(850) Sentindo saudade. Mas o que é isso?

Clarice Lispector me ensinou como devemos entender os nossos sentimentos de “saudades”. Aprendi que em nós, em nossas lembranças, não existem esquecimentos e nem subjetividades interiores do que antes eu entendia por ausências.
Tudo que vivenciamos permanecerá para sempre em nós, como partes inesquecíveis de nós mesmos, da nossa história de vida. Nada [repito], nada mesmos em nossas vidas acontece por acontecer. Gosto destas palavras em vida, de Clarice:
“A saudade é a prova que o passado valeu a pena.”
“Te vi amanhã e já estou com saudades.”
“Saudade é um dos sentimentos mais urgentes que existem.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Video reproduzido do youtu.be, mediante autorização compartilhada.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(849) Sentindo com sentimentos de Sabedoria Divina.

Sabemos que são muitas as manifestações humanas de sabedoria, porque todas não são apenas de conhecimentos. Vejam esta manifestação de sabedoria de José Saramago (1922-2010) – “O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida, não sabia ler nem escrever.” Para Cora Coralina (1889-1985), “o saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende com a vida e com os humildes.”
Termino este nosso encontro, com esta confissão de Clarice Lispector (1920-1977):

– “Eu me perfumo para intensificar o que sou. Por isso não posso usar perfumes que me contrariem. Perfumar-se é uma sabedoria instintiva. É bom perfumar-se em segredo.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(848) Sentindo como entender suas “percepções subjetivas”.

Peço sua atenção para estas palavras de Fernando Pessoa (1888-1935), no seu verso “n’O guardador de rebanos”:
– “Metafísica? Que metafísica têm aquela árvore?
A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,
A nós, que não sabemos dar por elas,
Mas que melhor metafísica que a delas,
Que é a de não saber para que vivem
Nem saber que o não sabem?
.”

Pergunto. Normalmente tem sido através da escrita, ou pessoalmente o modo que você prefere manifestar suas subjetividades. Trata-se de opção de “escolhas comportamentais”. Faça essa pergunta “para si mesmo”, com a finalidade de conhecer e pensar mais sobre seus estados interiores de “subjetividades”: – O “BELO” está em tudo, ou se manifesta de nós mesmos?
Gosto desta recomendação do filósofo iluminista Voltaire (1694-1778): – “Il faut cultiver notre jardin” (tradução: – É preciso cultivar o nosso jardim).

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(847) Sentindo. Apenas sentindo e nada mais.

Pensem nisso!

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3. Video reproduzido da Folha Vitória.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(846) Sentindo o sentimento de amor.

Todos os dias quando acordo, vou correndo tirar a poeira da palavra amor…

São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Há muito nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”, tenho vontade de pedir sua atenção para o nosso sentimento de amor. Isto porque, como entendo, amar é uma necessidade de todos os seres humano. Jung recomendava: – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que somente ocorra um verdadeiro encontro de almas.” O conceituado neurocientistas António Damásio, resumiu no seu livro Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos, publicação da Editora Companhia Das Letras: – “Quando amamos os outros, temos uma boa probalidade de atingir a paz interior e a felicidade.”

Termino este nosso encontro, com estas manifestações de Clarice Lispector (numerei):
1. “Não podemos exigir o amor de ninguém. Podemos apenas dar bons motivos para que gostem de nós, e ter paciência… para que a vida faça o resto.”
2. “Desculpa, mas não entendo. Eu quero tudo e mais ainda. Amor tem que encher o coração, a casa, a alma. Pouco ou metades nunca me completaram.”
3. “Não suporto meios termos. Por isso, não me doo pela metade. Não sou sua meio amiga nem seu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada.”
4. “Não me lembro mais qual foi nosso começo. Sei que não começamos pelo começo. Já era amor antes de ser.”
5. “Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(845) Sentindo a importância do nosso “sentir-se bem”.

Que maravilha de interpretação, de musicalidade, que sensorialmente nos envolvem com sensações que nos fazem “sentir-se bem”. São esses momentos inesquecíveis que em nós, perpetuam subjetivos “estados de alma”.

Agora vejam que interessante: – Os terapeutas do século I d.C., que viveram próximos de Alexandria, ensinavam que esse estado interior de “sentir-se bem” atuava em quatro dimensões: no corpo (soma, em grego), na mente (psique), na mente profunda/alma (nous, em grego) e no espírito.

Pensem nisso!

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(844) Sentindo saber viver.

Precisamos sentir a “VIDA”, com o nosso “saber viver”.

São palavras que em silêncio me vieram à mente, quando conheci este “sentir” da guru indiana humanitarista, Amritanandamayī Devi: – “Viver é lembrar-se de esquecer. Perdoe o que deve ser perdoado. Esqueça o que deve ser esquecido. Abrace a vida com vigor renovado… Deveríamos poder acolher cada instante da vida com um olhar novo, como uma flor que acaba de se abrir.”

Pensem nisso!

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3. As palavras de Amritanandamayī Devi, foram reproduzidas do artigo “Sorrisos de Bommaim”, do jornalista de Barcelona, Jaume Sanllorente {Fonte; Revista PSIQUE, edição 56, publicação da Editora Escala.
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(843) Sentindo a felicidade com você!

Depois de “sentir” essa interpretação de Djavan, procure entender o que subjetivamente acontece quando você se sente feliz: – Os nossos sentimentos de felicidades são manifestações subjetivas de “estados de alma”, que nos tocam profundamente. São certas “conexões singulares” que nos surpreendem.

Gosto destas palavras do filósofo e escritor Jelson Oliveira [Fonte: “Ser feliz como uma criança”, Edição 189 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala]:

– “A criança nos lembra de que a felicidade não depende de grandes acontecimentos nem chega com alarde. Ela está na capacidade de se deixar afetar pelo presente, pela intensidade do que é vivido em carne e osso, pela disponibilidade de experimentar o que vem de dentro e dá propósito a tudo o que está do lado de fora. Só a criança pode fazer isso. Nós já sabemos. No entanto, como adultos, quase sempre vivenciamos esquecidos dessa verdade e nos acostumamos a medir a vida por metas distantes, ressentidos com o passado ou ansiosos com o futuro. A criança, não: ela está prenhe de tempo e, por isso, é a única que pode criar tudo de novo.”

Pensem nisso!

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(842) Sentindo um exemplo de predestinação.

Lembrei deste ensinamento do imperador romano Marco Aurélio [Fonte: “Meditações” – Texto Integral – Livro 5, Edição Especial de 1840 anos, publicação da Editora GARNIER]:

“8. Você tem duas razões para amar o que sucede em sua vida: uma, porque foi concebido e prescrito para você, e de qualquer modo já estava lá inserido, desde o princípio, no fio da sua vida; outra, porque aos olhos daquele que administra o universo, tudo o que se sucede a cada ser em particular concorre para à ordem, à perfeição e à própria continuidade do universo em si.”

Pensem nisso!

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(841) Sentindo com “Sentimento Divino”.

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