(707) Sentindo sabedoria, na conquista interior dos nossos desejos.

I’m not sure where you are getting your information, but good topic. I needs to spend some time learning more or understanding more. Thanks for wonderful information I was looking for this information for my mission.”
Tradução: “Não sei de onde você tirou suas informações, mas é um bom tópico. Preciso dedicar um tempo para aprender ou entender mais sobre o assunto. Obrigado pelas ótimas informações; eu estava procurando por isso para a minha missão.”

Não consigo entender por que há muito, diariamente meus seguidores são muitos do exterior? Aqui do Brasil, somente me acompanham os amigos próximos para quem aviso minhas postagens. Da recebida à cima, o que chamou minha atenção foram essas palavras – “I was looking for this information for my mission”. Isto porque como sempre acreditei e continuo acreditando, nesta dimensão existencial de vida todos nós temos uma “missão” de buscas de necessárias de melhorias em todos os sentidos e, principalmente, para o nosso procecesso de evolução esprritual por dimensões infinitas. Repito: Sempre acreditei nisso. Neste nosso encontro há um detalhe interessante para o qual peço a sua atenção. Explico: A minha intenção era de iniciá-lo com estas palavras Mahatma Gandhi, que foi um líder espiritual e ativista indiano, nascido em 1869 e assassinado em Nova Delhi em 1948:

– “A NATUREZA PODE SATISFAZER TODAS AS NECESSIDADES DO SER HUMANO, MAS NÃO A SUA AMBIÇÃO.”

Sempre fico impressionado como as gerações antigas tinham facilidade, de através da escrita, dizer tudo com poucas palavras. Mesmo assim trago estas minhas considerações: 1. Nós não devemos ficar de braços cruzados, esperando os atendimentos das nossas necessidades. 2. Devemos estar sempre conscientes de que nesta dimensão existencial de vida, estamos aqui para evoluir em todos os sentidos; mas isso depende apenas e exclusivamente de cada um de nós. 3. Tem sido assim que, subjetivamete, também explico para mim os nossos merecimentos. 4. Todos nós temos o direito de ter nossas ambições, no sentido de melhor atender muitos dos nossos desejos de realizações, mas sempre com moderação e principalmente respeitando os dos próximos. 5. Acredito que tudo o que merecemos só nós pertence, mas precisamos saber esperar sempre com moderação. 6. Muito cedo me ensinaram “que tudo acontece “quando” e “como” tem que acontecer, não apenas como desejamos e queremos que aconteça em nossas vidas”.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(706) Sentindo a necessidade de pensar sobre a velhice.

O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe, pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã.”

Que primorosa reflexão de Leonardo da Vinci (1452-1519). Mas os tempos mudaram, parecendo-me que muitos poucos falam sobre a velhice, que é inevitável. O que motivou a escolha deste tema foi a minha leitura destas considerações de Daniel Medeiros, que é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo, publicado na Edição 180 da Revista Humanitas, da Editora Escala. Ele inicia com estas suas palavras:

– “Ficar velho era o fim de um percurso. O lugar da parada, do descanso, da espera. Um velho era respeitado porque podia ver, do alto, de longe, o que ainda havia pela frente de toda a gente e, com sua experiência, sua “vivência”, aconselhava, ponderando sobre os caminhos mais generosos para a jornada da existência. Isso era assim. Não é mais. Com o aumento incessante da expectativa de vida, não será nenhuma surpresa que as pessoas nascidas na segunda metade do século 20 vivam mais de cem anos. Quem afirma é o pesquisador David McCartthy, da Universidade da Geórgia. Ele diz: “Nossas estimativas indicam que há 95% de chance de que a última mulher sueca nascida em 1950 só morra com idade entre 117 e 125 anos. Portanto, em algum momento entre 2067 e 2075. (…) Basta observarmos os grandes ídolos da música e seus megashows em estaádios ou teatros lotados: Milton, Caetano, Betânia, Chico, Ney, Gil, todos passados de oitenta, todos em uma forma física, mental e artística espetacular.”

Aprendi muito cedo que a teoria na prática muda, por motivos de causalidades alheios a nossa vontade. Mas a minha escolha deste tema para este nosso encontro, foi para sugerir que como somos seres únicos, donos das nossas realidades existenciais, devemos acreditar que ainda vamos viver muito mais, independente da nossa idade atual.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(705)Sentindo a necessidade de cuidados com a solidão, que pode ser alimentada pela internet.

I’ve been surfing online more than 3 hours lately, yet I by no means found any fascinating article like yours.
It is lovely value enough for me. In my view, if all website owners and bloggers made excellent content material as you did, the web will probably be a lot more helpful than ever before
.”
Tradução: “Tenho navegado na internet por mais de 3 horas ultimamente, mas nunca encontrei um artigo tão interessante quanto o seu. É de grande valor para mim. Na minha opinião, se todos os proprietários de sites e blogueiros criassem conteúdo excelente como você, a internet seria muito mais útil do que nunca.” Recebi esse comentario, em uma das mensagens do sensibililadedaalma.com.br. Também sempre pensei assim, mas reconheço ser muito difícil mudar essa realidade. Gosto muito destas palavras de “Yasmin Brunet” – “Internet é muito legal. Principalmente para pessoas solitária.”Várias vezes já citei aqui, inclusive recentemente, este entendimento conclusivo do Psicólogo e mestre em Neurociências e Comportamento, Marco Callegaro:

– O cerebro emocional e social não faz distinção finas e incorpora a percepção de isolamento, sem considerar que estamos vendo uma montagem de melhores momentos. Paradoxalmente, uma rede social pode contribuir para a solidão, ao induziruma percepção exagrada da socialização dos outros e um sentimento de estar à parte da festa da vida.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(714) Sentindo a dor das ausências.

Todos nós precisamos “procurar”, “encontrar” e saber escolher o que nos completa.”

São minhas palavras e muitas vezes silenciosas, nos meus momentos de “incompletudes”. O que motivou este nosso encontro foi a leitura do artigo “Um inventário de saudades”, de Helena Cunha Di Ciero, que é membro efetivo da Sociedade Brasilira de Psicanálise de São Paulo (BPSP). Dele destaco:

– “A incompletude é responsável pelo meu desenvolvimento, porque não me basto, procuro o outro. Eu me associo, crio. Podemos pensar que o sentimento mais poderoso do mundo, o amor, é complementar ao mais temido: a ausência.”

Ela justificou o título do seu artigo com estas considerações:

– “Talvez seja este o trato: não há como permanecer vivo sem sentir falta de algo. Todos nós temos um inventário de saudades que ganha ao longo da vida mais elementos. A lista é longa e os itens crescem conforme andam os ponteiros do relógio. O filme “Aftersun” foi motivado pelas saudades que a diretora, Charlotte Wells, sentia do pai. O desejo era de contar para o mundo todo que ele havia existido. Ela deu a eles uma cena inesquecível de uma dança sublime. Ao fundo, tocava Queen: this is our last dance, this is our song. E a música combinava tanto com a cena, de um jeito tão doce, que a saudade se transfornou numa coreografia espontânea e bonita que lembrou todas as últimas danças de todas as pessoas que assistiam. Já não era mais só a violência e o buraco da saudade, existia também uma cena de ternura. Sentimento que floresce em quem assiste ao dueto dos atores Frankie Corio e Paul Menescal numa das últimas cenas do filme.”

Sobre a dor da saudade, ela ensinou:

– “A dor precisa ser transfornada; para que uma falta seja elaborada, é preciso de tempo. É ele o único capaz de mudar uma falta na prateleira dentro da nossa alma. O tempo transforma a dor, mas é fundamental ter paciência, essa virtude em desuso.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As cnsiderações da Pisicanalista Helena Cunha Di Ciero foram reproduzidas da Edição 181 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(713) Sentindo nossas rotinas, como fontes de aprendizados.

It’s nearly impossible to find well-informed people forr this subject, but you seem like you know what you’re tawlking about! Thanks. [Tradução: É quase impossível encontrar pessoas bem informadas sobre este assunto, mas você parece saber do que está falando! Obrigado].

Foi muito gratificante para mim, a repercurssão de quando iniciei a mensagem 711 com um comentário recebido do exterior. Mas não foi surpresa porque, nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores, o meu maior número de seguidores não residem no Brasil. Outro detalhe que merece a nossa atenção, refere-se ao fato de que o comentário acima foi feito sobre a mensagem 126, que já está com mais de oitocentos acessos. Escolhi para iniciar este nosso encontro, estas palavras do astrólogo Oscar Quiroga, no seu horóscopo divulgado hoje, dia 28/02/2026:

– “Continue fazendo o que está ao seu alcance para manter tudo funcionando da melhor maneira possível, especialmente no que diz respeito à rotina, que não tem nada de espetacular, mas é a base de tudo o mais em sua vida.”

São de uma clareza cristalina, mas confesso que ainda não tinha pensado nisso. Talvez seja porque em nossas realidades, muitas das rotinas são repetitivas e podem nos acomodar. Por esta razão, sempre que possível ocupo o meu tempo dedicando-me à leitura de temas diversos. Escolhi essa previsão astrológica de Quiroga [em forma de aconselhamento], porque gostei muito desta sua parte conclusiva [repetida com esta minha síntese de escrita]

AS ROTINAS SÃO A BASE DE TUDO EM NOSSAS VIDAS, CABE A CADA UM DE NÓS SABER APRENDER COM ELAS.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(712) Sentindo a importância interior das nossas convicções.

Na visão de um objeto podemos usar várias perspectivas, o objeto não muda, o que muda é o nosso olhar.”

São palavras do filósofo Ludwing Wittgenstein (1889-1951). Sempre gostei no seu jeito de escrita, do que eu chamo de “brincar com as palavras”. Assim como a famosa máxima do filósofo ateniense Sócrates – “Eu só sei que nada sei”. Outros exemplos de Ludwing: – “Os limites do meu conhecimento são os limites do meu mundo.” e “Ao sentido da vida, isto é, ao sentido do mundo, nós o podemos chamar Deus. Crer em um Deus quer dizer entender a pergunta pelo sentido da vida. Crer em um Deus quer dizer que não bastam os fatos do mundo. Crer em um Deus significa ver que a vida tem um sentido”.
Para mim, considero que na sua época todas essas suas manifestações foram simplesmente fantásticas. Mas ” objeto não muda, o que muda é o nosso olhar”, prova que cada um de nós somos seres únicos, com as nossas diferentes e subjetivas percepções de realidades. Não quero com isso invalidar as comprovações científicas. Jamais! Isto porque com as divergências de conhecimentos, novas ideias surgem.

Termino este nosso encontro [o segundo de hoje], com esta síntese de Aristóteles (384 a.C-322 a.C):

– “O CONHECIMENTO É O ATO DE ENTENDER A VIDA

(711) Sintindo a luz do Sol em nossas vidas.

“This site was… how do you say it? Relevant!! Finally I’ve found something which helped me. Thanks a lot!. [Tradução: Este site foi… como posso dizer? Relevante! Finalmente encontrei algo que me ajudou. Muito obrigado!].

Sinto-me realizado com esse tipo de manifestações, que diariamente tenho recebido do exterior. Com uma média de mais de trezentas, não tenho condições de agradecer todos os comentários. Fico emocionado e, com este encontro, agradeço a todos. A cada dia estou mais convencido de que todos nós, seres humanos, precisamos “voltar-se para si mesmo”. Este é o meu único objetivo nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores.

A grande maioria dos temas dos nossos encontros, surgem naturalmente em minha mente. Muito cedo fiquei convencido de que cada um de nós, nesta dimensão de vida, temos uma missão de buscas de melhorias existenciais e, principalmente, espiritual. Todos nós fazemos parte de uma mesma totalidade de origem com essência Divina. Hoje peço sua atenção as palavras de Volneny J. Berkenbrock, que é doutor em Teologia pela Rheinische Friedrich-Wilhelms-Universität, de Bonn, na Alemanha, e leciona Teologia Sistemática no Instituto Teológico Franciscano em Petrópolis, no Rio de Janeiro:

CULTURA RELIGIOSA
Os Incas e o Deus-sol. Os povos Incas, que desenvolveram uma ampla civilização nos Andes antes da chegada dos espanhois, tinham uma religião fortemente ligada a cultos solare. Em sua mitologia, o sol conhecera diversas eras, quando finalmente seu filho, Manco Capac, teria ocupado o vale de Cuzco para estabelecer a sua civilização. No Templo do Sol, em Cuzco, está demonstrada uma hierarquia cósmica, na qual o Sol ocupa o primeiro lugar, acima da Lua. Em sequêcia vem o trovão, que espalhara as estrelas na via láctea, seguido da Terra, chamada de Pacha Mama. Este lugar não era de realizações, mas mais um espaço de aspectos infernais. A população rural cultivava divindades locais, ligadas à fertilidade do solo.”

Termino este nosso encontro, com a subjetividade deste meu “sentir”:

ABRA AS JANELAS DA SUA ALMA, E DEIXE A LUZ DO SOL ENTRAR E ILUMINAR SUA VIDA!.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As palavras de Volney J. Berkenbrock, fora reproduzidas da folhinha descartável de ontem, dia 25/02/2026, do Calendário “Coração de Jesus, Abençoai este Lar”

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(710) Sentindo que também somos levados pelas águas de rios desconhecidos.

“O que for teu desejo, assim será tua vontade. O que for tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino.”

São palavras do médico Deepak Chopra. Entendo que esse seu “sentir” se aplica mais para nós, quando crescemos e temos desejos futuros de realizações. Sou de uma época em que na minha infância, em boa parte da minha adolescência, muitos já me perguntavam o que eu queria ser quando crescer. Hoje lembrei disso porque na condição de assinante, recebi a Edição 190 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala. Nela encontrei esta narrativa da doutora em Filosofia, Monica Aiub [por mim resumida]:

– Ao ser entrevistado em 1965, Guimarães Rosa afirmou “que gostaria de ser um crocodilo, porque amava os grandes rios, pois são profundos como a alma do homem. Na superfície são muito vivazes e claros, mas nas profundezas são tranquilos e escuros como os sofrimentos dos homens. Amo ainda mais uma coisa de nossos grandes rios: sua eternidade. Sim, rio é uma palavra mágica para conjugar eternidade.”

Gostei desta conclusão de Monica:

– “O pai, ao ir para o meio do rio com sua longa canoa, deixa os afazeres cotidianos, o habitual, e constitui novos hábitos. Em sua canoa só cabe ele, e cabe somente a ele riscar a terceira margem. Ao fazê-lo, ele se funde com o rio, largo, profundo, escuro, eterno. A humanidade que somos e que nos tornamos em cada escolha, em cada ação. Quais serão as nossas escolhas e ações no curso desse “rio”? Riscaremos a “terceira margem”?

Infelizmente muitos de nós ainda conduzimos nossas canoas por águas indesejadas, e somos levados para infinitos destinos desconhecidos.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(709) Sentindo mais uma vez Oscar Quiroga, para você pensar.

1. Nem sempre é possível compreender o que acontece racionalmente, porém, você sempre terá à disposição os sentimentos, que por não passarem pelo sistema lógico conseguem assim sintetizar muito bem o que anda acontecendo.

2. Havendo bons sentimentos e boas intenções, só falta você tomar as iniciativas pertinentes que sejam reflexo dessas condições, porque se não tomar nenhuma atitude, ninguém será obrigado a adivinhar seus sentimentos.

Foram divulgadas no seu horóscopo de hoje, dia 22/02/2026.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(708) Sentindo o foco sensorial, das nossas percepções subjetivas.

1. “Os sentimentos são invisíveis, nós podemos apenas enxergar seus vestígios e sinais aparentes, mas nunca a intensidade de seu fluxo misterioso. Isso prova que, mesmo que algo seja invisível, continua sendo real.”
2. “Procure dar razão aos seus sentimentos, para que sua alma possa encontrar a orientação adequada neste momento, em que precisa tomar algumas decisões. Os sentimentos são puros, não se intoxicam com raciocínios.”

Nesta sua participação de número 175, em nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em duas previsões astrológicas do seu horóscopo divulgado hoje, dia 21/02/2026, com esta introdução:

– “A Vida é um mistério no qual nos movimentamos e experimentamos ser, e é de operação imparcial, sem preferências, pois, brinda com suporte para o que apreciamos e também para o que abominamos.
Poderia te dizer, com licença poética, que a Vida é o que acontece enquanto estamos preocupados e ensimesmados com nossas angústias, ou entretidos com os vídeos das redes sociais, porém, a Vida é tudo, absolutamente tudo, somos nós refletindo e somos nós perdendo tempo também, a Vida contempla absolutamente tudo.
Agora, conseguir perceber com a mesma imparcialidade que a Vida opera, esse é o maior objetivo que um ser humano pode almejar, porque ao conseguir ter essa percepção, o humano pode ser sério ou pode perder tempo, mas nada nem ninguém o amarrará, é o humano livre.”

Pergunto para você, o que podemos acrescentar? A minha resposta é “nada”. Considero Quiroga um ser humano iluminado, e muito consciente da sua missão nesta dimensão de vida. O que me motivou escolher as suas duas previsões que selecionei para iniciar este nosso encontro, foi o fato que em meus momentos de indecisão aprendi escutar mais os meus sentimentos, do que os meus conhecimentos adquiridos. Vejam que interessante: No seu artigo “Filosofia e coflito subjetivo”, esclarece Daniel Borgoni, pesquisador de pós-doutorado de Filosofia da USP:
– “A filosofia, disse Aristósteles, nasce do espanto, uma perplexidade que surge quando miramos nossos olhos no mundo e nos perguntamos “por que é, “o que é” e “como é”. Embora necessário, o espanto filosófico não é condição suficiente para a filosofia, na medida em que a pessoa que a ela se dedica deve passar por vários enfrentamentos. Um deles é de ordem cognitiva, diz respeito ao esforço que a pessoa tem de fazer para entender o encadeamento lógico do pensamento da autora ou do autor que está lendo, por exemplo.”

Por sua vez, peço sua atenção para estas considerações de João de Fernandes Teixeira, que também possui formação em Filosofia: -“Estados mentais são subjetivos, ou seja, experimentados em primeira pessoa. Quando sinto uma dor posso até descrevê-la para o médico, mas a sensação é intransferível, as palavras nunca chegam a descrevê-la na sua totalidade ou na forma que sua intencidade possa ser precisamente determinada por outra pessoa. Tampouco adiantaria um neurocientista descrever os circuitos cerebrais responsáveis pela dor. Quando eles são ativados, podemos saber que a pessoa sente dor, mas são insuficientes para determinar quão intensa ela é.”

Termino, com esta informações do médico e psicoterapeuta junguiano, Carlos São Paulo: – “Jung chamou de funções psíquicas irracionais aquelas que nos fazem perceber o mundo além da lógica e da razão. Há dois grandes grupos nessa categoria: sensação e intuição. O primeiro atende bem à “organização vertical” e percebe o mundo por meio dos cinco sentidos. É uma sensação determinada sobretudo pelo objeto. Para os que estão nesse grupo, “nada exite além do concreto e do real; considerações sobre ou além disso são aceitas apenas enquanto fortalecem a sensação. Os intuitivos absorvem os fenômenosque presenciam de forma subliminar à consciência e só vai perceber que está se orientando de modo acertado, sem ter consciência das etapas, quando finalmente tem seu momento de intuição. Por ter a função sensação subliminar à consciência eles sentem a tarefa desagradável por estarem focando no resultado final e sofrem com isso.”

Pensen nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. A citaçções de strong>Daniel Borgoni e João de Fernandes Teixeira foram publicadas nas Edições 145 e 142 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala. De Jung, na Edição 112 da Revista PISIQUE, também da Rditora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

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