“Seu coração não é estrada para passeio de muitos. Seu coração é lugar que só fica quem faz por merecer.”
São palavras de Charles Chaplin (1889-1977), um icone do cinema mudo. Vejam que no final ele usou a palavra “
– “Um jovem que queria aprender a desenhar flores de lótus foi a um mestre e pediu para ser seu aprendiz. O mestre o conduziu até um lago de lótus e o convidou a se sentar ali. O jovem viu as flores desabrochando quando o sol estava alto, e observou os botões se fechando quando a noite chegava. Na manhã seguinte, fez a mesma coisa. Quando uma flor de lótus murchou e suas pétalas caíram na água, ele observou o caule, o estame [do latim stamen, fio, expressão da botânica], o restante da flor, e depois passou a observar outra flor. Fez isso durante dez dias. No décimo primeiro dia, o mestre lhe perguntou: “Você está pronto? e ele respondeu: “Vou tentar.” O mestre lhe deu um pincel, e apesar de ter um estilo infantil, o jovem desenhou um lótus absolutamente lindo. Ele havia se tornado o lótus, e o desenho simplesmente brotou de dentro dele. A ingenuidade em matéria de técnica era evidente, mas uma beleza profunda estava retratada ali.”
O que motivou a minha escolha para o “merecimento” ser o tema deste nosso encontro, foi o seguinte: – Sempre acreditei na existência de uma subjetiva essência de possível “transformação existencial”, contida em uma das possiveis explicações sobre como também podemos entender o nosso “merecimento”. Explico com esta síntese: Se nós conseguimos o que desejamos, também podemos nos transformar com essa efetiva conquista do que sempre desejamos merecer. Portanto, o nosso “merecimento”, por exemplo, de ganhos, de conquista e de realizações…, ao que me parece também pode ser subjetivamete explicado por uma espécie de reconhecimento existencial de como somos para nós mesmos, e para todos os outros. Concluindo: “Merecimento” não se aplica apenas ao que materialmente desejamos receber.
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.