(700) Sentindo a importância das nossas percepções.

A percepção não é uma atitude passiva, com você recebendo informações dos mundos exterior e interior. A percepção também é uma atitude decisiva, mediante a qual você foca naquilo que pretende compreender.”

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga, em uma das previsões do seu horóscopo divulgago hoje, dia 10/02/2026.
O médico e psicoterapeuta junguiano, Carlos São Paulo, na sua coluna divã literário, publicada na edição 112 da Revista Psique, fez este interessante comentário (numerei):
1.Jung chamou de funções psíquicas irracionais aquelas que nos fazem perceber o mundo além da lógica e da razão. Há dois grandes grupos nessa categoria: sensação e intuição. O primeiro atende bem à “organização vertical” e percebe o mundo por meio dos cinco sentidos. É uma sensação determinada sobretudo pelo objeto. Para os que estão nesse grupo, “nada existe além do concreto e do real; considerações sobre ou além disso são aceita apenas enquanto fortalecem a sensação.”
2. “Os intuitivos absorvam os fenômenos que presenciam de forma subliminar à consciência e só vai perceber que está se orientando de modo acertado, sem ter consciência das etapas, quando finalmente tem seu momento de intuição. Por ter função sensação subliminar à consciência deles sentem a tarefa desagradável por estarem focando no resultado final e sofrem com isso.”
3. “O intuitivo é um tipo de sujeito que se mantém na expectativa do que virá. A possibilidade é o que o alimenta e o seu combustível é imaginar o que se lhe oculta. Por isso tal tipo não suporta a rotina. O simbolismo é o que prevalece, e não a observação.”

Sobre as percepções buscadas por nós de modo consciente, entendo que dos nossos cinco sentidos o da visão merece muito a nossa atenção. Gosto desta explicação do doutor em Educação Histórica, com Pós-doutorando em Bioética pela PUCPR, Daniel Medeiros , em “Os quatro cuidados fundamentais”, publicado na Edição nº 189 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “Olhar – Olhar nos olhos, não desviando nunca o olhar. Olhar com interesse, que é a vontade de estar ali, naquele momento e naquele lugar. Olhar com os olhos vivos de expressão, brilhantes de alegria pela oportunidade de poder pousar os olhos naquele rosto, naquele outro ser. Olhar com gosto de quem sabe que, dos prazeres da vida, o contato humano é um dos mais intensos.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(699) Sentindo a minha emoção, em forma de um merecido agradecimento.

Um ser humano é uma expressão de vida, espalha luz e reflete o amor em qualquer dimensão que decida tocar.”

São palavras de Richard Bachman [pseudônimo do escritor americano de ficção de terror Stephen King, no romance Rage]. Para mim, uma das mais lindas e sublimes definições que já encontrei sobre nós, seres humanos. O que me motivou ter escolhido para iniciar este nosso encontro, foi ter sido presenteado pela minha seguidora nesta jornada para o “autoconhecmento” – uma trajetória de transformação interior, Michele Müller, que é especialista em neurociência da educação, neuropsicologia educacional e mestre em ciências da educação, com o seu livro “AQUILO QUE NOS MOVE: a construção e a descoberta do sentido”, pubicação da ed. Maringá, do Estado do Parana PR.

Na sua dedicatória, ela escreveu: – “Prezado Edson. Seguimos juntos na nossa incansável busca por sentido, com apoio da literatura e da escrita. Obrigada por me acompanhar por todos esses anos. Grande abraço.

Vejam que interessante: Antes de folhear as páginas desse seu livro, lembrei deste “sentir” do Cora Coralina:

– “Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.”

Doutora Michele, o meu foi tocado.

(698) Sentindo a importância das nossas inteirações subjetivas.

AQUILO QUE É INVISÍVEL É O QUE HÁ DE MAIS IMPORTANTE.”

Nesta sua participação de número 168, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo diulgado hoje, dia 07/02/2026. Agora prestem atenção: Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma jornada de transformações interiores, recordo já ter feito este registro: – “De acordo com uma citação originalmente reproduzida por David Lewis-Williams em “La mente en la caverna”, o italiano Giambattista Vico propôs (Fonte: “O Verdadiro Criador de Tudo”, do renomado Neurocientista Miguel Nicolelis, publicação da Editora CRÍTICA):

– “A mente humana dá forma ao mundo material, e é essa forma, ou consciência, que nos permite entender e se relacionar com o mundo de forma efetiva. O mundo é modelado pela, e na forma da mente humana, apesar de as pessoas verem o mundo como “natural” ou “doado”. Ao realizar essa tarefa de modelar o mundo, a humanidade criou a si mesma. Por ser assim, deveria existir uma “linguagem da mente” universal, comum a todas as comunidades. Estruturar, criar algo coerente do mundo natural, representa a essência do ser humano.”

Vamos voltar para as palavras de Oscar Quiroga:

– “AQUILO QUE É INVISÍVEL É O QUE HÁ DE MAIS IMPORTANTE.”

Pergunto, você concorda? Eu concordo, porque em uma perspectiva subjetiva de interiorizações, os resultados que podemos alcançar são personalíssimos, só nos pertencem. Para nós seres humanos, a ausência da nossa presença física não impede a nossa percepção e avaliação extra-sensorial. Resumindo:
Eu posso não estar fisicamente vendo, mesmo assim, por outros meios de percepções posso subjetivamente “sentir” e “avaliar” muitas das nossas realidades interiores de inteirações. Saõ as percepções que independe da nossa presença física. Aliás, a nossa subjetiva percepção sensorial também nos ajuda, subjetivamente, avaliar e interpretar para nós mesmos, muitas das nossas realidades, sejam elas de que natureza forem [Penso assim].
Agora vejam esta explicação do médico neurologista e neurocientista António Damásio, que encontrei no seu livro “Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos”, publicação da Editora Companhia Das Letras:

– “Ter experiência de um sentimento, tal como um sentimento de prazer, consiste em ter uma percepção do corpo num certo estado, e ter a percepção do corpo em qualquer estado requer a presença de mapas sensitivos nos quais certos padrões neurais possam ser executados e a partir dos quais ceras imagens mentais possam ser construídas.”

Nesta nossa caminhada de interiorização, em um dos nossos mais recentementes encontros, enriqueci com este entendimento de Damásio (por sua importância, vou repetir):

– “O conteúdo essencial dos sentimentos é um estado corporal mapeado num sistema de regiões cerebrais a partir do qual uma certa imagem mental do corpo pode emergir. Na sua essência, um sentimento é uma idéia, uma idéia do corpo, uma idéia de um certo aspecto do corpo quando o organismo é levado a reagir a um objeto ou situação. Um sentimento de emoção é uma idéia do corpo quando este é pertubado pelo processo emocional, ou seja, quando um estímulo emocionalmete competente desencadeia um emoção.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(697) Sentindo o espelhar interior dos nossos sentimentos.

A percepção subjetiva de todo o nosso fluir existencial e também emocional, é sensorialmente modeladora de como em todos os sentidos nos sentimos ser para nós mesmos.

São minhas palavras, intuidas do meu “sentir” interior quando estava lendo o livro “Em busca de Espinosa: – prazer e dor na ciência dos sentimentos”, do neurologista e neurocientista português António Damásio, publicação da Editora Companhia Das Letras. O que chamou minha atenção foram estas suas perguntas: – “Julgo que essa idéia tradicional sobre aquilo que são os sentimentos, sem referênia ao estado do corpo, esvazia irremediavelmente o conceito de sentimento e emoção. Se os sentimentos fossem meros agrupamentos de pensamentos com certos temas, como seria possível distingui-los de quaisquer outros pensamentos? Como seria possível manter a individualiade funcional que justifica os sentimentos de emoções como um processo mental particular?”

Pensem nisso, e oportunamente voltarei a esse tema sobre os nossos sentimentos.

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(696) Sentindo a importância subjetiva da leitura desta mensagem.

Procure adotar uma postura leve e desinteressada diante dos acontecimentos, porque esses são produzidos pelo estado atual do mundo, que não é dos mais ordenados que sua alma conheceu até agora. Adaptação necessária.

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga [recordista em número de participações nesta jornada para o “autoconhecimento – uma trajetória de transformação interior]. Foram manifestadas em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 05/02/2026, com esta introdução:

OS PAPÉIS QUE DESEMPENHAMOS
Quando a desordem se apresentar de tal maneira que não possas deixar de fazer algo a respeito, evita considerar isso uma perda de tempo ou, talvez, um castigo que a Vida te impõe por qualquer tipo de pecado que tenhas cometido, porque, afinal, cometemos pecados o tempo inteiro.
Aquilo que chamamos de destino funciona de forma dialética, isto é, apresentando sempre o contrário daquilo que somos capazes de desempenhar e, no caso da desordem, quando coincide com nossa presença, é porque temos recursos e instrumentos para reordenar tudo de novo.
Se tu és ordem, a desordem estará ao teu encalço; se tu és amor, viverás no meio da discórdia; se tu és inteligência, experimentarás o peso da ignorância, e assim vai a lista de contradições que indica uma coisa só, nascemos para desempenhar papéis bem específicos.”

Agora prestem atenção: Se você já é meu seguidor, ou se pela primeira vez está acessando esta nossa caminhada de buscas de interiorizações, sentindo vontade releia naturalmente sem pressa. Se isso acontecer, pergunte para você: – Será que essa mensagem foi escrita para mim?

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(695) Sentindo o reconhecimento da importância do que somos.

UM SER HUMANO VALE O QUE ELE É AOS OLHOS DE DEUS E NADA MAIS.”

São palavras de Francisco de Assis, por mim escolhidas para iniciar mais esta caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior. O que motivou este nosso encontro foi esta introdução do astrólogo Oscar Quiroga, no seu horóscopo divulgado hoje dia 04/02/2026:

CONCILIAR A DISCREPÂNCIA
O materialismo cientificista propõe que o ser humano que somos é o exclusivo resultado das complexas equações físicas e químicas do organismo biológico, enquanto os espiritualistas propõem que o aspecto material seja somente um instrumento que o ser interior tem à sua disposição para se expressar objetivamente no Universo.

Nem muito para lá nem tanto para cá, somos as duas dimensões, uma presença formal determinada pelo aspecto material da existência, e uma presença invisível, vinculada aos procedimentos desse organismo colossal, mas invisível também, que chamamos de Universo.

Todos os seres humanos têm o mesmo propósito, conciliar essas duas experiências discrepantes, e cada um de nós há de realizar esse propósito utilizando os recursos que temos ao nosso alcance.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(694) Sentindo que somos humanos, com essência Divina.

O DIVINO PARA MIM É O REAL.”

São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Que expressiva síntese merecedora da nossa atenção porque, como também entendo, nesta nossa dimensão existencial de vida a origem, o princípio de tudo, contêm essência subjetiva e superior de Divindade. É por este motivo que nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”, sempre estou afirmando que nós somos “seres humanos de origem Transcendente e Superior”. O que motivou este nosso encontro foram estas palavras iniciais do horóscopo do astrólogo Oscar Quiroga, divulgado na Revista do Jornal Correio Braziliense, edição de domingo, do dia 1º de fevereiro deste ano 2026:

Aproximação ao Divino
Projeta tua mente na direção do Divino, na forma e nome de tua preferência, porque o que importa na construção do relacionamento entre o humano e o Divino não é sua forma, mas a essência. E assim também é a construção do destino da civilização, pois, enquanto continuamos dando mais importância às aparências e nos voltando ao materialismo para explicar os mistérios da Vida, as sementes do futuro são invisíveis, se encontram na essência da natureza humana. Toda Lua Cheia é oportuna para nos abistrairmos dos eventos formais do dia a dia para nos consagrarmos à construção da ponte entre o humano e o Divino, portanto reserva um tempo de hoje para essa atividade, deixando de lado preocupações e regozijos, para te dedicar ao mais elevado objetivo de nossa humanidade, nos aproximarmos ao Divino.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(693) Sentindo como entender uma “ternura cativante”

Cativar com ternura, para com ternura ser cativado.”

São minhas palavras. Gosto de comparar essas repetições com as imagens dos espelhos. Nós precisamos espelhar o que gostamos de sentir e de receber. Sob uma perspectiva subjetiva, aprendi com o psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981), que em nossas vidas há o instante de “observar”, de “compreender” e o de “concluir”. Antoine de Saint-Exupéry, considerado obra clássica da literatura infantil, publicado em 1943:
– A raposa pediu que o Pequeno Príncipe a cativasse. O que é cativar?, perguntou o Pequeno Príncipe. Cativar é assim, explicou a raposa. Eu me assento lá longe e você se assenta aqui. Eu olho para você e você olha para mim. No dia seguinte nós assentamos mais perto. Eu olho para você e você olha para mim. Até que nos assentamos juntos. Se você me cativar eu pensarei em você, conhecerei o ruído dos seus passos e sairei da minha toca quando você chegar. Aconteceu então que o Pequeno Príncipe cativou a raposa. O tempo passou e chegou um dia em que ele disse à raposa: – Preciso ir… A raposa disse: “Vou chorar…” “Não é culpa minha. Eu não queria cativar você. E agora você vai chorar… O que é que você ganhou com isso? Ganhei os campos de trigo, disse a raposa. “Como assim?”, perguntou o Pequeno Príncipe sem entender. Eu sou uma raposa. Eu como galinhas, não como trigo. Os campos de trigo não me comovem. Mas porque você me cativou eu amarei os campos de trigo. O seu cabelo é louro. Os campos de trigo são dourados. Assim, quando o vento bater nos campos de trigo eu me lembrarei de você e sorrirei. O rosto do Pequeno Príncipe estava gravado no trigal. Mas isso só o apaixonado vê. Mostre seus cativantes sentimentos de “ternura”.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(692) Sentindo saudade eternizada.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.”

Que belo ensinamento de Clarice Lispector (1920-1977), sobre a subjetiva permanência continuada de tudo, no tempo em nossas vidas. Também gosto muito deste “sentir” de Mario Quintana (1906-1994): – “A eternidade é um relógio sem ponteiros.” Em uma pesquisa popular sobre o que entendemos por “eternidade”, acredito que a maioria responderia ser “o que dura para sempre”. No budismo, “satori” é o termo usado para a “compreensão” de como devemos sentir o “tempo” ao fluir de todas as nossas experiências passadas. São palavras do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves (1933-2014), na sua crônica “Um único momento”. Maravilha! Dela peço a sua atenção para esta parte:

– “Eternidade não é o tempo sem fim. Tempo sem fim é insuportável. Já imaginaram uma música sem fim, um beijo sem fim, um livro sem fim? Tudo o que é belo tem de terminar. Tudo o que é belo tem de morrer. Beleza e morte andam sempre de mãos dadas. Eternidade é o tempo completo, esse tempo do qual a gente diz: “Valeu a pena”. Não é preciso evolução, não é preciso transformação: o tempo é completo e a felicidade é total. É claro que isso, como diz Guimarães Rosa, só acontece em raros momentos de distração. Não importa. Se aconteceu, fica eterno. Por oposição ao “nunca mais” do tempo cronológico, esse momento está destinado ao “para todo o sempre”. Compreendi, então, que a vida é uma sonata que, para realizar a sua beleza, tem de ser tocada até o fim. Dei-me conta, ao contrário, de que a vida é um álbum de minissonatas. Cada momento de beleza vivido e amado, por efêmero que seja, é uma experiência completa que está destinada à eternidade. Um único momento de beleza e amor justifica a vida inteira.”

Complemento: As pessoas permanecem para sempre em nossas lembranças. Dedico ‘in memorian’, esta mensagem para Sônia, a minha esposa e companheira de um tempo infinito chamado “eternidade”.

Emocionado, termino este encontro com estas palavras de Clarice Lispector:

A saudade é a prova que o passado valeu a pena.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(691) Sentindo mais uma vez, a importância do “autoconhecimento”.

Tudo que deixa sua alma confortada e segura precisa ser trabalhado o tempo inteiro, porque a estabilidade não acontece por si só, é algo que resulta de sua firme intenção de que tudo continue assim. É por aí.

Nesta sua participação de número 164, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 26/01/2026. Entendo que esse trabalho será mais proveitoso quando “subjetivamente”, através de silenciosas práticas de “autoconhecimento” nós desejamos escutar e significar “para nós mesmos”, o nosso “EU” interior, em face das imprevisibilidades que, por vezes, surpreendem no nosso existir. Assim, como acredito, podemos entender melhor as nossas “subjetivas participações” diante do natural processo de evolução em nossas vidas. Para os que preferem, registrem através da escrita seus desejos, porque aprendi com Clarice Lispector que “escrever é viver”. Acrescento: Como também, para sempre será um nosso “reviver”, pois a “escrita” perpetua o que desejamos perpetuar. Agora vejam que interessante: – O psicólogo Nichan Dichtchekenian, no seu trabalho terapeutico realizado com a prática da “Fenomenologia Existencial”, explica que conduz seus paciente responder “para si mesmo”, estas perguntas: – Como você lida com aquilo que determina você? O que você faz com aquilo que caracteriza você? Que tipo de decisões você toma ou não toma? Qual o sentido de você como você é? Ele explica: Porque se você é deste jeito é porque você realiza algo deste jeito, você está alcançando uma presença na vida. Meu trabalho como terapeuta, “primeiro é acompanhar a pessoa no modo dela ser, e convidá-la a se apropriar de quem ela é [isto para mim também é valiosa prática de “autoconhecimento”, principalmente porque somos seres únicos e conhecedores das nossas realidades comportamentais].

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

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