“O bonito me encanta. Mas o sincero, ah! Esse me fascina.”
São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Todos nós sabemos que a principal característica de uma “pessoa sincera”, é ser verdadeira em todos os sentidos do seu “viver”. Portanto, não apenas em razão do que ela fala diante de uma determinada situação, mas em todas as suas inteirações existenciais. Quem é assim, comporta-se naturalmente como sendo exemplo de um ser humano também confiável. Agora pensem nessas palavras do renomado poeta e escritor português, José Saramago (1922-2010), que foi laureado em 1988 com o Nobel de Literatura: – “Se eu estiver a ser sincero hoje, que importa que tenha de arrepender-me amanhã?” Pergunto: – O que o teria levado a manifestar esse seu “sentir”? – Entendo ser, porque o comportamento humano de “sinceridade” não deverá ser “ocasional”, “circunstancial”, mas sim “permanente”. Vejam: Ser “sincero” é manifestação de uma nossa “qualidade pessoal”. Também é manifestação singular de uma nossa “conduta comportamental”. Essa nossa manifestação é, portanto, personalíssima”, para todos se manifesta “como parte do que somos”.
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.