(771) Sentindo como acontecem as nossas realizações desejadas

O poder da mente é indiscutível, porém tem hora e lugar certos para funcionar, porque em alguns momentos, em vez de se apoiar no poder da mente você precisa, como agora, consolidar laços sociais de solidariedade.

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga, no seu horóscopo divulgado hoje, dia 07/05/2026. Estou cada vez mais convencido de que na vida da gente, tudo depende muito da força do nosso “acreditar”. Não basta o “poder da nossa mente” se nós não acreditamos nas efetivas realizações das nossas desejadas conquistas, sejam elas de que natureza forem. No passado ja distante, sempre acreditava que tudo que era para ser nosso, só nos pertence porque já estava para nós reservado. Não é assim que funcionam as conquistas que desejamos alcançar. Aprendi com Clarice Lispector – “É necessário abrir os olhos e perceber as coisas boas dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.” Complemento: É preciso acreditar e saber esperar, tudo será por nós alcançado no seu tempo.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(770) Sentindo a “sabedoria” que nasce com a gente.

O saber a gente aprende com os mestres e os livros.”

São palavras da poetisa Cora Coralina (1889-1985). Todos nós concordamos. Mas o que motivou este nosso encontro, foi a “sabedoria humana” que nasce com a gente, com cada um de nós, que só nos pertence. Mas como uma missão existencial nesta dimensão de vida, precisa ser “modelada” e ensinada por nós. É a “sabedoria” que, naturalmente, se desenvolve e se manifesta do nosso “EU” interior.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(769) Sentindo se somos nós que significamos nossas vidas.

Não me parece tão fácil responder essa pergunta. Isto porque nem sempre são as nossas escolhas que definem o nosso viver, em razão das imprevisibilidades indesejadas que nos surpreendem. Pensem nisso, e de acordo com as suas inteirações de realidades responda para você mesmo. Essa subjetiva prática de “autoconhecimento”, só lhe pertence.

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(768) Sentindo o nosso processo de elevação espiritual.

Todos nós devemos perpetuar para nós mesmos, permanentes necessidades de elevações espirituais.

São minhas palavras depois que passei acreditar em buscas de interiorizações espirituais. O que também contribuiu para isso, foi este detalhe que poucos conhecem [Fonte: O livro de OSHO – “BUDA – Sua Vida, Seus Ensinamentos e o Impacto de Sua Presença na Humanidade”, tradução de Leonardo Freire, publicação da Editora Cultrix. Vejam:
– “Nenhuma estátua ou pintura de Buda foi criada nos quinhentos anos após a sua morte. Por quinhentos anos, sempre que um templo budita era criado, havia apenas a pintura da árvore bodhi. Isso era belo, porque no momento em que Gautama Sidarta se tornou Buda, ele deixou de estar ali, apenas a árvore ficou. Repito Ele desapareceu e apenas a árvore continuou presente.”

Certo é que Buda foi predestinado para a sua merecedora” iluminação espiritual “. Mas como entendo, todos nós estamos aqui nesta dimensão de vida, como partes integrantes de um fantástico processo de necessidades de evolução em todos os sentidos mas, principamente, no espiritual.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(767) Sentindo, subjetivamente, o que devemos aprender com os nossos sonhos.

Enquanto as vontades continuarem sendo maiores do que as oportunidades ou se essas estiverem fora do seu alcance, você continuará sonhando e fantasiando. Porém, há certa motivação no sonho que há de ser valorizada.

Nesta sua participação de número 182, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões do seu horóscopo divulgado hoje, dia 04/05/2026. Como explicar esse elevado número de participações? A resposta é simples: – gosto da originalidade do seu estilo de escrita, que muito facilita a nossa compreensão. Vejam acima: Ele traçou uma relação das nossas “vontades”, com as possíveis oportunidades de realizações, o que nem sempre será possível de ser por nós alcançado. Nesses casos, como entendo, tudo pode se transformar em “sonhos” por nós ainda desejados. Resumindo: As motivações desses nossos desejos, devem continuar sendo por nós consideradas e, portanto, valorizadas.

Termino este nosso encontro, pedindo a sua atenção para estas palavras de Clarice Lispector:
– Em “Perto do Coração Selvagem” – “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” / “É necessário abrir os olhos e perceber as coisas boas dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(766) Sentindo a necessidade de falar, sempre com naturalidade.

Passageiro: “Ei, que tal um sorriso?”
Comissária: “Ok, mas eu lhe digo uma coisa:
primeiro o senhor sorrir, depois eu. Combinado?
Passageiro: Ele sorri.
Comissária: “Muito bem, agora fique assim pelas próximas 15 horas!”

Pergunto: Como explicar a subjetividade desse diálogo? Sabemos que as pessoas são singulares em muitos dos seus comportamentos de inteirações existenciais. Todos nos somos seres humanos únicos. As comissárias, certamente são preparadas para o desempenho de suas funções durante os vôos.
Não me parece terem sido corretas as suas últimas palavras da conversa acima. Entendo que seria melhor não ter acontecido esse diálogo entre ela e o passageiro. Em nossas relações, sejam elas de que natureza forem, todos nós precisamos ter cuidado com os nossos comportamentos e, principalmente, com o nosso uso das palavras. A cantora islandesa Björk já declarou gostar deste trecho da música Human Behavior: – “Se alguma vez você se aproximar de um humano – e do comportamento humano – esteja pronto para se confundir.” É claro que nem sempre é assim.
O filósofo Luiz Felipe de Pondé explica no seu livro “Diálogos sobre a natureza humana – Perfectibilidade e Imperfectibilidade, publicação da Editora nVerso, a teoria de Associação de ideias:

– “Ela vai reaparecer na psicanálise, vinculada ao inconsciente, e o conceito clínico de associação livre. O paciente deve entrar na associação livre, ou seja, falando o que lhe vem à cabeça, enquanto o analista fica em atenção flutuante, quer dizer, ele também entra no estado de suspensão de uma associação de ideias consciente para acompanhar a fala do paciente. Algumas pessoas dizem que é quase uma relação mágica.”

Termino transmitindo a observância e prática deste meu comportamento preparatório, de uma fala em público: – Na frente de um espelho e vendo a sua imagem, fale para você mesmo o deseja transmitir para todos, com naturalidade.

Pensem nisso!

Notas:
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3. O diálogo do início deste nosso encontro, foi encontrado na edição 5 da revista Biblioteca mente cérebro, sobre “O desafio das emoções”, publicação Biblioteca mente e cérebro, publicação da Editora Duetto.

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(765) Sentindo o “divino” em nós.

Muito cedo passei acreditar que todos nós temos dois “EU”. Um deles influenciado e modelado objetivamente pelas nossas realidades de inteirações existenciais. Um outro “EU”, de uma nossa subjetiva e transcedente necessidade de identidades com o nosso “Divino”.

O que motivou este nosso encontro, foi essa introdução do horóscopo de Oscar Quiroga, divulgado hoje, dia 02/05/2026.

“RECEBE O DIVINO
Consagra o dia para te aproximar ao Divino na forma com que tu o concebas, independentemente de dogmas religiosos, porque o Divino se aproxima de todos os reinos da natureza por ocasião da Lua Cheia em andamento, mesmo que por essas coisas do ponto de vista terrestre hoje também seja Vazia. A Lua Cheia e Vazia ao mesmo tempo é um fenômeno muito auspicioso para nos ocuparmos com a aproximação ao Divino, que é puramente subjetiva e invisível, e é por isso que para meditar fechamos os olhos, porque esses não têm nada a agregar ao exercício de aproximação. Dá férias às tuas preocupações, o dia de hoje é sagrado demais para o contaminarmos com ansiedades produzidas pela nossa ignorância espiritual, e mesmo que essas batam à tua porta, faz o esforço de as substituir pela alegria de receber o Divino em tua moradia.”

Em vida, Clarice Lispector transmitiu este seu “sentir” – “O divino para mim é o real.” Já pensei muito nessas suas palavras, e cheguei à conclusão de que em toda criação do Universo a origem de tudo é “Divina”. Vejam que interessante: No antigo Egito, acreditava-se na existência de um “terceiro olho”, como sendo subjetivamente responsável pela percepção extrassensorial do nosso “espírito”, e da nossa “alma”. É o que gosto de chamar de “percepção espiritual“.

Termino este nosso encontro com estas palavras do filósofo Krishnamurti (1895-1986):

Olha para dentro, tu és o mundo da tua percepção.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(764) Sentindo o tempo em nossas vidas.

Esses pensamentos que parecem loucura na atualidade, porque não haveria a mínima chance de os realizar, hão de ser amadurecidos, porque são resultado da conversa que o futuro anda tendo com sua alma. O futuro existe.”

São palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões astrológicas do seu horóscopo divulgado hoje, dia 01/05/2026. Lembrei que em uma fase anterior da minha vida, eu entendia que a passagem do tempo era apenas uma necessária ilusão. Depois mudei.
Jordan B. Peterson, no seu excelente livro, “12 Regras para a Vida – Um antídoto para o caos”, publicação da Editora ALTA BOOKS, que recomendo a leitura, assim se referiu à passagem do tempo: – “O futuro é como o passado. Mas há uma diferença crucial. O passado é fixo, mas o futuro… pode ser melhor. Pode ser melhor em uma quantidade precisa – a que pode ser alcançada, talvez, em um dia, com algum enganjamento mínimo. O presente é eternamente falho. Mas onde você começa pode não ser tão importante quanto a direção para onde está indo. […] Grande parte da felicidade é esperança, não importa a profundidade do submundo no qual essa esperança fora concebida.”

Agora vejam que linda e expressiva manifestação de Inês Ulhôa, que é doutora em Direitos Humanos pela Universidade de Brasília (UnB), que encontrei no seu excelente artigo “Respostas Sobre”, publicado na Edição 186 da Revista Humanitas, da Editora Escala:

– “A relação do homem com o tempo vem desde tempos imemoráveis, porém o entendimento e a reflexão que esse acontecimento provoca é parecido com o que narrou Machado de Assis no romance Esaú e Jacó: “(…) o tempo é um tecido invisível em que se pode bordar tudo, uma flor, um pássaro, uma dama, um castelo, um túmulo. Também se pode bordar nada. Nada em cima do invisível é a mais sutil obra deste mundo, e acaso do outro”, o que nos condiciona também reflertir sobre a duração do tempo tocados pelo sentimento atual de aceleração do tempo, própria da modernidade.”

Ela complementa: – “Existem pelo menos três definições para o tempo. A primeira em física (o tempo como um fenômeno físico); A segunda em psicologia (nosso senso de passagem do tempo); A terceira em matemática (o tempo que medimos e usamos para regular nossa vida).”

Termino este nosso encontro, com esse “sentir” de Fernando Pessoa:

– “Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível.”

Pensem nisso!

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(763) Sentindo a necessidade de entender a “vida”.

O que é a vida? O que devemos esperar de nossas vidas?

Recebi essas duas perguntas e respondi apenas com uma palavra: – “viver”. Logo em seguida fiquei imaginando o que leva o ser humano fazer essas perguntas? Mas não arrisquei nenhuma resposta, porque cada um de nós vivemos as nossas realidades. Gosto e concordo com este “sentir” do filósofo Alan Watts, que encontrei citado no livro “Aquilo que nos move: a construção e descoberta do sentido”, da escritora e especialista em neurociência clínica, Michele Müller, publicação da A. R. Publisher Editora, do Estado do Paraná, que recomendo a leitura:

– “Pensamos que trazer sentido para a vida é impossível a não ser que o fluxo de eventos possa de alguma forma se encaixar em uma moldura rígida. Pensamos que para ser significativa, a vida precisa ter leis e ideias que sejam inteligíveis e que, ao mesmo tempo, correspondam a realidades eternas e imutáveis encontradas atrás dos cenários transitórios. Se isso representa o sentido da vida, nós nos impusemos a tarefa impossível de construir rigidez a partir da fluidez.”

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(762) Sentindo o que devemos fazer, em nossos encontros pessoais.

Que o mundo, tanto por fora como por dentro, é sustentado por bases transcendentais, é algo tão certo quanto nossa propria existência.” (OC 14/II, § 442)

São palavras de Jung (1875-1961), que preconizou os ensinamentos básicos da Psicologia Analítica. Há muito também acredito nessas “bases transcendentais”. Isto porque, como entendo, todos nós seres humanos estamos, nesta dimensão existencial de vida, como partes de um processo de origem superior que nos oferece oportunidades de evolução, de melhorias e de crescimentos em todos os sentidos, mas sempre respeitando o nosso livre arbítrio de escolhas de viver.
Jung introduziu o que se deve entender por “inconsciente coletivo”, “arquétipos” e “processo de individuação”. Esclarecimento necessário: – Mas a motivação deste nosso encontro foi este seu “aconselhamento” que, silenciosamente, nunca esqueço: – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que ocorra somente um verdadeiro encontro de almas.”

Pensem nisso!

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