(837) Sentindo presenças em nossas saudades.

Saudade… Esse sentimento de vazio que me tira o sono. Um caminhar, à luz da lua, à beira mar.”

São palavras do escritor brasileiro Machado de Assis (1839-1987). Em mim é uma sensorial e abstrata percepção de temporalidade, como uma magia que transforma ausências em sensações de presenças. Gosto desta comparação de Machado de Assis (1759-1805): – “Saudade… Esse sentimento de vazio que me tira o sono. Um caminhar, à luz da lua, à beira-mar.”

Faça o possilvel para nunca sentir esses vazios. É possivel e vai depender apenas do seu acreditar.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(836) Sentindo esta verdade: Colhemos o que plantamos

Semeie um pensamento e colherá uma ação; semeie uma ação e colherá um hábito; semeie um hábito e colherá um caráter; semeie um caráter e colherá um destino.”

São palavras do romancista e dramaturgo britânico Charles Reade (1814-1884).
A lei da causa e efeito é Universal. Aplica-se a tudo. Como entendo, inclusive em nossas subjetivas buscas interiores de “autoconhecimento” porque, mediante um silencioso diálogo “consigo mesmo”, podemos nos surpreender com descobertas até então desconhecidas. Recomenda Jung (OC 18/II, § 1813):

– “É preciso ocupar-se consigo mesmo, senão não há como tornar-se alguém, senão nem é possível desenvolver-se.”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(835) Sentindo sobre os desejos.

A dor é inevitável o sofrimento é opcional.”

São palavras do nosso poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), motivo de orgulho para todos nós brasileiros.
Sempre tive um pouco de dificuldade de entender esse seu modo de pensar. Nunca havia condicionado um estado de sofrimento humano à uma opção. Comecei a mudar quando tomei conhecimento deste “sentir” de Viktor Frankl (1905-1997): – “Mesmo uma pessoa que não tem mais nada neste mundo, ainda pode conhecer a felicidade.”

Entendo que essa possibilidade tende acontecer quando o sofrimento perdura e ganha um sentido. Gosto de me referir a esse estado, como “temporalidade de esperança”.
No seu livro “O Cérebro de BUDA – Neurociência Prática para a Felicidade”, publicação da Editora ALAÚDE com tradução de Bianca Albert, os seus autores Rick Hanson e Richard Mendius dedicaram um capítulo com o título “Intenções e sofrimento”. Dele destaco:

– “Há quem diga que desejo leva ao sofrimento, mas será que isso é sempre verdade? O território do desejo é muito vasto e inclui vontades, intenções, esperanças e desejos incontroláveis. Se o desejo resulta em sofrimento ou não, isso depende de dois fatores: há um desejo incontrolável envolvido, a sensação de que precisa daquilo de qualquer jeito?”

Termino este nosso encontro com estas palavras de Shantideva, filósofo indiano do século VIII d.C:

– “Toda a alegria do mundo brota do desejo de que os outros sejam felizes, e todo o sofrimento deste mundo vem de desejar apenas a própria felicidade.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(834) Sentindo como também evoluímos como seres humanos.

Numa situação difícil, quando nada mais fizer sentido para você, ouça o seu coração, ele lhe mostrará o caminho.”

São palavras de Johann Goethe (1749-1832), que foi um estadista alemão do Sacro Império Romano-Germânico. É a sua segunda participação nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”. A primeira foi na mensagem 818.
Selecionei para iniciar este nosso encontro, porque sempre acreditei que em nossas indecisões, somos guiados em todos os sentidos e, principalmente, por um “Plano Superior Espiritual”. Portanto, como espécie de condição de necessidades de aprendizados, de experiências nesta dimensão de vida.
Gosto deste ensinamento do escritor e místico, Harvey Spencer Lewis (1883-1939):

– “É na experiência da Vida que o homem evolui.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(833) Sentindo Francis Bacon.

Qual é o sentido da vida?

A única resposta que não aceito é esta – “viver”. Gosto deste “sentir” de Francis Bacon (1759-1805):

– “Acho que a vida não tem sentido, mas lhe damos um sentido durante nossa existência. Elaboramos certas atitudes que lhe dão um significado enquanto vivemos, mas elas mesmas, na verdade, nada significam.”

Ensina Jordan B. Peterson no seu Best-seller internacional “12 Regras para a vida – Um antídoto para o caos”, publicação da Editora ALTA BOOKS (numerei):

1. “Ter significado em sua vida é melhor do que ter aquilo que quer, porque talvez você nem saiba o que quer ou do que de fato necessita.”
2. “O significado é algo que vai até você por conta própria. Você pode ajustar as precondições, pode seguir o significado quando ele se manifestar, mas você não consegue simplesmente o produzir como um ato da vontade.”
3. “O significado traduz a ideia de que você está no lugar certo, na hora certa, adequadamente equilibrado entre a ordem e o caos, onde tudo se alinha da melhor forma possível naquele momento.”

Termino este nosso encontro com estas palavras de Francis Bacon:

– “O HOMEM É AQUILO QUE SABE.”

Pensem nisso!

Muita paz eharmonia espiritual para todos.

(832) Sentindo a importância subjetiva do reconhecimento de nós mesmos.

O autoconhecimento também favorece saber o que achamos de nós mesmos.”

O que motivou este encontro foi esta resposta do fonoaudiólogo Pedro Bloch (1914-2004), ao ser perguntado por Clarice Lispector sobre como ele se sentia ser de verdade. [Fonte: Clarice Lispector entrevista grandes personalidades, publicação da Editora Rocco, que recomendo a leitura]:

– “Fiz, uma vez, uma receita de viver que acho que me revela. Viver é expandir, é iluminar. Viver é derrubar barreiras entre os homens e o mundo. Compreender. Saber que, muitas vezes, nossa jaula somos nós mesmos, que vivemos polindo as grades em vez de libertar-nos. Procuro descobrir nos outros sua dimensão universal e única. Não podemos viver permanentemente grandes momentos, mas podemos cultivar sua expectativa. A gente só é o que faz aos outros. Somos consequência dessa ação. Talvez a coisa mais importante da vida seja não vencer na vida. Não se realizar. O homem deve viver se realizando. O realizado botou ponto final. Tenho profundo respeito humano. Um enorme respeito à vida. Acredito nos homens. Até nos vigaristas. Procuro desenvolver um sentido de identificação com o resto da humanidade. Não nado em piscina se tenho mar. Gosto de gostar. Todo mundo é perfeito até prova em contrário. Gosto de fazer. Não fazer… me deixa extenuado. Acredito mais na verdade que na bondade. Acho que a verdade é a quintessência da bondade, a bondade a longo prazo. Tenho defeitos, mas procuro esquecê-los a meu modo. “Saber olvidar lo malo también es tener memoria.”[Frase do poema épico argentino Martín Fierro, de José Hernández, do século XIX].

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(831) Sentindo como nos preparar, para os “acasos” e “destinos” que nós surpreendem.

O medo agora é que meu novo modo não faça sentido? Mas por que não me deixo guiar pelo que for acontecendo? Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade.”

São palavras de Clarice Lispector (1920-1977), recordista em citações nesta jornada de buscas de interiorizações. Os temas deste encontro são as imprevisibilidades de certos “acasos”, e considerações sobre os “destinos” inesperados, que podem nos surpreender e preocupar. Para o escritor Paulo Coelho, muitos dos nossos encontros já foram antes combinados pelas almas. O escritor português José Saramago (1922-2010), dizia que o “acaso” não escolhe, mas propõe. Schopenhauer (1788-1860), entendia que o “destino” baralha as cartas, mas somos nós jogamos. Gosto muito deste entendimento do pintor francês Georges Braque (1882-1963) – “Na busca do destino, a pessoa descobre-se a si mesma.”

Para terminar, esclareço que tenho procurado não me preocupar com os “acasos“, nem com as inesperadas surpresas dos “destinos”. Isto porque em nossas vidas tudo acontece como deve acontecer, independente do nosso “querer”. O que devemos é nos fortaleçer e sempre lembrando deste ensinamento do filósofo Edgar Morin:

– “É preciso estar aberto para o incerto, para o inesperado. É preciso ser sensível ao fraco, ao acontecimento que nos surpreende.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(830) Sentindo que as aparências podem enganar.

Todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência.”

São palavras do filósofo, dramaturgo, poeta e historiador alemâo Friedrich Schiller (1759-1805). Infelizmente me parece ser o que acontece muito. Assim entendo porque muitas das imagens transmitidas pelas aparências dos seres humanos, mostram mais as percepções objetivas do que subjetivas.

Vejam o que já disseram sobre as aparências: Jean de La Fontaine – “Ao longo da tua vida tem cuidado para não julgares as pessoas pelas aparências.”; O Papa João XXIII – “O mundo julga pelas aparências e quase sempre se engana.” e Antoine de Saint-Exupéry – “O essencial é invisível aos olhos. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência.”

O que motivou este nosso encontro foi esta resposta de filósofo e estadista Francis Bacon [Fonte: “Entrevistas com Francis Bacon – A brutalidade dos fatos”, de David Sylvester, com tradução de Maria Teresa Resende Costa, publicação Cosac & Naify Edições]:

– “Há a aparência e há a energia dentro da aparência. E essa é uma coisa extremamente difícil de ser captada. Claro, a aparência de uma pessoa está intimamente relacionada com sua energia. Tanto assim que, quando você na rua vê de longe uma pessoa que conhece, é capaz de dizer quem é apenas pela maneira como ela anda, como se movimenta. Mas não sei se seria possível fazer o retrato de alguém reproduzindo apenas seus gestos. Até agora, parece que para fazer um retrato é preciso que se pinte o rosto. E é nele que o pintor terá que captar a energia que emana da pessoa.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(829) Sentindo um saber comunicar pela escrita.

Quero-te não exatamente por quem tu és, mas por quem eu sou quando estou contigo.”

São palavras de Gabriel García Márquez (1927-2014), que em 1982 foi merecidamente laureado com Prêmio Nobel da Literatura. Sempre me encantei com o seu estilo de se comunicar através da escrita. Cada vez mais estou convencido de que existem seres humanos que sabem, subjetivamente, revelar e interpretar muitas das suas realidades. Um deles em vida, foi Gabriel García Márquez.
Complemento com estas suas conhecidas manifestações (numerei):
1. “Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.”
2. “A vida não é a que a gente viveu e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la.”
3. “O desejo de esquecê-lo era o mais forte estímulo para se lembrar dele.”
4. “Dou valor as coisas, não por aquilo que valem, mas por aquilo que significam.”
5. “Quero-te não exatamente por quem tu és, mas por quem eu sou quando estou contigo.”
6. “Eu sou quem você não procura.”

Pensem nisso!

Notas:
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3. Sugestão de leitura: – “O Amor nos Tempos da Velhice – Perdas e envelhecimento na obra de Gabriel Garcia Márquez“, publicação da Editora Casa do Psicólogo.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(828) Sentindo ser avô

Para sempre ele será lembrado, como um nosso segundo pai, como um conselheiro, e por sua sabedoria de sentir a vida com sentimentos de gratidão a DEUS.”

São palavras que me foram intuidas para iniciar esta mensagem que, para muitos, será de lembranças inesquecíveis, de orgulho, de amor e também de tristezas. Ensina o medico Luiz Fernando Conde Sangenis:

– “[Esta data] coincide com a celebração de São Joaquim e Sant’Ana que, segundo a tradição, foram pais de Maria Santíssima e avós de Jesus. Trata-se de culto bastante antigo. Em 1879, o Papa Leão XIII oficializou a festa em toda a Igreja, e o Papa Paulo VI, no século XX, determinou que a memória a estes santos passassem a ser celebrada em 26 de julho.”

Termino este nosso encontro pedindo sua atenção para estas palavras de Sam Levenson e de Fernanda Montenegro, nesta ordem:
1. “Os brinquedos mais simples, que até bebês sabem operar, chamam-se avós.”“Os brinquedos mais simples, que até bebês sabem operar, chamam-se avós.”
2 “Sou uma avó que trabalha demais, que ainda não teve tempo de sentar com seus netos para contar as boas histórias da vida. Estou esperando a minha aposentadoria. O problema é que, quando isso acontecer, os netos já estarão velhos demais.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todo.

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