1. “De vez em quando é bom se deixar levar pelos impulsos, mesmo que lá dentro sua alma se sinta insegura sobre os resultados, ou sobre o que as pessoas pensariam. Os impulsos são irracionais, mas também podem ser úteis.
2. “Por mais que sua alma reconheça que haveria sabedoria em dar tempo ao tempo, a paciência nunca será uma de suas mais destacadas virtudes, e chega uma hora em que ela acaba e aí tudo segue a via dos impulsos.”
Nesta sua participação de número 137, são palavras de Oscar Quiroga em duas previsões astrológicas do seu horóscopo divulgado hoje, dia 19 de outubro de 2025. Antes das minhas considerações e atendendo a pedidos de meus seguidores, assim resumo a essência subjetiva do meu sentir Quiroga:
– Tenho por ele identidades interiores de sensibilidades, de percepções, e de humanismos. Para mim, suas previsões são fontes preciosas de inspirações. São completudes existenciais que subjetivamente, nos identificam mutuamente e nos
aproxima independente das nossas distâncias físicas nesta dimensão de vida.
Vejam dentre outros, o que já disseram sobre os “impulsos humanos”:
Sigmund Freud – “Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais; somos também, o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos…”sem querer.” / “Os homens amam por impulso e por razões de sentimento que nada têm a ver com o conhecimento e às quais a reflexão e a meditação não podem deixar de tirar força.”
Hermann Hesse – “Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.”
Immanuel Kant – “Quem sabe satisfazer seus impulsos é inteligente; quem os domina é sábio.”
Helen Keller – “Nunca se deve engatinhar quando o impulso é voar.”
Vincent Van Gogh – “Grandes coisas não se fazem por impulso, mas pela junção de uma série de pequenas coisas.”
Auguste Comte – “A moral consiste em fazer prevalecer os instintos simpáticos sobre os impulsos egoístas.”
Khalil Gibran – “A razão, reinando sozinha, restringe todo impulso; e a paixão, deixada a si, é um fogo que arde até sua própria destruição.”
Anatole France – “As razões de nossos atos são obscuras e os impulsos que nos impelem para a ação ficam profundamente ocultos.”
Jean Racine – “Entrego-me cegamente ao impulso que me arrasta.”
Termino com este “sentir” de Vinicius de Moraes, transmitido em entrevista concedida a Clarice Lispector, que considero sua origem ter sido de um impulso recebido da sua sensibilidade da alma:
Vinicius: Acho muito difícil um homem que não volta ao seu quintal para chegar ou pelo menos aproximar-se do conhecimento de si mesmo.
Clarice: Como pessoa Vinicius, o que é que desejaria alcançar?
Vinicius: Eu desejaria alcançar outra coisa. Isso de calma no seio da paixão. Mas desejaria alcançar uma tal capacidade de amar que me pudesse fazer útil aos meus semelhantes.
Pensem nisso.
Notas:
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3. O diálogo mantido com Clarice Lispector, foi reproduzido do livro “Clarice Lispector entrevista grandes personalidades”, publicação da Editora Rocco.
Muita paz e harmonia espiritual para todos.