “Eu sou Malala”. Gostei deste comentário de Monica Aiub, que é doutora em Filosofia pela PUC-SP [que já touxe anteriormente para esta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior]:

– Como afirmou Malala, “com uma arma somente se mata”. Armas de fogo alteram o estado do corpo, fazem agir por coação física, o que caracteriza violência, e não poder. Um povo armado não tem poder para mudar sua realidade, apenas para ampliar e perpetuar a cultura do medo e a competição sobre quem tem a arma mais letal, o que, no final da história, ou institui uma violência performática ou leva à destruição e ao extermínio de praticamente todas as partes – o que não parece ser, ou ao menos não deveria ser, o desejo de ninguém.
Como afirmou Hannah Arendt (2016, p.60), “poder é a habilidade humana não apenas para agir, ma para agir em concerto”. O poder nunca é propriedade de um indivíduo; pertence a um grupo e permanece em existência apenas enquanto o grupo se conserva unido”; por sua vez, violência possui um “caráter instrumental”; (p.63). Por isso ambos são opostos, “onde um domina absolutamente, o outro está ausente” (p.73). […] Complementa Nelson Mandela:

– “A EDUCAÇÃO E O ENSINO SÃO AS MAIS PODEROSAS ARMAS QUE PODEMOS USAR PARA MUDAR O MUNDO.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(725) Sentindo a necessidade de “saber escutar”.

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutória. Mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil.”

São palavras de Rubem Alves (1933-2014), que em vida foi psicanalista, educador, teólogo e escritor.
Realmente falar mais parece ser uma tendência da maioria dos seres humanos, mas não sei explicar. Talvez seja muito comum, quando já temos a nossa opinião formada. Dentre muitos outros, vejam o que já disseram sobre o nosso “escutar”: Heráclito – “Se não sabe escutar, não sabe falar” / Madre Teresa – “A oração torna nossos corações transparentes e só um coração transparente pode escutar a Deus!” / Antoine de Saint-Exupéry em “O Pequeno Príncipe”, cap. III – “O principezinho, que me fazia milhares de perguntas, não parecia sequer escutar as minhas. Palavras pronunciadas ao acaso e que foram, pouco a pouco, revelando tudo.” / Caetano Veloso – “Fica, ó brisa fica pois talvez quem sabe O inesperado faça uma surpresa E traga alguém que queira te escutar” e Johann Goethe – “Falar é uma necessidade, escutar é uma arte.”

Gosto deste comentário de Ana Suy Sesarino Kuss, que possui doutorado em Pesquisa e Clínica em Psicanálise, é mestra em Psicologia, especialista em Psicologia Clínica – Abordagem Psicanalítica, e formação em Psicologia – (PUCPR): – “Quando a gente se propõe a escutar alguém, presta atenção na pessoa, observa, quer saber mais sobre o que ela está falando. Muitas vezes, a sensação de passar horas conversando com um amigo pelo qual a gente se interessa é a de que o tempo passou muito rápido! Mas qual a diferença, então, entre o tempo bem aproveitado que passa rápido e a aceleração do tempo, que faz a gente sentir como se estivesse tendo o tempo roubado? Minha hipótese é: bem viver o tempo. Se estamos fazendo bom proveito do tempo, nos sentimos alegres com a rapidez da passagem do tempo – e essa sensação de tempo que passa rápido é um contraponto com outros momentos nos quais sentimos que o tempo não passa tão rápido assim. Mas a sensação de aceleração do tempo que temos vivido tem aparecido como queixa em nossos discursos, com certa lamentação por o tempo passar tão rápido assim, penso eu, porque não há contraponto! Não temos tempo para o tédio, para o buraco na agenda, para se achar sem graça o suficiente a ponto de nos interessarmos verdadeiramente pelo outro. Por fim, seria de bom tom que eu deixasse aos leitores uma mensagem positiva no final deste texto. Mas a verdade é que eu não tenho uma. Também não tenho dicas nem um método que eu desenvolvi. Então, minha mensagem final fica em fazermos pequenas alterações: podemos transformar “os corres da vida” em “as cores da vida”, por exemplo. Mas para isso a gente precisa da “sutileza” à qual Rubem Alves se referiu. Que a gente tenha tempo para ela.”

PERGUNTO:
– Será que seja por isso que temos dois ouvidos e apenas uma boca?

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As considerações da doutora Ana Suy Sesarino Kuss foram publicadas na Edição 161 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala, com o título Os “corres” da vida.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(724) Sentindo a nossa condição existencial de “sermos humanos”.

Como entender o que é o ser humano?

Essa minha pergunta poderá ser respondida sob várias perspectivas. Todos nós reconhecemos isso. Estou iniciando este nosso encontro com ela, logo após conhecer esta resposta da doutora Mércia Miranda Vasconcelos Cunha, na Edição 162 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala:

– “SER HUMANO É SER DIFERENTE, ESSENCIALMENTE. SER HUMANO É SER ÚNICO, COM DIFERENTES VISÕES DE MUNDO, IDEOLOGIAS, MODOS DE SER E FAZER.”

Ela justificou essa sua resposta, neste contexto: “[…] eu penso que o conhecimento, como um rio que busca o mar, busca consciências para despertar e, nesse sentido, é importante falarmos sobre os direitos decorrentes da humanidade e falar sobre a própria humanidade, a fim de que o ser humano tenha clareza da sua condição humana e da complexidade de relações que ele estabelece nessa condição. A atualidade apresenta contextos de absoluta falta de diálogo, de respeito ao diferente, seja pensar, ser, agir, que se transformam em atos violentos, de cerceamento de direitos básicos, de imposição do que seja certo ou errado, em uma sociedade plural e diversa.”

Sobre a sua resposta, recomendo atenção para esta parte [a seguir, com minhas palavras] – O ser humano precisa ter consciência da sua condição; ter consciência de si mesmo.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(723) Sentindo a luz Divia em nós.

Hoje comecei o dia lendo a tradução de uma entrevista de Homero Santiago, docente do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, publicada na Edição 177 da Revista Humanitas, da Editora Escala. O que chamou muito a minha atenção foi esta parte:

“Segundo uma ótica fatalista, é impossível mudar a vida, a qual se transforma em destino inevitável.

Minha primeira reação foi perguntar para mim mesmo, com esta única palavra – Será?. Isto porque sempre acreditei no nosso poder de escolha. Foi quando logo após, deparei-me com esta síntese: – “O Universo funciona suprindo necessidades enquanto nossa humanidade prefere funcionar satisfazendo desejos. A diferença entre “necessidades” e “desejos” é sutil, requer muito discernimento para ser por nós distinguida. Certo é [como acredito] que o Universo foca no essencial (necessidades), e o ego humano busca o atendimento imediato de seus (desejos). Isso chama-se “autoconhecimento”. Portanto, todos nós precisamos se interiorizar para [repito] conhecer as nossas “necessidades”, sejam elas de que natureza fororem. Sob uma perspectiva religiosa, o que motivou um enfoque subjetivo deste nosso encontro, foram estas palavras do Frei Robson Luiz Scudela, sobre o 4º Domingo da Quaresma (Jo 9,1-41), que encontrei ontem na folhinha destacável do Calendário “Coração de Jesus – Abençoai este lar”, que me foi presenteado no início deste ano:

– “Vendo um homem cego de nascença, Jesus vai ao seu encontro, restituindo-lhe a visão. Diante do milagre e do fechamento à ação de Jesus, muitos não admitiram que aquele homem era o mesmo que até então estava cego. Outros, entre eles os fariseus, acusavam que aquele homem não guardava o sábado. Outros, ainda, o expulsaram da comunidade visto que ele testemunhou que quem o fez ver veio de Deus. Jesus, vendo-o expulso da comunidade, vai novamente ao seu encontro. O cego, que agora vê, testemunha sua fé em Jesus e prostra-se diante dele, pois Jesus é a sua verdadeira luz. Também nós podemos ser curados de nossas cegueiras. Infelizmente, muitas vezes, presumindo ver, continuamos cegos, incapazes de ver Jesus, a verdadeira Luz, em quem podemos confiar.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(722) Sentindo o perpetuar do que não devemos esquecer.

Ver as pessoas mudando não é o que machuca. O que machuca é lembrar quem elas costumavam ser.”

São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Pergunto: O que podemos acrescentar? Minha resposta é nada. Mas certo é, que com a passagem ilusória do tempo em nossas vidas tudo muda em nossas realidades. Clarice tocou num ponto que merece a nossa atenção: Mesmo nada sendo imutável, entristece-mos recordar um passado inesquecível, que não volta mais. O que motivou este nosso encontro, foram estas considerações do doutor em Educação Histórica pela UFPR, Daniel Medeiros (numerei):
1. Há uma diferença importante entre lembrar e rememorar. 2. Uma coisa é recuperar um fato, como quem pesquisa na internet o dia e o ano de algum acontecimento. Outra é reviver um acontecimento, como quem incorpora a imagem de uma emoção ou de um medo. 3. Rememorar, ao contrário, é enriquecer o presente com a reelaboração do passado. Um passado que nunca é igual, que é sempre uma reescrita, uma ficção sobre o acontecimento. 4. Fosse um agricultor, diria que rememorar é revolver a terra, deixá-la respirar, misturar-se, recombinar-se, devolvendo-lhe a fertilidade e o desejo de novas flores. 5. Na História que se ensina, não faz sentido exigir a repetição do passado, mas evocar os ecos que vêm de longe e que ainda ressoam no presente. 6. O passado cultivado só serve se for para colher novos frutos, e não para guardar folhas secas e sementes desbotadas. O passado não é importante como um produto, mas pelo seu poder de desvelamento. 6. É um desperdiço cobrar conteúdos sobre o passado em vez de propor dividir sentimentos sobre o passado.

Relebre com a mesma intensidade, as coisas boas que aconteceram em sua vida. Nesse caso, recordar é novamente reviver.

Pensem nisso!

Notas:
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3. As considerações do doutor Daniel Medeiros

(721) Sentindo que tudo tem um propósito em nossas vidas.

Aprendi com a monja Coen este ensinamento: – “O buismo encerra três ensinamentos fundamentais: 1. Todas as coisas são impermanentes. 2. Nada tem uma natureza própria, intrínseca, fixa e imutável. 3. Tudo pode viver em paz e quietude de nirvana. Entenda que nada é fixo, nada é permanente. Nenhuma condição é fixa ou determinada. Não é a questão de uma coisa passar por mudanças. Significa que todas as coisas, inclusive você, estão sepre mudando.

Com esse número de mensagens não tenho condições de comprovar se anteriormente já enriqueci esta nossa caminhada para o “autoconhecimento” com esse ensinamento. Estou acreditando que sim. Mas deve existir uma explicação para isso. Entendo que alguem esteja precisando desse precioso ensinamento. Além disso, faço o que o meu coração manda. Sugiro que você leia com atenção e avalie se está sendo merecedor da sua atenção. Nada na vida da gente acontece por acontecer; tudo que para nós se manifesta tem uma subjetiva finalidade. Eu acredito.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(720) Sentindo a necessidade de cuidados, com a poluição sonora.

Sentindo a importância da percepção auditiva.

São minhas palavras, que nos ajuda a nos orientar em muitas das nossas inteirações existenciais, principalmente diante do que para nós, ainda é desconhecido. Me foram intuidas após a leitura destas considerações da doutora em Filosofia (PUC-SP), MONICA AIUB, sobre “Ler, Escutar e Pensar”, divulgadas na Edição 171 da Revista Humanitas, publicação da Editotra Escala:

– “David Burrow (1990) levantou a hipótese de que a forma como nós, humanos, experienciamos os sons seria responsável por nossas capacidades de pensamento, expressão e comunicação. Isso ocorreria porque os sons nos permitiriam um distanciamento do mundo material, propiciando o surgimento do pensar. Porém, hoje, para que possamos ser mais produtivos, para aproveitarmos melhor o tempo, não nos permitimos o distanciamento do mundo material, não nos dedicamos exclusivamente à leitura ou à escuta. Fazemos isso enquanto desempenhamos muitas outras tarefas, algumas delas inconciliáveis em tempos anteriores. Com isso, estaríamos alterando nossas capacidades cognitivas? Seria o fim da leitura? A dispersão provocada pela realização de várias tarefas concomitantemente afetaria nossa escuta? E o nosso pensar? Conseguimos observar as implicações de nosso desejo de produtividade cada vez maior em nossa saúde, no clima, nas relações sociais… em nosso pensar… O que seremos: espectadores passivos que servem como engrenagens de uma “máquina produtiva” ou seres pensantes, críticos e criativos, capazes de gerar modos de vida mais sustentáveis?”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(719) Sentindo os Sísifos, dos nossos tempos.

Good article! We will be linking to this particularly great article on our site. Keep up the good writing. Tradução: Ótimo artigo! Vamos incluir um link para este excelente artigo em nosso site. Continue escrevendo bem.

São gratificantes e emocionam, essa manifestações de reconhecimentos da nossa proposta de buscas de “autoconhecimento” e de interiorização. Detalhe: Em sua maioria recebidos do exterior, o que não sei explicar. Hoje peço sua atenção para estas considerações do doutor em Educação Histórica, Daniel Medeiros, sobre Sísifo<, publicadas na Edição 171 da Revista Hunanitas, publicação da Editora Escala (numerei):
1. Conta a mitologia grega que Sísifo foi um cidadão condenado pelos deuses a uma tarefa inusitada: subir um morro carregando uma pesada rocha, apenas para vê-la deslizar por todo o trajeto percorrido e começar tudo outra vez. Essa imagem, de repetir a mesma árdua tarefa sem que se alcance o objetivo almejado, ilustrou, ao longo do tempo, a falta de finalidade da existência humana.
2. Sísifo é a personificação do homem comom, que se esfalta a vida inteira na esperança de, em algum momento, receber a recompensa merecida, mas tudo que acontece é um “quase”, seguido por uma nova empreitada morro acima.
3. Em algum momento, pode surgir a pergunta que é, segundo o filósofo Albert Camus, a única verdadeira questão da existência humana: o que fazer? Continuar? Ou, como diria o poeta João Cabral de Mello Neto,”pular da ponte da vida? Visto que, se estou escrevendo este texto e você o está lendo, optamos por continuar, ou seja, aceitamos o absurdo e buscamos, nele, um sentido para continuarmos em nossa faina de crescer, produzir, prover, cuidar, envelhecer e, só então, quando as pernas falharem, deixar a pedra rolar pela última vez.
4. Quando a pedra deslisar e se perder lá embaixo, estaremos no alto do morro e seremos livres. Não será por muito tempo, mas será um tempo único e incrível. Depois desceremos com o vento no rosto, sentindo as forças da natureza restaurando nosso cansaço. E será hora de encarar a pedra novamente, com a alegria de quem sabe o que está fazendo.

Quando escolhi a história de Sísifo para este nosso encontro, a minha inteção era perguntar se eles ainda existem entre nós. Estava tendente a concluir que não existem mais. Acontece que mudei de ideia quando reconheci que agora, as nossas pedras são as nossas “consciências” que nem sempre conseguimos escutar para mudar as nossas realidades de vida.

Pensem nisso!

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(718) Sentindo o nosso trabalho, principalmente com fonte de crescimento interior.

O trabalho não é apenas uma obrigação, é uma oportunidade para fazer a diferença no mundo.”

São palavras de Martin Luther King Jr. Todo trabalho, seja de que natureza for, são fontes de crescimento e aprendizado. Gosto destas palavras de Sigmund Freud (1856-1939):

– “Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa.”

Em qualquer tipo de trabalho, o mais importante é você gostar do que faz. Agindo assim, subjetivamente despertamos em nós mesmos e para nós, nossas fontes de criatividades em todos os sentidos do nosso existir e viver.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(717) Sentindo sabedoria, na conquista interior dos nossos desejos.

I’m not sure where you are getting your information, but good topic. I needs to spend some time learning more or understanding more. Thanks for wonderful information I was looking for this information for my mission.”
Tradução: “Não sei de onde você tirou suas informações, mas é um bom tópico. Preciso dedicar um tempo para aprender ou entender mais sobre o assunto. Obrigado pelas ótimas informações; eu estava procurando por isso para a minha missão.”

Não consigo entender por que há muito, diariamente meus seguidores são muitos do exterior? Aqui do Brasil, somente me acompanham os amigos próximos para quem aviso minhas postagens. Da recebida à cima, o que chamou minha atenção foram essas palavras – “I was looking for this information for my mission”. Isto porque como sempre acreditei e continuo acreditando, nesta dimensão existencial de vida todos nós temos uma “missão” de buscas de necessárias de melhorias em todos os sentidos e, principalmente, para o nosso procecesso de evolução esprritual por dimensões infinitas. Repito: Sempre acreditei nisso. Neste nosso encontro há um detalhe interessante para o qual peço a sua atenção. Explico: A minha intenção era de iniciá-lo com estas palavras Mahatma Gandhi, que foi um líder espiritual e ativista indiano, nascido em 1869 e assassinado em Nova Delhi em 1948:

– “A NATUREZA PODE SATISFAZER TODAS AS NECESSIDADES DO SER HUMANO, MAS NÃO A SUA AMBIÇÃO.”

Sempre fico impressionado como as gerações antigas tinham facilidade, de através da escrita, dizer tudo com poucas palavras. Mesmo assim trago estas minhas considerações: 1. Nós não devemos ficar de braços cruzados, esperando os atendimentos das nossas necessidades. 2. Devemos estar sempre conscientes de que nesta dimensão existencial de vida, estamos aqui para evoluir em todos os sentidos; mas isso depende apenas e exclusivamente de cada um de nós. 3. Tem sido assim que, subjetivamete, também explico para mim os nossos merecimentos. 4. Todos nós temos o direito de ter nossas ambições, no sentido de melhor atender muitos dos nossos desejos de realizações, mas sempre com moderação e principalmente respeitando os dos próximos. 5. Acredito que tudo o que merecemos só nós pertence, mas precisamos saber esperar sempre com moderação. 6. Muito cedo me ensinaram “que tudo acontece “quando” e “como” tem que acontecer, não apenas como desejamos e queremos que aconteça em nossas vidas”.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

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