(781) Sentindo sobre o nosso “destino”.

Aquilo que parecia engatilhado há de ser verificado várias vezes para ser consolidado. Evite deixar nas mãos do destino qualquer coisa que o valha, especialmente os assuntos que você deseja ver realizados. Em frente.

Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de descobertas interiores, dentre outros já tivemos onze encontros referindo-se expressamente ao “destino”: mensagens 746, 678, 663, 602, 570, 568, 550, 464, 429, 415 e 414.
Sempre relacionei a noção de “destino”, ao “imprevisível”. No nosso “presente”, o”destino” ´para todos nós um estado de imprevisibilidades. No futuro [depois que tudo já aconteceu], muitos de nós dizemos que, no passado, muitos acontecimentos já eram previsíveis; como se tudo já estava predestinado. Agora vejam que interessante:

– O psicoterapeuta junguiano, Carlos São Paulo, teceu as seguites considerações sobre o conto de ficção cientifica, “História da sua vidaTed Chiang, publicação em 2016 da Editora Intrinseca. Com o título “O escoar do tempo“, ele resumiu: – “Esse conto permite entender o que está por vir e confronta o livre-arbítrio para escolher continuar ou não no caminho que sabemos já estar determinado.” Em seguida ele acrescenta (numerei):
1. “Imagine um momento em que você sente o tempo escoar de forma circular, um verdadeiro “eterno retorno” dos domingos que o deixam na expectativa da segunda-feira, enquanto você também experimenta esse tempo se escoar de forma linear de tal modo que, ao olhar para a sua vida, lembra-se dos momentos importantes que se passaram e percebe essa progressão medida pelos relógios e calendários até constatar o envelhecimento. Imagine também que, assim como podemos recuar ao passado, também pudéssemos enxergar o futuro.”
2. “O inconsciente pode fazer com que cada momento de nossa vida influencie todos os outros, para frente e para trás. Assim, a intenção no futuro poderá modificar as probabilidades de uma enfermidade. Um simples diagnóstico pode influenciar o curso da doença. Dessa forma, a psicoterapia é um método que nos faz voltar no tempo para alterar nosso próprio futuro.”

PERGUNTO.

– Você acredita na aparente e subjetiva antecipação de eventos do seu futuro “destino”?

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As considerações sobre “O escoar do Tempo” fora pulbicadas na Edição 135 da Revista PSIQUE, da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(780) Sentindo a subjetividade dos nossos “estados de felicidades”.

FELICIDADE.
Como enteder sua subjetividade?

As manifestações subjetivas dos nossos “estados de felicidades” são personalíssimas porque só nos pertencem, variando de pessoa para pessoa no seu modo de se expressar ou não, diante de uma mesma fonte de origem.
Em entrevista sobre o “Sentido da Vida”, publicada na sexta Edição do primeiro ano da Revista PSIQUE, da Editora Escala, o então Livre-docente do Instituto de Psicologia da USP, Yves de La Taille, sobre a “felicidade”esclareceu de modo conclusivo [Detalhe: – Essa entrevista foi sobre o “Sentido da Vida”]:

– “Na verdade, pra você ser feliz, imagine que você precisa ter três condições: um: sentir-se vivo, seguindo o fluxo do tempo. Não apenas um acúmulo de pequenos prazeres desconectados. Dois: a vida fazer sentido, seja qual for. E três: você ter representações de si com valor positivo. Ter orgulho de si. (…) Ora, pra você ter orgulho de si, não necessariamente você precisa de uma relação com o outro, seja de cooperação, seja de generosidade. Você pode ser orgulhoso de ser violento, por exemplo.”

Entendo que todas as subjetivas manifestações de felicidades, estão relacionadas com os nossos “estados de alma” modelados, sensorialmente, pelas influências ambientais de naturezas interiores e emocionais.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(779) Sentindo sobre o nosso “perdão”.

Da primeira vez ela chorou… Mas resolveu ficar. É que os momentos felizes tinham deixado raízes no seu pensar. Depois perdeu a esperança, porque o perdão também cansa de perdoar.”

São palavras de Vinicius de Moraes (1913-1980), poeta, diplomata, dramaturgo, compositor… Para mim, em termos de uma comparação imaginária, Vinicius continua sendo tudo mais que um ser humano deseja ser, para nos ensinar o que chamo de “fazer da vida a poesia de saber viver.
Pare de continuar lendo o que segue, e volte para as palavras do início deste nosso encontro. Mas antes pergunte para si mesmo: – O que mais despertou sua atenção? Antecipo que para mim, foi esse “o perdão também cansa de perdoar”. Isto porque nesta dimensão existencial de vida, ele cumpriu a sua missão de “se eternizar”. Também nunca esqueço desta sua declaração – “Eu te peço perdão por te amar de repente.”

O que motivou este nosso encontro foi uma espécie de necessidade de pensar mais sobre o que devemos entender por “perdão“. Muito cedo associei o “ato de pedoar” a uma tentativa unilateral de “arrependimento” [mas com pouca eficácia de resultado mútuo].
O filósofo chinês Lao-Tsé, em “O Livro Que Revela Deus” [também conhecido por “Daodejing”, ou seja, “O Livro do Caminho e da Virtude”, considerado muito importante para se entender o Taoísmo], escreveu:

“Quem faz algo contra a lei, tem de falhar;
quem se apega a algo, o perderá.
Por isso o sábio não é egocêntrico,
e por isso nunca falha, Não se apega a nada, e por isso não perde nada.”

Agora vejam que interessante: No livro “O caminho da sabedoria – Conversas entre um monge, um filósofo e um psiquiatra sobre a arte de viver”, publicação da Editora Alaúde, com tradução de Eric Heneault, um dos seus autores, o psiquiatra Christophe André, sugetivamente nos ensina:

Perdoar não quer dizer:
“Não foi nada, perdoo você”, e sim:
“Sofri, mas perdoo você”.

Detalhe: Em seguida ele justifica esse seu entendimento.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(778) Sentindo a importância da “sinceridade”.

O bonito me encanta. Mas o sincero, ah! Esse me fascina.”

São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Todos nós sabemos que a principal característica de uma “pessoa sincera”, é ser verdadeira em todos os sentidos do seu “viver”. Portanto, não apenas em razão do que ela fala diante de uma determinada situação, mas em todas as suas inteirações existenciais. Quem é assim, comporta-se naturalmente como sendo exemplo de um ser humano também confiável. Agora pensem nessas palavras do renomado poeta e escritor português, José Saramago (1922-2010), que foi laureado em 1988 com o Nobel de Literatura: – “Se eu estiver a ser sincero hoje, que importa que tenha de arrepender-me amanhã?” Pergunto: – O que o teria levado a manifestar esse seu “sentir”? – Entendo ser, porque o comportamento humano de “sinceridade” não deverá ser “ocasional”, “circunstancial”, mas sim “permanente”. Vejam: Ser “sincero” é manifestação de uma nossa “qualidade pessoal”. Também é manifestação singular de uma nossa “conduta comportamental”. Essa nossa manifestação é, portanto, personalíssima”, para todos se manifesta “como parte do que somos”.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(777) Sentindo sobre as nossas condições de saúde.

As doenças são os resultados não só dos nossos atos, mas também dos nossos pensamentos.”

São palavras do lider espiritual e ativista indiano, Mahatma Gandhi (1869-1948). São de uma clareza, que até poderiam ficar sem comentários. O que motivou este nosso encontro foi essa realidade: – Existem pessoas que só valorizam suas condições de saúde, quando estão doentes. Isso é triste, muito triste! Sempre que penso assim, lembro-me deste “sentir” de Jung: – “O que realmente somos, tem o poder de nos curar.” Vejam que ele não se referiu a nenhuma doença. Apenas ao seu entendimento de que todos nós devemos ser, o que realmente sentimos ser para nós mesmos. Complemento: A Organização Mundial da Saúde (OMS) entende que “saúde” não é apenas a ausência de doença, mas um estado de bem-estar físico, mental e social.

A psicóloga Ligia Diniz, com pós-graduação em Psicologia Junguiana, em suas considerações publicadas na edição 151 da Revista Psique, da Editora Escala, com o título “O sintoma como símbolo”, entende:

– “A doença pode ser entendida como uma maneira de demonstrar o quanto nos afastamos de nosso caminho e de nós mesmos, levando uma vida apartada de nossa verdade interior. A transformação se dá a partir de um centro saudável, que nos leva a buscar esse Ser que somos de forma singular.”

O que não podemos é ficar sem o uso de medicamentos, quando prescritos pelos médicos que nos acompanham.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(776) Sentindo a importância dos nossos sonhos.

Sonhos são realizações de desejos ocultos e são ferramenta que busca equilíbrio pela compensação. É o meio de comunicação do inconsciente com o consciente.”

São palavras de Carl Jung (1875-1961), o idealizador da Psicologia Analítica. Com ele estou sempre aprendendo a me “auto-observar” [o que, de acordo com o médico e psicólogo alemão Wilhelm Wundt (1832-1920), é a nossa observação interna denominada “introspecção”, que cuida dos registros de eventos internos, como os nossos “pensamentos” e “sentimentos”]. Segundo Jung, em Collected Works, “é tão difícil compreender um sonho que por muito tempo criei e segui uma regra: quando alguém me conta um sonho e pergunta minha opinião, primeiro digo a mim mesmo: Não tenho idéia do que este sonho significa. Depois disso posso começar a examinar o sonho.”
No seu livro, “Sonhos – um portal para a fonte”, publicação da “Summus Editorial”, Edward C. Whitmont e Sylvia B. Pereira, esclarecem:

– “O sonho pode expandir nossas perspctivas, trazendo do passado expriências afetivas que foram reprimidas, e desenvolvimentos futuros como que brotam de nossa posição presente. Tudo isso, contudo, deve ser considerado em seus efeitos e significação aqui e agora. O sonho pode complementar nossos pontos de vista sobre nós mesmos ao oferecer imagens de experiências dolorosas do passado recente ou da infância. Essas experiências podem ser diretamente mostradas pelo sonho ou alcançadas por meio de associações e explicações que o sonho mobiliza. Nesse sentido, o sonho nos reconecta com qualidades sentimentais que, no momento, estão reprimidas ou negadas.”

Se você gostou deste nosso encontro, sempre que possível procure significados para seus sonhos.

Pensem nisso!

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(775) Sentindo a necessisade de um lema em nossas vidas.

Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: Parar pra pensar, nem pensar!”

São palavras de Lya Luft (1938-2021), que em vida foi e continuará sendo a minha escritora preferida, juntamente com Clarice Lispector (1920-1977). Nesse seu “sentir”, ela fala e se refere ao seu “lema reconfortante”. Concordo, porque todos nós devemos ter um nosso “lema” para dar sentido em nossas vidas. Gosto deste exemplo: “A prática da coragem está em fazer as pequenas coisas com amor.” Esse sempre foi o lema da missionária Madre Tereza Calcutá (1910-2003). O lider espiritualista Mark Nepo (mensagens 119 e 586), a ele se referiu com estas palavras: – “Qualquer pequeno ato de amor nos mostra o próximo passo que precisamos dar.”

Pensem nisso!

Notas:
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(774) Sentindo o inexplicável que nos surpreende.

Sinto que o meu barco
encontrou algo grande
lá no fundo.
E nada acontece!
Nada…
Silêncio… Ondas…
Nada acontece?
Ou tudo aconteceu
e estamos tranquilos no novo…

Esse poema é do poeta espanhol Juan Ramón Jiménez (1881-1958), laureado em 1956 com o Prêmio Nobel de Literatura. Foi por ele nominado “Oceanos“. Que bela inspiração, por mim admirada várias vezes. Em todas elas, fique desejando entender o que a motivou. Parece-me que ele fez uma subjetiva analogia com certos eventos que acontecem em nossas vidas, nos surpreendem, mas não sabemos explicar porque, logo em seguida, tudo continua fluindo novamente como se nada tivesse acontecido. É quando continuamos seguir a nossa caminhada, mas querendo explicar o aparente inexplicável.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(773) Sentindo como entender, muitos dos nossos sacrifícios.

Os sacrifícios não precisam ser sofridos, porque adquirem significado em relação ao que sua alma pretende conquistar, e são, por isso, necessários. Por que deveríamos sofrer pelo suprimento das necessidades?

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 09/05/2026. Vejam que interessate: – Muitos dos nossos sacrifícios, subjetivamente estão relacionados à buscas de resultados, necessidades ou de propósitos desejados. Nunca esqueço deste ensinamento do sociologo e antropólogo, Edgar Morin: – “É preciso estar aberto para o incerto ou para o inesperado”. O que, como entendo, algumas vezes poderá exigir de nós sacrifícios. No seu livro, “A prática infinita – uma jornada através da alma”, publicação da Editora LeYa, o filosofo e escritor espiritual Mark Nepo, dedicou um capítulo com este título – “Diante da Dificuldade”, que foi iniciado com estas suas palavras: – “É impossível escapar da dificuldade, porque ela é parte de estar vivo. De que maneira mantemos o controle sobre a dificuldade, é que nos permite passar por ela.” Termino este nosso encontro com este “sentir” de Clarice Lispector, que encontrei no seu livro “A Paixão Segundo GH”, pág. 152: – “Na exigência de vida tudo é lícito, mesmo o artificial, e o artificial é às vezes o grande sacrifício que se faz para se ter o essencial.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(772) Sentido a magia do nosso “gostar de si mesmo”.

Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.”

São palavras da escritora Rachel de Queiroz (1910-2003). Exemplo de uma profunda manifestação interior de “autoconhecimento”.
Gostar de si mesmo deveria ser uma das nossas “obrigações naturais”. Isto porque somos cada um de nós, que precisamos transmitir para todos como nos sentimos ser para nós mesmos. Para mim, o nosso “gostar” é plenitude de sentimento humano; assim com é o nosso sentimento de “AMOR”. É, portanto, manifestação de “pureza interior” da nossa “ALMA”.
Em síntese, é prazeroso gostar de nós mesmos. Escolhi esse tema para este nosso encontro porque, o “gostar de si mesmo”, como entendo, é a nossa verdadeira e sensorial “indentidade existencial”. Talvez tenha sido essa “subjetiva identidade” que inspirou Jung recomendar – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que ocorra somente um verdadeiro encontro de almas.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

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