(777) Sentindo sobre as nossas condições de saúde.

As doenças são os resultados não só dos nossos atos, mas também dos nossos pensamentos.”

São palavras do lider espiritual e ativista indiano, Mahatma Gandhi (1869-1948). São de uma clareza, que até poderiam ficar sem comentários. O que motivou este nosso encontro foi essa realidade: – Existem pessoas que só valorizam suas condições de saúde, quando estão doentes. Isso é triste, muito triste! Sempre que penso assim, lembro-me deste “sentir” de Jung: – “O que realmente somos, tem o poder de nos curar.” Vejam que ele não se referiu a nenhuma doença. Apenas ao seu entendimento de que todos nós devemos ser, o que realmente sentimos ser para nós mesmos. Complemento: A Organização Mundial da Saúde (OMS) entende que “saúde” não é apenas a ausência de doença, mas um estado de bem-estar físico, mental e social.

A psicóloga Ligia Diniz, com pós-graduação em Psicologia Junguiana, em suas considerações publicadas na edição 151 da Revista Psique, da Editora Escala, com o título “O sintoma como símbolo”, entende:

– “A doença pode ser entendida como uma maneira de demonstrar o quanto nos afastamos de nosso caminho e de nós mesmos, levando uma vida apartada de nossa verdade interior. A transformação se dá a partir de um centro saudável, que nos leva a buscar esse Ser que somos de forma singular.”

O que não podemos é ficar sem o uso de medicamentos, quando prescritos pelos médicos que nos acompanham.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(776) Sentindo a importância dos nossos sonhos.

Sonhos são realizações de desejos ocultos e são ferramenta que busca equilíbrio pela compensação. É o meio de comunicação do inconsciente com o consciente.”

São palavras de Carl Jung (1875-1961), o idealizador da Psicologia Analítica. Com ele estou sempre aprendendo a me “auto-observar” [o que, de acordo com o médico e psicólogo alemão Wilhelm Wundt (1832-1920), é a nossa observação interna denominada “introspecção”, que cuida dos registros de eventos internos, como os nossos “pensamentos” e “sentimentos”]. Segundo Jung, em Collected Works, “é tão difícil compreender um sonho que por muito tempo criei e segui uma regra: quando alguém me conta um sonho e pergunta minha opinião, primeiro digo a mim mesmo: Não tenho idéia do que este sonho significa. Depois disso posso começar a examinar o sonho.”
No seu livro, “Sonhos – um portal para a fonte”, publicação da “Summus Editorial”, Edward C. Whitmont e Sylvia B. Pereira, esclarecem:

– “O sonho pode expandir nossas perspctivas, trazendo do passado expriências afetivas que foram reprimidas, e desenvolvimentos futuros como que brotam de nossa posição presente. Tudo isso, contudo, deve ser considerado em seus efeitos e significação aqui e agora. O sonho pode complementar nossos pontos de vista sobre nós mesmos ao oferecer imagens de experiências dolorosas do passado recente ou da infância. Essas experiências podem ser diretamente mostradas pelo sonho ou alcançadas por meio de associações e explicações que o sonho mobiliza. Nesse sentido, o sonho nos reconecta com qualidades sentimentais que, no momento, estão reprimidas ou negadas.”

Se você gostou deste nosso encontro, sempre que possível procure significados para seus sonhos.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(775) Sentindo a necessisade de um lema em nossas vidas.

Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: Parar pra pensar, nem pensar!”

São palavras de Lya Luft (1938-2021), que em vida foi e continuará sendo a minha escritora preferida, juntamente com Clarice Lispector (1920-1977). Nesse seu “sentir”, ela fala e se refere ao seu “lema reconfortante”. Concordo, porque todos nós devemos ter um nosso “lema” para dar sentido em nossas vidas. Gosto deste exemplo: “A prática da coragem está em fazer as pequenas coisas com amor.” Esse sempre foi o lema da missionária Madre Tereza Calcutá (1910-2003). O lider espiritualista Mark Nepo (mensagens 119 e 586), a ele se referiu com estas palavras: – “Qualquer pequeno ato de amor nos mostra o próximo passo que precisamos dar.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(774) Sentindo o inexplicável que nos surpreende.

Sinto que o meu barco
encontrou algo grande
lá no fundo.
E nada acontece!
Nada…
Silêncio… Ondas…
Nada acontece?
Ou tudo aconteceu
e estamos tranquilos no novo…

Esse poema é do poeta espanhol Juan Ramón Jiménez (1881-1958), laureado em 1956 com o Prêmio Nobel de Literatura. Foi por ele nominado “Oceanos“. Que bela inspiração, por mim admirada várias vezes. Em todas elas, fique desejando entender o que a motivou. Parece-me que ele fez uma subjetiva analogia com certos eventos que acontecem em nossas vidas, nos surpreendem, mas não sabemos explicar porque, logo em seguida, tudo continua fluindo novamente como se nada tivesse acontecido. É quando continuamos seguir a nossa caminhada, mas querendo explicar o aparente inexplicável.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(773) Sentindo como entender, muitos dos nossos sacrifícios.

Os sacrifícios não precisam ser sofridos, porque adquirem significado em relação ao que sua alma pretende conquistar, e são, por isso, necessários. Por que deveríamos sofrer pelo suprimento das necessidades?

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 09/05/2026. Vejam que interessate: – Muitos dos nossos sacrifícios, subjetivamente estão relacionados à buscas de resultados, necessidades ou de propósitos desejados. Nunca esqueço deste ensinamento do sociologo e antropólogo, Edgar Morin: – “É preciso estar aberto para o incerto ou para o inesperado”. O que, como entendo, algumas vezes poderá exigir de nós sacrifícios. No seu livro, “A prática infinita – uma jornada através da alma”, publicação da Editora LeYa, o filosofo e escritor espiritual Mark Nepo, dedicou um capítulo com este título – “Diante da Dificuldade”, que foi iniciado com estas suas palavras: – “É impossível escapar da dificuldade, porque ela é parte de estar vivo. De que maneira mantemos o controle sobre a dificuldade, é que nos permite passar por ela.” Termino este nosso encontro com este “sentir” de Clarice Lispector, que encontrei no seu livro “A Paixão Segundo GH”, pág. 152: – “Na exigência de vida tudo é lícito, mesmo o artificial, e o artificial é às vezes o grande sacrifício que se faz para se ter o essencial.”

Pensem nisso!

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(772) Sentido a magia do nosso “gostar de si mesmo”.

Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.”

São palavras da escritora Rachel de Queiroz (1910-2003). Exemplo de uma profunda manifestação interior de “autoconhecimento”.
Gostar de si mesmo deveria ser uma das nossas “obrigações naturais”. Isto porque somos cada um de nós, que precisamos transmitir para todos como nos sentimos ser para nós mesmos. Para mim, o nosso “gostar” é plenitude de sentimento humano; assim com é o nosso sentimento de “AMOR”. É, portanto, manifestação de “pureza interior” da nossa “ALMA”.
Em síntese, é prazeroso gostar de nós mesmos. Escolhi esse tema para este nosso encontro porque, o “gostar de si mesmo”, como entendo, é a nossa verdadeira e sensorial “indentidade existencial”. Talvez tenha sido essa “subjetiva identidade” que inspirou Jung recomendar – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que ocorra somente um verdadeiro encontro de almas.”

Pensem nisso!

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(771) Sentindo como acontecem as nossas realizações desejadas

O poder da mente é indiscutível, porém tem hora e lugar certos para funcionar, porque em alguns momentos, em vez de se apoiar no poder da mente você precisa, como agora, consolidar laços sociais de solidariedade.

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga, no seu horóscopo divulgado hoje, dia 07/05/2026. Estou cada vez mais convencido de que na vida da gente, tudo depende muito da força do nosso “acreditar”. Não basta o “poder da nossa mente” se nós não acreditamos nas efetivas realizações das nossas desejadas conquistas, sejam elas de que natureza forem. No passado ja distante, sempre acreditava que tudo que era para ser nosso, só nos pertence porque já estava para nós reservado. Não é assim que funcionam as conquistas que desejamos alcançar. Aprendi com Clarice Lispector – “É necessário abrir os olhos e perceber as coisas boas dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.” Complemento: É preciso acreditar e saber esperar, tudo será por nós alcançado no seu tempo.

Pensem nisso!

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(770) Sentindo a “sabedoria” que nasce com a gente.

O saber a gente aprende com os mestres e os livros.”

São palavras da poetisa Cora Coralina (1889-1985). Todos nós concordamos. Mas o que motivou este nosso encontro, foi a “sabedoria humana” que nasce com a gente, com cada um de nós, que só nos pertence. Mas como uma missão existencial nesta dimensão de vida, precisa ser “modelada” e ensinada por nós. É a “sabedoria” que, naturalmente, se desenvolve e se manifesta do nosso “EU” interior.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(769) Sentindo se somos nós que significamos nossas vidas.

Não me parece tão fácil responder essa pergunta. Isto porque nem sempre são as nossas escolhas que definem o nosso viver, em razão das imprevisibilidades indesejadas que nos surpreendem. Pensem nisso, e de acordo com as suas inteirações de realidades responda para você mesmo. Essa subjetiva prática de “autoconhecimento”, só lhe pertence.

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(768) Sentindo o nosso processo de elevação espiritual.

Todos nós devemos perpetuar para nós mesmos, permanentes necessidades de elevações espirituais.

São minhas palavras depois que passei acreditar em buscas de interiorizações espirituais. O que também contribuiu para isso, foi este detalhe que poucos conhecem [Fonte: O livro de OSHO – “BUDA – Sua Vida, Seus Ensinamentos e o Impacto de Sua Presença na Humanidade”, tradução de Leonardo Freire, publicação da Editora Cultrix. Vejam:
– “Nenhuma estátua ou pintura de Buda foi criada nos quinhentos anos após a sua morte. Por quinhentos anos, sempre que um templo budita era criado, havia apenas a pintura da árvore bodhi. Isso era belo, porque no momento em que Gautama Sidarta se tornou Buda, ele deixou de estar ali, apenas a árvore ficou. Repito Ele desapareceu e apenas a árvore continuou presente.”

Certo é que Buda foi predestinado para a sua merecedora” iluminação espiritual “. Mas como entendo, todos nós estamos aqui nesta dimensão de vida, como partes integrantes de um fantástico processo de necessidades de evolução em todos os sentidos mas, principamente, no espiritual.

Pensem nisso!

Notas:
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