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São gratificantes e emocionam, essa manifestações de reconhecimentos da nossa proposta de buscas de “autoconhecimento” e de interiorização. Detalhe: Em sua maioria recebidos do exterior, o que não sei explicar. Hoje peço sua atenção para estas considerações do doutor em Educação Histórica, Daniel Medeiros, sobre Sísifo<, publicadas na Edição 171 da Revista Hunanitas, publicação da Editora Escala (numerei):
1. Conta a mitologia grega que Sísifo foi um cidadão condenado pelos deuses a uma tarefa inusitada: subir um morro carregando uma pesada rocha, apenas para vê-la deslizar por todo o trajeto percorrido e começar tudo outra vez. Essa imagem, de repetir a mesma árdua tarefa sem que se alcance o objetivo almejado, ilustrou, ao longo do tempo, a falta de finalidade da existência humana.
2. Sísifo é a personificação do homem comom, que se esfalta a vida inteira na esperança de, em algum momento, receber a recompensa merecida, mas tudo que acontece é um “quase”, seguido por uma nova empreitada morro acima.
3. Em algum momento, pode surgir a pergunta que é, segundo o filósofo Albert Camus, a única verdadeira questão da existência humana: o que fazer? Continuar? Ou, como diria o poeta João Cabral de Mello Neto,”pular da ponte da vida? Visto que, se estou escrevendo este texto e você o está lendo, optamos por continuar, ou seja, aceitamos o absurdo e buscamos, nele, um sentido para continuarmos em nossa faina de crescer, produzir, prover, cuidar, envelhecer e, só então, quando as pernas falharem, deixar a pedra rolar pela última vez.
4. Quando a pedra deslisar e se perder lá embaixo, estaremos no alto do morro e seremos livres. Não será por muito tempo, mas será um tempo único e incrível. Depois desceremos com o vento no rosto, sentindo as forças da natureza restaurando nosso cansaço. E será hora de encarar a pedra novamente, com a alegria de quem sabe o que está fazendo.
Quando escolhi a história de Sísifo para este nosso encontro, a minha inteção era perguntar se eles ainda existem entre nós. Estava tendente a concluir que não existem mais. Acontece que mudei de ideia quando reconheci que agora, as nossas pedras são as nossas “consciências” que nem sempre conseguimos escutar para mudar as nossas realidades de vida.
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.