“Na vida psíquica do bebê, o seio tem simbolismo que requer o olhar atento aos novos papéis identitários que o nascimento de um filho impõe a homens e mulheres , mas é também ótima oportunidade de fortalecer relações de parceria.”
São palavras da psicanalista Denise de Sousa Feliciano (SBPSP), que também é mestra e doutora em Psicologia pela USP em pesquisas sobre amamentação. Ao iniciar este nosso encontro, sinto a sensação de importância diviva da ser mãe. Para vocês, dedico esta mensagem. Das considerações da psicanalista Denise, gostei muito desta parte:
– “O “eu” no nascimento, não tem coesão. A mãe e os cuidados essenciais permitem que haja a sensação de integração que chamamos de “pele psíquica” (Bick, 1968; Barros, 2013). O bebê não percebe a mãe como um outro, ele a vê como uma parte de si e tem a ilusão de que cria o seio quando precisa dele (Winncott, 1956).”
Por sua vez, vejam que interessante: – “Os primeiros três anos de vida são pedra fundamental da saúde mental de um indivíduo. Desde o ventre, as experiências vividas com a mãe e/cuidadores são marcas que perduram na dinâmica relacional ao longo de sua vida. Nesse cenário das primeiras relações, o seio ocupa um lugar central, não apenas por ser sua primeira fonte de alimento, mas também a fonte de prazer e conforto que pode representar.”
Pensem nisso, e divulguem para as futuras mães que você conhece.
Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As considerações da psicanalista Denise foram publicandas na Edição 154 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala.
Muita paz e harmonia espiritual para todos.