“AQUILO QUE É INVISÍVEL É O QUE HÁ DE MAIS IMPORTANTE.”
Nesta sua participação de número 168, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo diulgado hoje, dia 07/02/2026. Agora prestem atenção: Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma jornada de transformações interiores, recordo já ter feito este registro: – “De acordo com uma citação originalmente reproduzida por David Lewis-Williams em “La mente en la caverna”, o italiano Giambattista Vico propôs (Fonte: “O Verdadiro Criador de Tudo”, do renomado Neurocientista Miguel Nicolelis, publicação da Editora CRÍTICA):
– “A mente humana dá forma ao mundo material, e é essa forma, ou consciência, que nos permite entender e se relacionar com o mundo de forma efetiva. O mundo é modelado pela, e na forma da mente humana, apesar de as pessoas verem o mundo como “natural” ou “doado”. Ao realizar essa tarefa de modelar o mundo, a humanidade criou a si mesma. Por ser assim, deveria existir uma “linguagem da mente” universal, comum a todas as comunidades. Estruturar, criar algo coerente do mundo natural, representa a essência do ser humano.”
Vamos voltar para as palavras de Oscar Quiroga:
– “AQUILO QUE É INVISÍVEL É O QUE HÁ DE MAIS IMPORTANTE.”
Pergunto, você concorda? Eu concordo, porque em uma perspectiva subjetiva de interiorizações, os resultados que podemos alcançar são personalíssimos, só nos pertencem. Para nós seres humanos, a ausência da nossa presença física não impede a nossa percepção e avaliação extra-sensorial. Resumindo:
Eu posso não estar fisicamente vendo, mesmo assim, por outros meios de percepções posso subjetivamente “sentir” e “avaliar” muitas das nossas realidades interiores de inteirações. Saõ as percepções que independe da nossa presença física. Aliás, a nossa subjetiva percepção sensorial também nos ajuda, subjetivamente, avaliar e interpretar para nós mesmos, muitas das nossas realidades, sejam elas de que natureza forem [Penso assim].
Agora vejam esta explicação do médico neurologista e neurocientista António Damásio, que encontrei no seu livro “Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos”, publicação da Editora Companhia Das Letras:
– “Ter experiência de um sentimento, tal como um sentimento de prazer, consiste em ter uma percepção do corpo num certo estado, e ter a percepção do corpo em qualquer estado requer a presença de mapas sensitivos nos quais certos padrões neurais possam ser executados e a partir dos quais ceras imagens mentais possam ser construídas.”
Nesta nossa caminhada de interiorização, em um dos nossos mais recentementes encontros, enriqueci com este entendimento de Damásio (por sua importância, vou repetir):
– “O conteúdo essencial dos sentimentos é um estado corporal mapeado num sistema de regiões cerebrais a partir do qual uma certa imagem mental do corpo pode emergir. Na sua essência, um sentimento é uma idéia, uma idéia do corpo, uma idéia de um certo aspecto do corpo quando o organismo é levado a reagir a um objeto ou situação. Um sentimento de emoção é uma idéia do corpo quando este é pertubado pelo processo emocional, ou seja, quando um estímulo emocionalmete competente desencadeia um emoção.”
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.