(801) Sentindo em nós, o sentimento de DEUS.

O Divino está no nosso coração.

Não me lembro de quem são essas palavras, mas já pensei muito sobre elas e concordo. Gosto deste sentir de Clarice Lispector (1920-1977): – “Um dia, quando eu tiver mais vontade e se você ainda quiser, eu lhe falarei de como me mexo dentro de Deus.” Vejam que a manifestação desse seu sentimento, para mim é iluminação interior de “Plenitude Divina”. Isto porque a linguagem da nossa “ALMA” não é literal, mas em sua essência é de natureza simbólica com o nosso reconhecimento da existência em nós, no nosso coração, de uma nossa dimensão interior com essência de infinita “Espiritualidade Superior”.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(800) Sentindo a descoberta interior de nós mesmos.

A grande emoção na minha vida pessoal, foi a descoberta do eu e do não eu.”

São palavras do compositor Tom Jobim (1927-1994) em entrevista concedida a Clarice Lispector, ao ser perguntado sobre qual foi a grande emoção na sua vida pessoal (Fonte: Clarice Lispector – entrevista grandes personalidades, publicação da Editora Rocco, organizado pela especialista na obra de Clarice, a professora Claire Williams da Universidade de Oxford).

O que motivou a escolha dessas palavras de Tom Jobim, foi o que considero ser um expressivo exemplo de autoconhecimento. Defino-o como sendo um subjetivo reconhecimento da nossa “singularidade existencial”. Isto porque considero ser feliz, o ser humano que em uma determinada fase da sua vida, sabe identificar para si mesmo” as subjetivas descobertas do “seu eu” e do seu “não eu”.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(799) Sentindo a necessidade de criar um mantra de energia, para o nosso “Eu interior”.

O Eu interior é pura subjetividade, puro “eu sou” ou “eu sou aquilo que sou”, em oposição ao “eu sou isso” ou “isso é meu”, a imagem de si mesmo que constitui o ego.”

Que interessante explicação do Ayurveda, a “Ciência da Vida” como assim era conhecida pelos vedas há mais de cinco mil anos. Com outras palavras: – A medicina da mente e do corpo, que em síntese sempre teve por objetivo principal libertar os seres humanos da dor e do sofrimento, por meio de um reequilíbrio entre corpo, mente e espírito. Vejam que tudo isso está intimamente relacionado com as nossas subjetivas buscas de interiorizações. Certo é que todos nós precisamos conhecer o nosso “Eu interior“. Estou plenamente convencido disso! Resumindo: Com o seu “acreditar”, faça dele uma espécie de “força interior de cura”.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(798) Sentindo mais uma vez, Clarice Lispector.

Sabe o que eu quero de verdade? Jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma. Porque sem ela não poderia sentir a mim mesma…

Nunca vou esquecer dessas suas palavras. Vejam este outro seu “sentir”, eternizado com o seu poema “Alma Luz“. Para mim, o mais expresivo de todos os outros seus. Que maravilha de inspiração!:

Minha alma tem o peso da luz
Tem o peso da música
Tem o peso da palavra nunca dita,
Tem o peso de uma lembrança
Tem o peso de uma saudade
Tem o peso de um olhar
Pesa como pesa uma ausência
E a lágrima que não se chorou
Tem o imaterial peso de uma solidão no meio de outros
.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(797) Sentindo a necessidade de escutar o nosso coração.

A verdadeira riqueza não está nas coisas, mas no coração

Na compsição do nosso “mosaico existencial”, encontramos seres humanos que parecem já terem nascidos com suas futuras missões definidas. É o que eu chamo de “seres predestinados”. As palavras que escolhi para iniciar este nosso encontro são do Papa Francisco, da Igreja Católica. Elas não precisam de interpretações.
Em uma difícil escolha, vejam o que já disseram sobre o nosso “coração”:

Clarice Lispector: “Toda mulher leva um sorriso no rosto e mil segredos no coração.”; “Sorria sempre. Seus lábios não precisam traduzir o que acontece no seu coração.”; “Até onde posso vou deixando o melhor de mim… Se alguém não viu, foi porque não me sentiu com o coração.”; Cecília Meireles: “Liberdade de voar num horizonte qualquer, liberdade de pousar onde o coração quiser.”; Gabriel García Marquez: “Um verdadeiro amigo é alguém que pega a sua mão e toca o seu coração.”; Antoine de Saint-Exupéry: “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.” e em “O Pequeno Príncipe”. “Eis o meu segredo: é muito simples, só se vê bem com o coração.”; Mario Quintana: “Nos foram dadas duas pernas para andar, as duas mãos para segurar, dois ouvidos para ouvir, dois olhos para ver; mas por que só um coração? Porque o outro foi dado a alguém para nos encontrar.”; Charles Chaplin: “A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração.”; e Rubem Alves: “Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno.”.

Termino este nosso encontro, com este “sentir” de Edgar Morin:

“É preciso estar aberto para o incerto, para o inesprado. É preciso ser sensível ao fraco, ao acontecimento que nos surpreende.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(796) Sentindo sobre o espiritual em nós.

Existe uma “essência espiritual” para ser subjetivamente sentida em cada um de nós.

São minhas palavras. Muito cedo aprendi que todos nós somos esprirtualmente assistidos e predestinados para uma missão de vida, nesta nossa atual dimensão existencial. Por um silencioso processo de interiorização, devemos aprender desenvolver e fazer bem as nossas escolhas. Já refleti muito sobre a importância dessas palavras de Mark Nepo [leiam a mensagem 119, de 16/08/2016]:

– “O despertar não é um objetivo, mas uma canção que o coração segue entoando, assim como os pássaros cantam ao primeiro raiar do dia.”

Aproveito este nosso encontro para atender este recente pedido de um dos meus seguidores: – Falar sobre as escolhas humanas. Dentre muitos outros, vejam o que já disseram: Lya Luft, para quem dediquei esta nossa caminhada de “autoconhecimento” – “As pessoas são responsáveis e inocentes em relação ao que acontece com elas, sendo autoras de boa parte de suas escolhas e omissões.” / Pablo Neruda – “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” / Simone de Beauvoir – “O presente não é um passado em potência, ele é o momento da escolha e da ação.” / Sartre – “Viver é isso: Ficar se equilibrando o tempo todo, entre escolhas e consequências.” / Eleanor Roosevelt – “Eu sou quem eu sou hoje, por causa das escolhas que eu fiz ontem.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(795) Sentindo um exemplo de “sabedoria de viver”.

Não há saber mais nem saber menos, o que há na realidade são as múltiplas formas do conhecimento manifestadas em diversas nuanças.

São palavras do educador e filósofo, Paulo Freire (1921-1997). Também gosto desta sua síntese: – “Não se pode falar de educação sem amor.”
Penso assim: – A educação não é apenas uma necessidade existêncial, mas da nossa “realidade solidária”.
Resumindo: – É uma “virtude comportamental”, que subjetivamente também se manifesta através da escrita. Nesse sentido entendo ser a “essência existencial” que nos define como exemplo de “ser humano”.
O que motivou este nosso encontro foi a recente leitura da biografia de Antonio Paulo Filomeno, no seu livro de memórias – “Uma vida para contar” [Edição comemorativa dos seus setenta anos de idade, publicação da Crio Editora & Comunicação, ano 2016]. Recomendo para os meus seguidores, como exemplo de “sabedoria de viver”. Do Prefácio, gostei desta síntese do seu “sentir”: – “Quem escreve, vive muitas vidas.”
Certo é que o avanço existencial da nossa idade, nem sempre representa as nossas realidades, sejam elas de que natureza forem. Vejam este diálodo escrito por Clarice Lispector, em “Ruído de Passos”, p. 55:

“Quando é que passa?
– Passa o quê, minha senhora?
– A coisa.
– Que coisa?
– O desejo de prazer.
– Minha senhora, lamento lhe dizer que não passa nunca.
– Mas eu tenho oitenta e um anos de idade!
– Minha senhora, não importa. É até morrer.”

Termino, com este conhecido ditado popular: – “Idade não é documento!”.

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(794) Sentindo sobre o “I Ching – o livro das mutações.

Hoje fiquei diante da minha estante de livros. Aleatoriamente peguei o “I Ching” – o livro das mutações”, de Richard Wilhelm.

O prefácio é de Jung, publicação da Editora Pensamento, de São Paulo. Resumindo, detive minha atenção para estas partes (numerei):
1. “Nem todos os indivíduos estão igualmente aptos a consultar o oráculo. Para fazê-lo é necessário uma mente tranquila, receptiva às influências cósmicas ocultas nas humildes varetas usadas no processo divinatório. Enquanto produto de reino vegetal elas eram vistas como estando relacionadas com as fontes da vida. As varetas eram obtidas como estando relacionadas com as fontes da vida. As varetas eram obtidas de plantas consideradas sagradas.” 2. “Nos Analetos diz-se que Confúcio, diante de um rio disse: “Tudo segue, fluindo, como um rio, sem cessar, dia e noite”. Isso exprime a idéia de mutação. Aquele que percebe o significado da mutação, fixa sua atenção não mais sobre os entes transitórios e individuais, mas sobre o imutável e eterna lei que atua em toda mutação. Essa é o “Tao”, de Lao-Tse, o curso das coisas, o princípio Uno no interior do múltiplo.”
Explica Jung:

– “O I Ching não oferece peovas nem resultados; não faz alarde de si nem é de fácil abordagem. Como se fora uma parte da natureza, espera até que o descubramos. Não oferece nem fatos nem poder, mas para os amantes do autoconhecimento e da sabedoria – se é que existem -, parece ser o livro indicado. Para alguns, seu espírito parecerá tão claro como o dia; para outros, sombrio como o crepúsculo; para outros ainda, escuro como a noite. Aqueles a quem ele não agradar não têm por que usá-lo, e quem se opuser a ele não é obrigado a achá-lo verdadeiro. Deixem-no ir pelo mundo para beneficio dos que forem capazes de discernir sua significação.” [Texto da Editora Pensamento, reproduzido da última capa do livro que fiz referência no início deste nosso encontro.].

Detalhe: Eu consultei o oráculo “I Ching – o livro das mutações”, e os acertos foram por mim comprovados.

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(793) Sentindo que podemos modificar imagens sensoriais, das nossas realidades.

A única esperança de tranformação é que você possa mudar a si mesmo. Essa é a única esperança, não há outra. É necessário consciência para ser feliz. É necessário percepção para ser feliz.”

São palavras do guru espiritualista OSHO (1931-1990). O que motivou este nosso encontro foi a “mesmice existencial” dessas pessoas que vivem acomodadas, sem sonhar com possíveis mudanças pelo fluir do seu existir. Elas não manifestam para si, novas possibilidades transformações no seu “modo de ser”. Agora prestem atenção: – No seu livro, “A jornada de ser humano”, publicação da Editora Academia – São Paulo, com tradução de Magda Lopes, ele ensina que nós não somos dependentes e nem independentes da vida, mas somos “interdependentes” e vinculados um ao outro. Isto porque, figurativamente, não somos fisicamente como uma “ilha” no arquipélago da humanidade.
Por uma analogia existencial, vejam este exemplo: – As flores e as abelhas são “interdependentes”. Para sobreviver a “abelha” depende do néctar, e a flor precisa da abelha para realizar a polinização e reproduzir. Outro exemplo: – O apego humano, seja de que natureza for, cria uma relação mútua de “interdependência”. Aliás, até o sofrimento pode nos tornar seres prisioneiros de nós mesmos.
Gosto deste ensinamento do “Buda” Sidarta Gautama: – “Quando sabemos como o sofrimento surgiu, já estamos no caminho de nos libertar dele”. Por sua vez, vejam este interessante ensinamento do monge budista vietnamita, Thich Nhat Hanh, que foi indicado por Martin Luther King ao prêmio Nobel da Paz:

– “O objeto de nossa mente pode ser uma montanha, uma rosa, a lua cheia, ou a pessoa que está a nossa frente. Acreditamos que estas coisas existem fora de nós, como entidades separadas. Mas na verdade, os objetos da percepção são parte de nós mesmos, e isto inclui as ossas sensações. O universo inteiro é objeto de nossa percepção, e como tal não existe apenas fora de nós, mas também dentro de nós.”

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(792) Sentindo ensinamentos de sabedoria do Budismo.

É lindo viver emoções intensas, porque a alma se sente mais viva e envolvida com os acontecimentos. Essas emoções não duram muito tempo, porque logo depois a realidade concreta exige medidas práticas e organizadas.

Nesta sua participação de nº 186, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga no seu horóscopo divulgado hoje, dia 04/06/2026. Agora, prestem atenção: – Muito cedo aprendi com o Psicólogo Nico Frijda (1927-2015), que a emoção é um processo de origem inconsciente. Todos nós sabemos disso porque ninguém, antes e de modo consciente, diz para si mesmo que quer se emocionar. Mas obtendo anteriormete informações sobre determinados “eventos futuros”, poderá reconhecer que vai se emocionar. Chamo isso de antecipada e subjetiva previsibilidade de “autoconhecimento”.
Eu fiquei emocionado com a iniciativa de idealizar este encontro sobre o “Buda”, Gautama Sidarta. Para ele, em nossas vidas tudo se manifesta para nós em um fluxo. Por este motivo, não encontrei nenhuma dificuldade para realizar este encontro sobre o “budismo”.

Termino, com esta explicação do mestre Zen Thich Nhat Nanh, que encontrei no seu livro “A Essencia dos Ensinamentos de Buda”, publicação da Editora Rocco, com tradução de Anna Lobo, que recomendo a leitura:

– “Os ensinamentos budistas têm a intenção de despertar o nosso verdadeiro estoque de conhecimentos.”

Pensem nisso!

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