“Na visão de um objeto podemos usar várias perspectivas, o objeto não muda, o que muda é o nosso olhar.”
São palavras do filósofo Ludwing Wittgenstein (1889-1951). Sempre gostei no seu jeito de escrita, do que eu chamo de “brincar com as palavras”. Assim como a famosa máxima do filósofo ateniense Sócrates – “Eu só sei que nada sei”. Outros exemplos de Ludwing: – “Os limites do meu conhecimento são os limites do meu mundo.” e “Ao sentido da vida, isto é, ao sentido do mundo, nós o podemos chamar Deus. Crer em um Deus quer dizer entender a pergunta pelo sentido da vida. Crer em um Deus quer dizer que não bastam os fatos do mundo. Crer em um Deus significa ver que a vida tem um sentido”.
Para mim, considero que na sua época todas essas suas manifestações foram simplesmente fantásticas. Mas ” objeto não muda, o que muda é o nosso olhar”, prova que cada um de nós somos seres únicos, com as nossas diferentes e subjetivas percepções de realidades. Não quero com isso invalidar as comprovações científicas. Jamais! Isto porque com as divergências de conhecimentos, novas ideias surgem.
Termino este nosso encontro [o segundo de hoje], com esta síntese de Aristóteles (384 a.C-322 a.C):
– “O CONHECIMENTO É O ATO DE ENTENDER A VIDA