(557) Sentindo a sabedoria de pedir, e receber o que não pedimos.

Aprender a pedir aquilo de que precisamos, apenas para praticar a aceitação do que recebemos.
Essa é a nossa jornada na Terra
.”

São palavras que encontrei na estrofe de um dos poemas do filósofo Mark Nepo, lendo e relendo várias vezes o seu belo e proveitoso livro, “A Prática Infinita – uma jornada através da alma”, publicação da Editora LeYa, com tradução de Natalie Gerhardt.
Mark é um ser humano excepcional que vem, a todo instante, construindo a sua trajetória espiritual, o que certamente muito lhe ajudou na cura de dois tipos de câncer. A minha escolha para este nosso encontro foi proposital e motivada pela subjetividade desse seu aconselhamento. Procurem descobrir os significados das suas avaliações, porque elas serão individualizadas e, portanto, só lhes pertencem. Para lhes ajudar em suas buscas de “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores, vejam estas suas explicações (numerei):

1. São duas práticas perenes que nos deixam alinhados com a Unidade da Vida. Em um primeiro momento, elas parecem ser contraditórias, mas são dois lados de um mesmo paradoxo. Juntas, nos levam pelo caminho de sermos chamados a dizer sim, pelo qual voltamos a nos encontrar com a vida, em vez de nos escondermos dela, a receber a verdade em vez de inventá-la, e a nos juntar a outra vida, em vez de afastar tudo aquilo que nós é diferente.

2. Embora nem sempre consigamos aquilo de que precisamos, a recompensa por pedir nos permite ser quem somos. E a recompensa por aceitar aquilo que recebemos é que podemos participar do Universo vivo.

3. Pedir aquilo de que precisamos é praticar estar presente e visível e permitir que nos tornemos íntimos com a nossa própria natureza.

4. Aceitar o que recebemos é uma prática de estar presente em tudo além de nós, o que permite que nos tornemos íntimos da natureza da vida. Como uma maneira de ser, dizer sim é uma dança constante de intimidade entre a sua própria natureza e a natureza da vida.

5. Quando pedimos aquilo de que precisamos e aceitamos o que recebemos, alimentamos o fogo da nossa alma, que reluz no instante em que a nossa vida é acesa.

Há muito estou convencido de que tudo que recebemos é muito, resultado do nosso merecimento nesta dimensão de vida.
Esta não é a sua primeira participação de Mark nesta nossa caminhada de necessidades de melhorias e de evolução em todos os sentidos da nossa permanência neste nosso Planeta TERRA. Para você conhecer as anteriores, escreva no campo destinado para pesquisas, a palavra ‘Mensagem” seguida de um destes números: 534, 378, 333, 299, 261, 234, 194, 166, 127 e 119. Vocês, meus seguidores, já fazem parte da minha vida. Divulguem para seus familiares, para seus amigos. Faço-lhes este pedido, porque o maior número de seguidores residem no exterior. Cito como exemplo, a mensagem 126 sobre “a essência interior dos nossos sentimentos de “religiosidade” e de “espiritualidade”. Espero você no nosso próximo encontro.

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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