(748) Sentindo mais uma vez nesta nossa caminhada, o nosso “EU” interior.

O nível de evolução não é determinado geneticamente, portanto, não é exclusivo de nenhuma etnia, porque a evolução humana não se dá pelo tamanho do cérebro nem pela aparência, mas pela orientação que o ser interior, invisível e subjetivo, dá aos seus pensamentos e desejos.”

Resolvi hoje, dia 16/04/2026, colocar duas mensagens nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”. As palavras acima são do horóscopo do astrólogo Oscar Quiroga, reproduzidas da introdução. Isto porque gostei da parte em que ele, referindo-se à evolução humana, entende que [a seguir, com minhas palavras] nós somos sensorialmente orientados por um “Ser Interior”, inisível e subjetivo, por meio de uma sintonia com os nossos “pensamentos” e
“desejos”.
Para mim não foi surpresa porque como entendo, subjetivamente todos nós também somos guiados por um nosso “EU interior, bem como espiritualmente. Também é como subjetivamete ocorre pelas nossas “intuições”. Desta nossa caminhada, merecem atenção as mensagens 532 e 704. Recomendo as leituras.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(747) Sentindo com as inteirações humanas, a importância das nossas falas.

Não há conversação sem contradição.”

São palavras do consagrado orador e filósofo romano Cícero, nascido em 3 de janeiro de 106 a.C em Arpino, na Itália. Na condição de seguidor de Monica Aiub que é doutora em Filosofia (PUC-SP), ao ler sua excelente coluna “Pensei”, publicada na Edição 191 da Editora Escala, encontrei estas suas palavras que merecem a nossa atenção:

– “Quando nos permitimos o diálogo, nos movimentando para perspectivas diferentes das nossas, investigando o que nos faz ser como somos, ampliamos nossa compreensão do real e podemos nos situar na vida de modo diverso àquele que nos aprisiona. Isso não tornará o mundo mágico ou a vida um eterno deleite, mas trará a liberdade de atuarmos de modo coerente com aquilo que acreditamos, não sem antes nos perguntarmos: por que acreditamos e quais as conseqências de
acreditarmos? Um diálogo com essa potência só se dá no convívio com outras pessoas, aquelas capases de rasgar nossas certezas com suas contraposições e perguntas bem formuladas, Não há movimento “sem atrito.”

Fantástico! Sem comentários!

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(746) Sentindo os nossos desejos e futuros, diante do destino inevitável.

As mais altas torres começam no chão.”

A sabedoria desse proverbio chinês é uma lição de vida para todos nós. Quando leio um provérbio não me detenho muito na sabedoria transmitida com a sua literalidade conclusiva. Isto porque somos nós que devemos interpretar o alcance dos nossos desejos futuros, de acordo com a subjetividade das nosas realidades existenciais. A sua parte final foi o que motivou a minha escolha para este nosso encontro. Todos nós temos desejos de reaizações futuras, acontece que mais tarde também aprendemos muito com vida da gente, porque nesta dimensão existencial tudo nos proporciona aprendizados, muitos deles apenas conhecidos mais tarde por nós.

Gosto deste entendimento de Alessia Vanni e Margherita Bovo, pós-graduadas em Filosofia pela Universidade de Bolonha, no norte da Italia [Tradução de Homero Santiago:

– “O DESEJO É ESSÊNCIA ATUAL DO HOMEM QUANDO ESTE, DETERMINADO POR UM AFETO, VOLTA-SE PARA A REALIZAÇÃO DE ALGO.”

Sobre o “futuro”, termino este nosso encontro com esta explicação de Keitiline Viacava, que realizou pós-doutorado em Neurociência Cognitiva na Universidade de Georgetown, em Washington:

– “Todas as nossas decisões, por mais simples que sejam, envolvem certo grau de planejamento e expectativa acerca do futuro. O problema é que as previsões são baseadas em hipóteses e fundamentadas em informações incompletas, e seus resultados são sempre incertos. De fato, não temos como prever, com pecisão, o que acontecerá nos próximos minutos, dias ou anos.”

Termino este nosso encontro, com estas minhas palavras:

– Realmente todas as torres crescem no chão, mas suas alturas também são favorecidas por muitos fatores de origens desconhecidas. Por analogia, o mesmo pode acontecer com todos nós porque, os nossos futuros sempre dependerão de um desconhecido destino inevitável.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Pela ordem das citações, as sobre o desejo e o futuro foram reproduzidasdas Edições 177 e 146, da RevistaHumanitas, publicação da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(745) Sentindo com Jung, a existência de uma “totalidade maior”.

Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”

São palavras de Madre Tereza de Calcutá (1910-1997). Pergunto: O que acrescentar? É difícil. O que me vem à mente é o princípio de uma “totalidade maior”. No seu livro, “Espiritualidade e Transcendência”, com seleção e edição de Brigitte Dorst, pulicação da Editora Vozes, que recomendo como leitura obrigatória, De acordo com “David Tacey, em “The Spiritual Revolution”, é uma “revolução espiritual”. Brigitte Dorst se refere a este entendimento de Jung:

– “A transcendência da psique, da qual ele fala em outras passagens, refere-se a experiências espirituais de conexão com o divino, com o absoluto, a ter como referência algo mais abrangente, maior, às possibilidades de experiência que transcendem a consciência cotidiana, à transposição das fronteiras entre imanência e transcendência.” {Palavras de Madre Tereza de Calcutá, vamos todos nos unir com um sentimento universal de “Totalidade Espiritual” maior. Eu sempre acreditei nessa totalidade, como parte de um princípio de evolução.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(744) Sentindo como também podemos entender os nossos merecimentos.

Seu coração não é estrada para passeio de muitos. Seu coração é lugar que só fica quem faz por merecer.”

São palavras de Charles Chaplin (1889-1977), um icone do cinema mudo. Vejam que no final ele usou a palavra “merecer”. Agora prestem atenção: Thich Nhat Hanh, monge budista vietnamita, que em vida foi um poeta indicado por Martin Luther King Jr ao prêmio Nobel da Paz, escreveu no seu livro “A Essência dos Ensinamentos de Buda, lançado no Brasil pela Editora Rocco com tradução de Anna Lobo:

– “Um jovem que queria aprender a desenhar flores de lótus foi a um mestre e pediu para ser seu aprendiz. O mestre o conduziu até um lago de lótus e o convidou a se sentar ali. O jovem viu as flores desabrochando quando o sol estava alto, e observou os botões se fechando quando a noite chegava. Na manhã seguinte, fez a mesma coisa. Quando uma flor de lótus murchou e suas pétalas caíram na água, ele observou o caule, o estame [do latim stamen, fio, expressão da botânica], o restante da flor, e depois passou a observar outra flor. Fez isso durante dez dias. No décimo primeiro dia, o mestre lhe perguntou: “Você está pronto? e ele respondeu: “Vou tentar.” O mestre lhe deu um pincel, e apesar de ter um estilo infantil, o jovem desenhou um lótus absolutamente lindo. Ele havia se tornado o lótus, e o desenho simplesmente brotou de dentro dele. A ingenuidade em matéria de técnica era evidente, mas uma beleza profunda estava retratada ali.”

O que motivou a minha escolha para o “merecimento” ser o tema deste nosso encontro, foi o seguinte: – Sempre acreditei na existência de uma subjetiva essência de possível “transformação existencial”, contida em uma das possiveis explicações sobre como também podemos entender o nosso “merecimento”. Explico com esta síntese: Se nós conseguimos o que desejamos, também podemos nos transformar com essa efetiva conquista do que sempre desejamos merecer. Portanto, o nosso “merecimento”, por exemplo, de ganhos, de conquista e de realizações…, ao que me parece também pode ser subjetivamete explicado por uma espécie de reconhecimento existencial de como somos para nós mesmos, e para todos os outros. Concluindo: “Merecimento” não se aplica apenas ao que materialmente desejamos receber.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(743) Sentindo sobre as nossas “dores” e “sensações”.

Elas são personalíssimas, mas se manifestam de modos diferentes em cada um nós.”

Inicio este nosso encontro, referindo-me à prática de Freud chamada “livre associação”. Ele pedia aos seus pacientes para deitarem no divã, para a pessoa que estivesse falando “escute a si mesma”. Apesar de não ser da área de saúde, acredito que essa prática pode ajudar muito no encontro das causas de muitas das nossas “dores” e “sensações” de origens subjetivas. Complemento com esta interessante explicação do filósofo João de Fernandes Teixeira, no seu bem fundamentado artigo, “Somos o nosso cérebro?”, publicada na Edição 142 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “Estados mentais são subjetivos, ou seja, experimentados em primeira pessoa. Quando sinto uma dor posso até descrevê-la para o médico, mas a sensação é intransferível, as palavras nunca chegam a descrevê-la na sua totalidade ou numa forma que sua intensidade possa ser precisamente determinada por outra pessoa. As dores não podem ser medidas. Quando me pedem para definir a intensidade da dor em uma escala de 0 a 10, comparo uma versão subjetiva de intensidade com outra. Mas a linguagem apenas resvala a sensação de dor.”

A verdade é que mesmo com o avanço da tecnologia na área de saúde, devem existir muitas manifestações corporais de dores que vão precisar de tempo para serem identificadas subjetivamente suas causas. Gostei destas considerações da doutora em Filosofia pela PUC-SP, Monica Aiub, sobre o “tempo”. Foram publicadas com o título “Breve Reflexão Sobre o Tempo”, na sua coluna “Pensei”, Edição 148 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “Já quis desdobrar o tempo. Afinal, a vida é finita e há tanto a ser conhecido e vivido! Mas o desdobramento do tempo não significa conhecer e viver mais ou melhor. As marcas das dobras, desdobras e redobras (DELEUZE, 1991) podem ser os traços de memória do vivido, mas podem ser também as dores de um corpo curvado pelo cansaço da pessoa produtiva.
A produtividade que invade e subverte o tempo da vida, que não espera que os frutos amadureçam naturalmente para colhê-los, exigindo uma colheita prematura ou, ainda, artifícios para um amadurecimento precoce. Envenenamos os frutos, o solo, as águas, a nós mesmos para garantir uma colheita que não será consumida e, assim, temos fome. Fome!”

Talvez, quem sabe, excepcionalmete esse seu “sentir” tambem por analogia se aplique em alguas áreas da medicina, bem como nos subjetivos acompanhamentos psicologicos, emocionais, na esfera atuante da Psicologia. Termino este nosso encontro, com este meu entediimento:

SE VOCÊ DESEJA SENTIR A CAUSALIDADE SUBJETIVA DE ALGUMAS DAS SUAS CONHECIDAS “DORES” E “SENSAÇÕES”, INICIE SUAS BUSCAS DE INTERIORIZAÇÕES. ACREDITO QUE NESSES SEUS SUBJETIVOS ENCONTROS PODERÃO SER ENCONTRADAS EXPLICAÇÕES “PARA SI MESMO”, QUE PODERÃO SER MELHOR ESCLARECIDAS POR UM PSICÓLOGO.

Pensem nisso!

Notas:
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2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

(742)Sentindo sua vida, como sendo uma poesia de Deus.

A poesia é a música da alma, e, sobretudo, de almas grandes e sentimentais.”

São palavras do escritor Voltaire, um dos espoentes do iluminismo. Hoje acordei com vontade de escrever uma mensagem sobre “poesia”. Será a primeira desta nossa caminhada. Isto porque a vida da gente nos é dada pela Criação Divina como sendo um esplendor poético que se mostra para todos nós, de acordo com a percepção subjetiva e transcendente da nossa “ALMA”. Tudo nesta vida, para ser por nós alcançado, dependerá principalmente de duas coisas: do nosso “acreditar” e do nosso “merecimento”. Vejam o que já disseram sobre a “poesia”: Carlos Drummond de Andrade – “Se eu gosto de poesia? Gosto de gente, bichos, plantas, lugares, chocolate, vinho, papos amenos, amizade, amor. Acho que a poesia está contida nisso tudo.” / Mario Quintana, em “A Diferença”: -“A diferença entre um poeta e um louco é que o poeta sabe que é louco… Porque a poesia é uma loucura lúcida” e Manoel de Barros – “Poesia é voar fora da asa.”.

Complemento com esta parte do comentário do filósofo, psicanalista, e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Érico Andrade, sobre o filme “Paterson”, uma comédia dramática dirigida por Jim Jarmisch, com duração de 113 minutos (numerei):

1. É um filme sobre a fusão do cotidiano com a existência. Da pessoa com o mundo da poesia (razaõ pela qual o título do filme coincide com o nome do personagem principal).
2. A poesia é no cotidiano desmentir o tempo que nos condiciona a vagar na contagem das horas para nos livrarmos dele mesmo; à pressa. Retrair, acelerar distender, ficar. São as ações do cotidiano o foco das lentes que encandeiam as cenas de Paterson para nos mostrar que a poesia se impregna da totalidade do existente. A poesia é quando a retina abandona a pretensão de retratar o mundo para o espírito, nas palavras de Merleau-Ponty, que se identifica consigo mesmo por meio daquilo que é o mundo
3. A poesia é quando a retina abandona a pretensão de retratar o mundo para ser espírito, nas palavras de Merleau-Ponty, que se identifica consigo mesmo por meio daquilo que é: mundo.

Érico Antrade, assim termina sobre esse filme:

– “Tudo que o cotidiano nos rouba, como parar sem pressa para contemplar a paisagem do parque ou conversar com uma inesperada companhia, é recuperado por quem “respira” poesia porque a inspira do que nos conecta verdadeiramente ao que está vivo: o amor. Paterson consegue falar das coisas mais simples com a urgência que é necessária.”

Termino este encontro, com esta sugestão para você:

NO FILME DAS NOSSAS VIDAS, VAMOS MOSTRAR O SUBLIME DA POESIA DO NOSSO EXISTIR E DO NOSSO VIVER.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As palavras de Érico Antrade, foram por mim reproduzidas da sua coluna sobre cinema, publicada na Edição 144 da Revista Humanitas, da Editora Rscala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(741) Sentindo a necessidade de inclusive subjetivamente, explicar a nossa admiração.

E pela minha lei a gente era obrigado a ser feliz, você era a princesa que eu fiz coroar e era tão linda de se admirar!

São palabras de Chico Buarque, atualmente com 81 anos de idade. Um gênio da música popular brasileira. O que motivou este nosso encontro foi a sua última palavra na sua manifestação acima: “admirar“.

Sempre pergunto para mim mesmo: – “O que eu gosto e admiro,está em mim ou em que eu aprecio? Isto porque outra pessoa pode no mesmo instante, apreciando algo comigo, não manifestar os meus sentimentos de “admiração”. Pergunto: Como explicar isso? Gosto deste “sentir” de Ana Maria Haddad Baptista, que é um dos seres humanos que mais admiro. Recentemente ela foi por mim citada na mensagem 740, sobre “espiritualidade”. Sobre o tema por mim escolhido para este nosso encontro, ela escreveu na sua coluna “intersecções”, na edição 144 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “A capacidade de admirar é para poucos. Porque admirar algo é despojar-se de si e admitir, para nós mesmos e para o mundo, que existem coisas muito além do que poderíamos imaginar.”

Em seguida ela explica: – “Estamos falando de uma admiração cujo recorte de visualização enxerga aquilo que até então não tínhamos imaginado. Muito diferente do “admiro-me”. Em outras palavras: admirar a si mesmo. Narciso. Infelizmente jamais faltou nem faltará para a alegria daqueles que não conseguem ir além de si mesmo. Afinal…não custa lembrar com Pessoa, entre outros, quando afirma que somos apenas o que nos supusemos. Grande verdade.”

Complementa: – “Admirar significa exercitar os nossos sentidos. Mas, ao mesmo tempo, medir o quanto somos capazes de olhar para o outro. (Para os encontro que a vida nos oferece e, muitas vezes, ignoramos). Baudelaire não foi e não será o único a ter tal capacidade. De ver e nos mostrar aquilo que passa ao largo da maioria por uma subtração, intencional ou não, de olhares cuja superficialidade não permite a percepção do que deveria ser digno de exaltação.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(740) Sentindo a necessidade de sentir, o que é “espiritualidade”.

O que reúne e atrai as pessoas não é a semelhança ou identidade de opiniões, senão a identidade de espírito, a mesma espiritualidade ou maneira de ser e entender a vida.”

São palavras do escritor francês Proust (1871-1922). Confesso para vocês que tenho certeza quando meus sentimentos têm origem em fontes transcendentes de “Esprtitualidade”. O escritor português José Saramago (1922-2010) já dizia em vida – “O mal que algumas palavras têm não é o que significam directamente. O mal são as conotações. Nós dizemos «espiritualidade», dizemos «espírito», que não sabemos o que é. É que ninguém pode apresentar uma definição de «espiritualidade» que seja convincente. Tenho a impressão de que as palavras atrapalham muito.” Gosto desta explicação de Ana Maria Haddad Baptista, graduada em Letras, com mestrado e doutorado em Comunicação pela PUC-SP, que é uma das pessoas que mais admiro nesta nossa caminhada:

– “Existem expressões e possíveis conceitos que carregam alto teor de significações que vão desde uma exatidão desejável até diferentes conotações. E nada mais exemplar do que o conceito de espiritualidade. O que significa espiritualidade? Nas palavras de Michel Foucaut: “Quando falo de espiritualidade, não falo de religião, ou seja, é necessário distinguir muito bem espiritualidade de religião. É surpreendente constatar que a espiritualidade, o espiritismo e a religião se misturam no espírito das pessoas em uma salada notável, uma ‘marmelada’, uma confusão impossível!”

PERGUNTO:
– Para você o que é esprirtaidade?
Faça como eu. Não se preocupe em encontrar a sua resposta. Apenas sinta a energia superior e sublime da espiritualidade no seu coração.

Pensem nisso!

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3. A explicação de Maria Haddad Baptista, foi reproduzida do seu artigo “Por uma estética de espiritualidade”, publicada na edição 147 da Revista Humanitas, da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(739) Sentindo a necessidade de pensar sobre as percepções de nós mesmos.

Faça os movimentos necessários sem cometer exageros nem precipitações, porque apesar de acontecerem coisas importantes, tudo precisa de reflexões sinceras de sua parte para ser devidamente aproveitado.”

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 04/04/2026. Ele se refere a um detalhe muito importante, assim por mim resumido: – Nós não podemos “agir por agir” sem pensar sobre tudo e, principalmente, sobre nós, sobre o nosso “sentir a si mesmos”, sobre o nosso existir e sobre o nosso modo de viver.
Isso é”autoconhecimento”, e eu pratico e chamo de “sentir e de conhecer o meu subjetivo EU interior, em qualquer fase das nossas vidas. Aprendi com Simone de Beauvoir (1908-1986), “que o nosso “eu” nunca envelhece, o nosso corpo sim”. Agora vejam que interessante: – Na sua obra “Princípios da Filosofia”, estruturada em quatro partes, o filósofo, físico e matemático René Descartes (1596-1650), escreveu na terceira:-“As
percepções dos sentidos ensinam não o que realmente está nas coisas, mas o que favorece ou desfavorece o composto humano.” Ele explica: – “Será suficiente se notarmos que as percepções dos sentidos não se referem senão a essa união do corpo humano com a mente e, decerto exibem-nos originariamente aquilo que os corpos externos podem favorecer ou desfavorecer a ela; mas não nos ensina, porém, a não ser de quando em quando e por acidente, quais qualidades existem em si mesmas. Assim, com efeio, facilmente nos despojaremos dos pré-conceitos dos sentidos e utilizaremos aqui só o intelecto, que diligentemente atenta às ideias que lhe foram incutidas pela natureza.” [Detalhe: Esta explicação está sendo reproduzida com o estilo de escrita de 1644.]. Recomendo: Nunca esqueça de se “auto-observar”.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

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