(707) Sentindo que tudo tem um propósito em nossas vidas.

Aprendi com a monja Coen este ensinamento:

– “O buismo encerra três ensinamentos fundamentais: 1. Todas as coisas são impermanentes. 2. Nada tem uma natureza própria, intrínseca, fixa e imutável. 3. Tudo pode viver em paz e quietude de nirvana. Entenda que nada é fixo, nada é permanente. Nenhuma condição é fixa ou determinada. Não é a questão de uma coisa passar por mudanças. Significa que todas as coisas, inclusive você, estão sepre mudando.

Com esse número de mensagens não tenho condições de comprovar se anteriormente já enriqueci esta nossa caminhada para o “autoconhecimento” com esse ensinamento. Estou acreditando que sim. Mas deve existir uma explicação para isso. Entendo que alguem esteja precisando desse precioso ensinamento. Além disso, faço o que o meu coração manda. Sugiro que você leia com atenção e avalie se está sendo merecedor da sua atenção. Nada na vida da gente acontece por acontecer; tudo que para nós se manifesta tem uma subjetiva finalidade. Eu acredito.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(706) Sentindo a necessidade de cuidados, com a poluição sonora.

Sentindo a importância da percepção auditiva.

São minhas palavras, que nos ajuda a nos orientar em muitas das nossas inteirações existenciais, principalmente diante do que para nós, ainda é desconhecido. Me foram intuidas após a leitura destas considerações da doutora em Filosofia (PUC-SP), MONICA AIUB, sobre “Ler, Escutar e Pensar”, divulgadas na Edição 171 da Revista Humanitas, publicação da Editotra Escala:

– “David Burrow (1990) levantou a hipótese de que a forma como nós, humanos, experienciamos os sons seria responsável por nossas capacidades de pensamento, expressão e comunicação. Isso ocorreria porque os sons nos permitiriam um distanciamento do mundo material, propiciando o surgimento do pensar. Porém, hoje, para que possamos ser mais produtivos, para aproveitarmos melhor o tempo, não nos permitimos o distanciamento do mundo material, não nos dedicamos exclusivamente à leitura ou à escuta. Fazemos isso enquanto desempenhamos muitas outras tarefas, algumas delas inconciliáveis em tempos anteriores. Com isso, estaríamos alterando nossas capacidades cognitivas? Seria o fim da leitura? A dispersão provocada pela realização de várias tarefas concomitantemente afetaria nossa escuta? E o nosso pensar? Conseguimos observar as implicações de nosso desejo de produtividade cada vez maior em nossa saúde, no clima, nas relações sociais… em nosso pensar… O que seremos: espectadores passivos que servem como engrenagens de uma “máquina produtiva” ou seres pensantes, críticos e criativos, capazes de gerar modos de vida mais sustentáveis?”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(705) Sentindo os Sísifos, dos nossos tempos.

“strong)Good article! We will be linking to this particularly great article on our site. Keep up the good writing. Tradução: Ótimo artigo! Vamos incluir um link para este excelente artigo em nosso site. Continue escrevendo bem.

São gratificantes e emocionam, essa manifestações de reconhecimentos da nossa proposta de buscas de “autoconhecimento” e de interiorização. Detalhe: Em sua maioria recebidos do exterior, o que não sei explicar. Hoje peço sua atenção para estas considerações do doutor em Educação Histórica, Daniel Medeiros, sobre Sísifo<, publicadas na Edição 171 da Revista Hunanitas, publicação da Editora Escala (numerei):
1. Conta a mitologia grega que Sísifo foi um cidadão condenado pelos deuses a uma tarefa inusitada: subir um morro carregando uma pesada rocha, apenas para vê-la deslizar por todo o trajeto percorrido e começar tudo outra vez. Essa imagem, de repetir a mesma árdua tarefa sem que se alcance o objetivo almejado, ilustrou, ao longo do tempo, a falta de finalidade da existência humana.
2. Sísifo é a personificação do homem comom, que se esfalta a vida inteira na esperança de, em algum momento, receber a recompensa merecida, mas tudo que acontece é um “quase”, seguido por uma nova empreitada morro acima.
3. Em algum momento, pode surgir a pergunta que é, segundo o filósofo Albert Camus, a única verdadeira questão da existência humana: o que fazer? Continuar? Ou, como diria o poeta João Cabral de Mello Neto,”pular da ponte da vida? Visto que, se estou escrevendo este texto e você o está lendo, optamos por continuar, ou seja, aceitamos o absurdo e buscamos, nele, um sentido para continuarmos em nossa faina de crescer, produzir, prover, cuidar, envelhecer e, só então, quando as pernas falharem, deixar a pedra rolar pela última vez.
4. Quando a pedra deslisar e se perder lá embaixo, estaremos no alto do morro e seremos livres. Não será por muito tempo, mas será um tempo único e incrível. Depois desceremos com o vento no rosto, sentindo as forças da natureza restaurando nosso cansaço. E será hora de encarar a pedra novamente, com a alegria de quem sabe o que está fazendo.

Quando escolhi a história de Sísifo para este nosso encontro, a minha inteção era perguntar se eles ainda existem entre nós. Estava tendente a concluir que não existem mais. Acontece que mudei de ideia quando reconheci que agora, as nossas pedras são as nossas “consciências” que nem sempre conseguimos escutar para mudar as nossas realidades de vida.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(708) Sentindo o nosso trabalho, principalmente com fonte de crescimento interior.

O trabalho não é apenas uma obrigação, é uma oportunidade para fazer a diferença no mundo.”

São palavras de Martin Luther King Jr. Todo trabalho, seja de que natureza for, são fontes de crescimento e aprendizado. Gosto destas palavras de Sigmund Freud (1856-1939):

– “Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa.”

Em qualquer tipo de trabalho, o mais importante é você gostar do que faz. Agindo assim, subjetivamente despertamos em nós mesmos e para nós, nossas fontes de criatividades em todos os sentidos do nosso existir e viver.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(707) Sentindo sabedoria, na conquista interior dos nossos desejos.

I’m not sure where you are getting your information, but good topic. I needs to spend some time learning more or understanding more. Thanks for wonderful information I was looking for this information for my mission.”
Tradução: “Não sei de onde você tirou suas informações, mas é um bom tópico. Preciso dedicar um tempo para aprender ou entender mais sobre o assunto. Obrigado pelas ótimas informações; eu estava procurando por isso para a minha missão.”

Não consigo entender por que há muito, diariamente meus seguidores são muitos do exterior? Aqui do Brasil, somente me acompanham os amigos próximos para quem aviso minhas postagens. Da recebida à cima, o que chamou minha atenção foram essas palavras – “I was looking for this information for my mission”. Isto porque como sempre acreditei e continuo acreditando, nesta dimensão existencial de vida todos nós temos uma “missão” de buscas de necessárias de melhorias em todos os sentidos e, principalmente, para o nosso procecesso de evolução esprritual por dimensões infinitas. Repito: Sempre acreditei nisso. Neste nosso encontro há um detalhe interessante para o qual peço a sua atenção. Explico: A minha intenção era de iniciá-lo com estas palavras Mahatma Gandhi, que foi um líder espiritual e ativista indiano, nascido em 1869 e assassinado em Nova Delhi em 1948:

– “A NATUREZA PODE SATISFAZER TODAS AS NECESSIDADES DO SER HUMANO, MAS NÃO A SUA AMBIÇÃO.”

Sempre fico impressionado como as gerações antigas tinham facilidade, de através da escrita, dizer tudo com poucas palavras. Mesmo assim trago estas minhas considerações: 1. Nós não devemos ficar de braços cruzados, esperando os atendimentos das nossas necessidades. 2. Devemos estar sempre conscientes de que nesta dimensão existencial de vida, estamos aqui para evoluir em todos os sentidos; mas isso depende apenas e exclusivamente de cada um de nós. 3. Tem sido assim que, subjetivamete, também explico para mim os nossos merecimentos. 4. Todos nós temos o direito de ter nossas ambições, no sentido de melhor atender muitos dos nossos desejos de realizações, mas sempre com moderação e principalmente respeitando os dos próximos. 5. Acredito que tudo o que merecemos só nós pertence, mas precisamos saber esperar sempre com moderação. 6. Muito cedo me ensinaram “que tudo acontece “quando” e “como” tem que acontecer, não apenas como desejamos e queremos que aconteça em nossas vidas”.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(706) Sentindo a necessidade de pensar sobre a velhice.

O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe, pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã.”

Que primorosa reflexão de Leonardo da Vinci (1452-1519). Mas os tempos mudaram, parecendo-me que muitos poucos falam sobre a velhice, que é inevitável. O que motivou a escolha deste tema foi a minha leitura destas considerações de Daniel Medeiros, que é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo, publicado na Edição 180 da Revista Humanitas, da Editora Escala. Ele inicia com estas suas palavras:

– “Ficar velho era o fim de um percurso. O lugar da parada, do descanso, da espera. Um velho era respeitado porque podia ver, do alto, de longe, o que ainda havia pela frente de toda a gente e, com sua experiência, sua “vivência”, aconselhava, ponderando sobre os caminhos mais generosos para a jornada da existência. Isso era assim. Não é mais. Com o aumento incessante da expectativa de vida, não será nenhuma surpresa que as pessoas nascidas na segunda metade do século 20 vivam mais de cem anos. Quem afirma é o pesquisador David McCartthy, da Universidade da Geórgia. Ele diz: “Nossas estimativas indicam que há 95% de chance de que a última mulher sueca nascida em 1950 só morra com idade entre 117 e 125 anos. Portanto, em algum momento entre 2067 e 2075. (…) Basta observarmos os grandes ídolos da música e seus megashows em estaádios ou teatros lotados: Milton, Caetano, Betânia, Chico, Ney, Gil, todos passados de oitenta, todos em uma forma física, mental e artística espetacular.”

Aprendi muito cedo que a teoria na prática muda, por motivos de causalidades alheios a nossa vontade. Mas a minha escolha deste tema para este nosso encontro, foi para sugerir que como somos seres únicos, donos das nossas realidades existenciais, devemos acreditar que ainda vamos viver muito mais, independente da nossa idade atual.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(705)Sentindo a necessidade de cuidados com a solidão, que pode ser alimentada pela internet.

I’ve been surfing online more than 3 hours lately, yet I by no means found any fascinating article like yours.
It is lovely value enough for me. In my view, if all website owners and bloggers made excellent content material as you did, the web will probably be a lot more helpful than ever before
.”
Tradução: “Tenho navegado na internet por mais de 3 horas ultimamente, mas nunca encontrei um artigo tão interessante quanto o seu. É de grande valor para mim. Na minha opinião, se todos os proprietários de sites e blogueiros criassem conteúdo excelente como você, a internet seria muito mais útil do que nunca.” Recebi esse comentario, em uma das mensagens do sensibililadedaalma.com.br. Também sempre pensei assim, mas reconheço ser muito difícil mudar essa realidade. Gosto muito destas palavras de “Yasmin Brunet” – “Internet é muito legal. Principalmente para pessoas solitária.”Várias vezes já citei aqui, inclusive recentemente, este entendimento conclusivo do Psicólogo e mestre em Neurociências e Comportamento, Marco Callegaro:

– O cerebro emocional e social não faz distinção finas e incorpora a percepção de isolamento, sem considerar que estamos vendo uma montagem de melhores momentos. Paradoxalmente, uma rede social pode contribuir para a solidão, ao induziruma percepção exagrada da socialização dos outros e um sentimento de estar à parte da festa da vida.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(714) Sentindo a dor das ausências.

Todos nós precisamos “procurar”, “encontrar” e saber escolher o que nos completa.”

São minhas palavras e muitas vezes silenciosas, nos meus momentos de “incompletudes”. O que motivou este nosso encontro foi a leitura do artigo “Um inventário de saudades”, de Helena Cunha Di Ciero, que é membro efetivo da Sociedade Brasilira de Psicanálise de São Paulo (BPSP). Dele destaco:

– “A incompletude é responsável pelo meu desenvolvimento, porque não me basto, procuro o outro. Eu me associo, crio. Podemos pensar que o sentimento mais poderoso do mundo, o amor, é complementar ao mais temido: a ausência.”

Ela justificou o título do seu artigo com estas considerações:

– “Talvez seja este o trato: não há como permanecer vivo sem sentir falta de algo. Todos nós temos um inventário de saudades que ganha ao longo da vida mais elementos. A lista é longa e os itens crescem conforme andam os ponteiros do relógio. O filme “Aftersun” foi motivado pelas saudades que a diretora, Charlotte Wells, sentia do pai. O desejo era de contar para o mundo todo que ele havia existido. Ela deu a eles uma cena inesquecível de uma dança sublime. Ao fundo, tocava Queen: this is our last dance, this is our song. E a música combinava tanto com a cena, de um jeito tão doce, que a saudade se transfornou numa coreografia espontânea e bonita que lembrou todas as últimas danças de todas as pessoas que assistiam. Já não era mais só a violência e o buraco da saudade, existia também uma cena de ternura. Sentimento que floresce em quem assiste ao dueto dos atores Frankie Corio e Paul Menescal numa das últimas cenas do filme.”

Sobre a dor da saudade, ela ensinou:

– “A dor precisa ser transfornada; para que uma falta seja elaborada, é preciso de tempo. É ele o único capaz de mudar uma falta na prateleira dentro da nossa alma. O tempo transforma a dor, mas é fundamental ter paciência, essa virtude em desuso.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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3. As cnsiderações da Pisicanalista Helena Cunha Di Ciero foram reproduzidas da Edição 181 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(713) Sentindo nossas rotinas, como fontes de aprendizados.

It’s nearly impossible to find well-informed people forr this subject, but you seem like you know what you’re tawlking about! Thanks. [Tradução: É quase impossível encontrar pessoas bem informadas sobre este assunto, mas você parece saber do que está falando! Obrigado].

Foi muito gratificante para mim, a repercurssão de quando iniciei a mensagem 711 com um comentário recebido do exterior. Mas não foi surpresa porque, nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores, o meu maior número de seguidores não residem no Brasil. Outro detalhe que merece a nossa atenção, refere-se ao fato de que o comentário acima foi feito sobre a mensagem 126, que já está com mais de oitocentos acessos. Escolhi para iniciar este nosso encontro, estas palavras do astrólogo Oscar Quiroga, no seu horóscopo divulgado hoje, dia 28/02/2026:

– “Continue fazendo o que está ao seu alcance para manter tudo funcionando da melhor maneira possível, especialmente no que diz respeito à rotina, que não tem nada de espetacular, mas é a base de tudo o mais em sua vida.”

São de uma clareza cristalina, mas confesso que ainda não tinha pensado nisso. Talvez seja porque em nossas realidades, muitas das rotinas são repetitivas e podem nos acomodar. Por esta razão, sempre que possível ocupo o meu tempo dedicando-me à leitura de temas diversos. Escolhi essa previsão astrológica de Quiroga [em forma de aconselhamento], porque gostei muito desta sua parte conclusiva [repetida com esta minha síntese de escrita]

AS ROTINAS SÃO A BASE DE TUDO EM NOSSAS VIDAS, CABE A CADA UM DE NÓS SABER APRENDER COM ELAS.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(712) Sentindo a importância interior das nossas convicções.

Na visão de um objeto podemos usar várias perspectivas, o objeto não muda, o que muda é o nosso olhar.”

São palavras do filósofo Ludwing Wittgenstein (1889-1951). Sempre gostei no seu jeito de escrita, do que eu chamo de “brincar com as palavras”. Assim como a famosa máxima do filósofo ateniense Sócrates – “Eu só sei que nada sei”. Outros exemplos de Ludwing: – “Os limites do meu conhecimento são os limites do meu mundo.” e “Ao sentido da vida, isto é, ao sentido do mundo, nós o podemos chamar Deus. Crer em um Deus quer dizer entender a pergunta pelo sentido da vida. Crer em um Deus quer dizer que não bastam os fatos do mundo. Crer em um Deus significa ver que a vida tem um sentido”.
Para mim, considero que na sua época todas essas suas manifestações foram simplesmente fantásticas. Mas ” objeto não muda, o que muda é o nosso olhar”, prova que cada um de nós somos seres únicos, com as nossas diferentes e subjetivas percepções de realidades. Não quero com isso invalidar as comprovações científicas. Jamais! Isto porque com as divergências de conhecimentos, novas ideias surgem.

Termino este nosso encontro [o segundo de hoje], com esta síntese de Aristóteles (384 a.C-322 a.C):

– “O CONHECIMENTO É O ATO DE ENTENDER A VIDA

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