(692) Sentindo saudade eternizada.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.”

Que belo ensinamento de Clarice Lispector (1920-1977), sobre a subjetiva permanência continuada de tudo, no tempo em nossas vidas. Também gosto muito deste “sentir” de Mario Quintana (1906-1994): – “A eternidade é um relógio sem ponteiros.” Em uma pesquisa popular sobre o que entendemos por “eternidade”, acredito que a maioria responderia ser “o que dura para sempre”. No budismo, “satori” é o termo usado para a “compreensão” de como devemos sentir o “tempo” ao fluir de todas as nossas experiências passadas. São palavras do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves (1933-2014), na sua crônica “Um único momento”. Maravilha! Dela peço a sua atenção para esta parte:

– “Eternidade não é o tempo sem fim. Tempo sem fim é insuportável. Já imaginaram uma música sem fim, um beijo sem fim, um livro sem fim? Tudo o que é belo tem de terminar. Tudo o que é belo tem de morrer. Beleza e morte andam sempre de mãos dadas. Eternidade é o tempo completo, esse tempo do qual a gente diz: “Valeu a pena”. Não é preciso evolução, não é preciso transformação: o tempo é completo e a felicidade é total. É claro que isso, como diz Guimarães Rosa, só acontece em raros momentos de distração. Não importa. Se aconteceu, fica eterno. Por oposição ao “nunca mais” do tempo cronológico, esse momento está destinado ao “para todo o sempre”. Compreendi, então, que a vida é uma sonata que, para realizar a sua beleza, tem de ser tocada até o fim. Dei-me conta, ao contrário, de que a vida é um álbum de minissonatas. Cada momento de beleza vivido e amado, por efêmero que seja, é uma experiência completa que está destinada à eternidade. Um único momento de beleza e amor justifica a vida inteira.”

Complemento: As pessoas permanecem para sempre em nossas lembranças. Dedico ‘in memorian’, esta mensagem para Sônia, a minha esposa e companheira de um tempo infinito chamado “eternidade”.

Emocionado, termino este encontro com estas palavras de Clarice Lispector:

A saudade é a prova que o passado valeu a pena.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(691) Sentindo mais uma vez, a importância do “autoconhecimento”.

Tudo que deixa sua alma confortada e segura precisa ser trabalhado o tempo inteiro, porque a estabilidade não acontece por si só, é algo que resulta de sua firme intenção de que tudo continue assim. É por aí.

Nesta sua participação de número 164, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 26/01/2026. Entendo que esse trabalho será mais proveitoso quando “subjetivamente”, através de silenciosas práticas de “autoconhecimento” nós desejamos escutar e significar “para nós mesmos”, o nosso “EU” interior, em face das imprevisibilidades que, por vezes, surpreendem no nosso existir. Assim, como acredito, podemos entender melhor as nossas “subjetivas participações” diante do natural processo de evolução em nossas vidas. Para os que preferem, registrem através da escrita seus desejos, porque aprendi com Clarice Lispector que “escrever é viver”. Acrescento: Como também, para sempre será um nosso “reviver”, pois a “escrita” perpetua o que desejamos perpetuar. Agora vejam que interessante: – O psicólogo Nichan Dichtchekenian, no seu trabalho terapeutico realizado com a prática da “Fenomenologia Existencial”, explica que conduz seus paciente responder “para si mesmo”, estas perguntas: – Como você lida com aquilo que determina você? O que você faz com aquilo que caracteriza você? Que tipo de decisões você toma ou não toma? Qual o sentido de você como você é? Ele explica: Porque se você é deste jeito é porque você realiza algo deste jeito, você está alcançando uma presença na vida. Meu trabalho como terapeuta, “primeiro é acompanhar a pessoa no modo dela ser, e convidá-la a se apropriar de quem ela é [isto para mim também é valiosa prática de “autoconhecimento”, principalmente porque somos seres únicos e conhecedores das nossas realidades comportamentais].

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(690) Sentindo nossas manifestações conscientes e inconscientes.

Freud era neurologista e fez uma descoberta revolucionária na época, a existência do inconsciente, que se tornou conceito basilar da Psicanálise. A Ciência tem alguma explicação para o inconsciente?

Já tendo passado um bom tempo, essa pergunta foi feita para Suzana Herculano-Houzel, doutora em Neurociências pela Université Paris VI, mestra em Ciências pela Case Western Reserve University (Estados Unidos) e bióloga formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela respondeu: – “Prefiro falar do “não consciente”, ou seja, todos os processos que acontecem no cérebro além daquele único, a cada momento, que recebe o foco da atenção e se torna, assim, “consciente”. Pensando desta forma me parece natural compreendermos que a cada instante há muito mais acontecendo em nossas mentes do que conseguimos ter acesso para formular em palavras, compreender ou mesmo acompanhar. Esses processos não-conscientes incluem nossa maneira, a essa altura automática de compreender o mundo, baseada em nossa biologia, mas também em todas as nossas experiências da vida.”

Agora vejam estas palavras de Clarice Lispector (numerei):
1. “Minha consciência é inconsciente de si mesma, por isso eu me obedeço cegamente.”
2. “Esperar que algo amadureça é uma experiência sem par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente.”
3 “Na arte, a inspiração tem um toque de magia, porque é uma coisa absoluta, inexplicável. Não creio que venha de fora pra dentro, de forças sobrenaturais. Suponho que emerge do mais profundo eu da pessoa, do inconsciente individual, coletivo e cósmico.”

Resumindo: Para mim, todos nós somos seres humanos “conscientes” e “inconscientes”, em todas as nossas inteirações sensorias e existenciais. Talvez [nao estou afirmando] tenha sido por isso que Jacques Marie Émile Lacan (1901-1981) tenha manifestado esta sua conhecida afirmação – “A estrutura do inconsciente é a estrutura da linguagem.” Como entendo trata-se, portanto, de uma estrutura que se expressa por em qualquer forma de comunicação.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(689) Sentindo mais informações sobre compulsão.

Tomar iniciativas é oportuno, porque senão o tempo vai continuar passando e suas lindas ideias se diluirão nas brumas existenciais, transformando o entusiasmo atual na decepção futura. Melhor isso não acontecer.”

Registro preliminar: Nesta sua participação de número 163, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 25/01/2026. Selecionei para iniciar este nosso encontro, porque gosto da objetividade na sua escrita. Ele me transmite a sensação de saber o que seus seguidores precisam entender.

Continuação do encontro anterior: Foi enorme a repercussão positiva sobre sobre “compulsão”. A pedido volto à subjetividade desse tema, agora com considerações do psiquiatra e psicanalista Sergio Nick, publicadas na Edição nº 40 da Revista PSIQUE, da Editora Escala, com o título “Perpétua Angustia”. Destaco:
1. “Uma das características que ajudam a entender uma ação compulsiva é o prazer no ato. Porém, o maior desafio está em compreender atos compulsivos onde esse “encanto” não existe; nela o que predomina é a forma repetitiva e muitas vezes sem nexo.”
2. Prestem atenção nesta história de um senhor que após ter “devorado” quase toda uma caixa de bombons de chocolate, vira-se para a esposa e diz – “Querida, tira esta caixa daqui. Estes bombons são meio enjoativos!…” Mas que danado, hein! Come dezenas de bombons para depois menosprezá-los!”.

Comenta o doutor Sergio: “Quem nunca se viu às voltas com a necessidade de controlar certos impulsos? Seja para comer, jogar, falar, comprar, e por aí vai a extensa lista de possibilidades de compulsão. O que as une é a presença do prazer no ato. Assim como a delícia dos bombons do personagem citado acima, que o fizeram comer até sentir enjoo, podemos encontrar em cada um desses atos compulsivos listados um prazer que, de certa forma, está presente e é facilmente identificável. O que complica aqui é a percepção de que muitas vezes não podemos identificar esse prazer – pelo menos não à primeira vista – numa série de compulsões que atingem um sem-número de pessoas e que as fazem ficar presas num ato repetitivo, aflitivo e muias vezes sem nexo. Tal é a característica da compulsão que queremos abordar.” (…) “Freud, desde o princípio, dizia que um dos objetivos da terapia psicanalítica era justamente ampliar as vias de facilitação. Ele queria tirar o neurótico de sua prisão, ampliando suas formas de expressão, aumentando sua gama saídas ante a angústia. Onde havia apenas um caminho, Freud propunha que oferecêssemos a oportunidade de construção de novas vias. Em vez do insistir compulsivo ser em uma só descarga, buscar outras que aumentem o arsenal expressivo do sujeito. Muito de sua metapsicologia foi dedicada à compreensão do psiquismo e das formas como ele se estrutura para dar vazão à pulsão.”

Pedido: Se você tem conhecimento de alguem considerado compulsivo, recomende a leitura da mensagem anterior e desta.

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(688) Sentindo subjetivamente, que só nós explicamos as realidades sensoriais das nossas compulsões.

A alma reconhece que nenhum objeto exterior conseguirá produzir o bem-estar que os sentimentos subjetivos provocariam, mas de vez em quando é preciso ter um apoio externo para melhorar os sentimentos.”

Lendo essa previsão do astrólogo Oscar Quiroga, divulgada no seu horóscopo do dia 20/01/2026, lembrei desta explicação da Psicóloga e Psicanalista, Suely Gevertz sobre compulsão, “comportamento ou ato mental repetitivo que leva a pessoa a agir em resposta a um pensamento ou ideia que invade a mente humana”:

– “A mente humana trabalha sobre as expriências emocionais vivenciadas no cotidiano para lhes fornecer uma representação, permitindo pensar a respeito delas e dar um sentido à vida.”

Em seguida ela complementa: – “O indivíduo só tem controle sobre sua situação compulsiva quando ele se concentra em mudar o rumo de seus pensamentos. Mas o comportamento compulsivo retorna assim que ele se dstrai ou tenta mudar o foco de sua atenção. O trabalho psicanalítico oferece a possibilidade de construir uma personalidade menos rígida, mais flexível, maleável e rica, de maneira a que as pessoas possam entrar em contato com os conteúdos de sua mente e encontrar novas formas de lidar eles. No lugar de construírem sintomas, podem encontrar e representar seus pensamentos, sentimentos e conflitos, dando-lhes um destino criativo e útil em suas vidas.”

Fico imginando o quanto esses tipos de explicações acima podem ajudar a uma pessoa presencia determinadas crises, no momento em que elas estão acontecendo. Suely Gevertz continua: – “A pessoa que padece de compulsão representa suas experiências emocionais por meio de ações compulsivas, mostrando o domínio de seu sofrimento, de sua angústia, sobre sua mente. Seu movimento é de fuga, mesmo que à custa da possibilidade de satisfação e de significação.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. As citações da Psicóloga e Psicanalist Suely Gevertz, foram reproduzidas do seu artigo “Material Psíqico “indigesto” [Sobre compulsão], publicado na Edição nº 40, da Revista PISIQUE, da Editora Escala.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(687) Sentindo a importância de conhecer as origens das nossas incertezas.

Mede-se a inteligência de um indivíduo pelo número de incertezas que ele é capaz de suportar.”

Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior, vem sendo elogiada a minha iniciativa de sempre que possível, citar o que já falaram sobre o tema principal dos nossos encontros. Assim, dentre outros, vejam o que disseram sobre o ser humano considerado inteligênte: Charles Darwin – “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças” / Paulo Coelho – “Os tolos são aqueles que se acham os mais inteligentes” / Carl Sagan – “Saber muito não lhe torna inteligente. A inteligência se traduz na forma que você recolhe, julga, maneja e, sobretudo, onde e como aplica esta informação.” / Schopenhauer – “As pessoas comuns pensam apenas como passar o tempo. Uma pessoa inteligente tenta usar o tempo.” / William Shakespeare – “Eu aprendi que para se crescer como pessoa e preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu.” / Sócrates – “Inteligente é aquele que sabe que não sabe nada.” e José Saramago – “Antigamente eu defendia uma tese, a que regresso de vez em quando, que defende que o homem quando descobriu que era inteligente não aguentou o choque e enlouqueceu.”

Volto para o início deste encontro, repetindo as palavras de um “autor desconhecido”:

Mede-se a inteligência de um indivíduo pelo número de incertezas que ele é capaz de suportar.”

Confesso nunca ter pensado nisso. Achei muito interessante, não se mensurar a inteligência humana apenas pela nossa diversidade de conhecimentos. Agora passei a entender, bem como subjetivamente reconhecer, a importância de se saber avaliar para nós mesmos, como devemos nos comportar diante das incertezas que, por vezes, surgem de dentro de nós”, sejam elas de que natureza forem.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(686) Sentindo a essência divina da Espiritualidade, na Criação.

Espiritualidade da Criação

Nesta nossa caminhada para o autoconhecimento – uma trajetória de transformação interior, já dediquei vários dos nossos encontros sobre o nosso sentimento de “Espiritualidade”. Este é o primeiro associando à Criação como um todo universal, de autoria do Mestre em Educação pela Universidade de Sorocaba – UNISO, Carlos Eduardo Xavier, que também possui graduação, Licenciatura Plena em Filosofia.
Sintam estas suas palavras:

– “A Espiritualidade da Criação é a mais antiga tradição da Bíblia, que inicia seus relatos com o Criador dando existência ao cosmos, à natureza e ao ser humano numa visão de harmonia, equilíbrio, abundância e felicidade. É também a tradição do grande despertar místico do século XIII que nos legou Franciso e Clara de Assis, Mestre Eckhart, entre tantos. É uma espiritualidade que visa resgatar nossa ligação profunda com toda a Criação, superando um modelo antropocêntrico (o homem como centro) e buscando uma mística de vida muito mais natural, integradora, libertadora, fraterna e cósmica. É uma mística que parte não da “queda original”, mas da “bênção original” presente em tudo e em todos, celebrando a sabedoria, o feminino e a justiça cósmica, alicerces desse caminho de reconciliação com a Mãe Terra, uns com os outros e com todas as criaturas.”

Pensem nisso independente da sua crença religiosa, mas como um ser humano que esta participando de um nosso processo universal de evolução existencial e espiritual.

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. Esse “sentir” do Dr. Carlos Eduardo Xavier foi encontrado na data de hoje, no “Calendário Coração de Jesus – Abençoai este Lar!

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(685) Sentindo a magia do nosso riso.

Um dia sem um sorriso é um dia perdido.”

São palavras de Charlie Chaplin (1889-1977), escolhidas para iniciar este nosso encontro de hoje, 18 de janeiro, quando se comemora o Dia Mundial do Riso>. Bom seria se todos os dias nós mostrassem muitos risos, mas os tempos mudaram e nem sempre, muitas das experiências que vivenciamos e, principalmente, as indesejadas permitem. Dentre outros, vejam o que já disseram sobre os nossos “risos”: Clarice Lispector – “Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas..” / William Shakespeare – “Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras coisas. E outras pessoas. E outros amores” / Ariano Suassuna – “Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso a cavalo e o galope do sonho É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver.” / Castro Alves – “O riso é a estrela do horzonte da alma.” / Antoine de Saint-Exupéry – “E eu compreendi que não podia suportar a ideia de nunca mais escutar esse riso. Ele era para mim como uma fonte no deserto…” / Rodrigo Santoro – “Cara, aprendi um remédio maravilhoso: o riso” e Victor Hugo – “Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança.”

Chegamos ao final deste nosso encontro em nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transfomação inerior. Mesmo assim, ainda vou ficar esperando. Sabe o que? A beleza de um seu “encantador”, “contagiante” e “suave” Riso!

(684) Sentindo novos caminhos, para serem por nós seguidos.

1.A vida é cheia de contradições e ambiguidades, e tentar que seja diferente é um objetivo fadado ao fracasso. Veja o caso das discórdias, que parecem promover desunião, mas que em certos casos são necessárias para a união.

2.Seria o caso de finalizar o que seja possível, e deixar para depois disso o início do que quer que seja. A prioridade é colocar ponto final no que estiver ao seu alcance, para continuar viajando com leveza e alegria.

São duas previsões do asrólogo Ocar Quiroga, que selecionei do seu horóscopo divulgado hoje, dia 17/01/2026. Mais uma vez nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior, pergunto: – “O que é a vida? Eu nunca me preocupei em encontrar a minha resposta, porque aprendi com Picasso: – “EU NÃO PROCURO, ACHO!. Vejam que interessante:

– Ontem foi um sucesso de repercursão de mais um encontro desta nossa caminhada de interiorização quando, pela primerira vez, citei o Psicólogo Rossandro Kklinjey. Para ele, a vida pode ser comparada “a uma tapeçaria rica e complexa de escolhas e caminhos. E como peregrinos nessa jornada, devemos caminhar com coragem, compaixão e consciência, colhendo as lições e a beleza ao longo do caminho, e reconhecendo a magnificência do ciclo eterno da consciênia.” Mas é certo que os tempos mudaram, porque agora em muito caminhos surgem mais pedras e obstáculos, desafiando as resistências de muitos que são levados, apenas levados, sem perspectivas de chegadas próximas com os novos horizontes por eles sonhados. Repito: É triste, muito triste, mas não pare suas caminhadas porque em todas elas, novos horizontes aparecerão com o esplendor de mais lumiar do Sol, em nossas vidas.

Pensem nisso!

(683) Sentindo a necessidade de sabedoria, nas fases do nosso viver.

Não pular etapas da vida, não fugir da dor, mas enfrentá-la é aceitá-la é o que nos permite crescer e evoluir. Cada etapa, cada dor enfrentada é uma oportunidade para amadurecer e se transformar.”

São palavras do Psicólogo, professor e especialista emocional, Rossandro Klinjey, no seu livro “As Quatro Estações da Alma – Da angustia à esperança”, escrito em forma de diálogo com o filósofo Mario Sergio Cortella, Coleção Debates, publicação da Editora Papirus 7 Mares, que recomendo como leitura obrigatória.
Explica Rossandro Klinjey:

– “Nossas vidas são marcadas por rituais, com cada um de nós refletindo e respondendo às mudanças inevitáveis que ocorrem em nosso ciclo vital. (…) Eles revelam como nossa sociedade se estrutura e como ela celebra, sofre e aprende. A dor não é uma falha nem uma fraqueza; é parte integrante do que significa ser humano. Em seu abraço, encontramos a possibilidade de compreensão, crescimento e, finalmente, a sabedoria. Em nossa travessia da dor, não somos meramente quebrados, mas refeitos, prontos para enfrentar as próximas etapas de nossa complexa e bela jornada humana.”

Termino, com este sentir sobre “Angustia” do nosso poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987):

“Eu acredito que a poesia tenha sido uma vocação, embora não tenha sido uma vocação desenvolvida conscientemente ou intencionalmente. Minha motivação foi esta: tentar resolver, através de versos, problemas existenciais internos. São problemas de angústia, incompreensão e inadaptação ao mundo.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br
3. “Comentário recebido: “You could certainly see your enthusiasm in the article you write. The arena hopes for more passionate writers such as you who are not afraid to mention how they believe. At all times follow your heart. Tradução: “Você certamente podia ver seu entusiasmo no artigo que escreveu. O meio espera por mais escritores apaixonados como você, que não têm medo de mencionar no que acreditam. Em todos os momentos, siga seu coração.” São muitos os comentários recebidos do exterior. Como não tenho condições de agradecer todos, ao iniciar os nossos últimos encontros agradeci e fiz tradução para o português usual aqui no Brasil. Como foi feito acima.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

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