(712) Sentindo a importância interior das nossas convicções.

Na visão de um objeto podemos usar várias perspectivas, o objeto não muda, o que muda é o nosso olhar.”

São palavras do filósofo Ludwing Wittgenstein (1889-1951). Sempre gostei no seu jeito de escrita, do que eu chamo de “brincar com as palavras”. Assim como a famosa máxima do filósofo ateniense Sócrates – “Eu só sei que nada sei”. Outros exemplos de Ludwing: – “Os limites do meu conhecimento são os limites do meu mundo.” e “Ao sentido da vida, isto é, ao sentido do mundo, nós o podemos chamar Deus. Crer em um Deus quer dizer entender a pergunta pelo sentido da vida. Crer em um Deus quer dizer que não bastam os fatos do mundo. Crer em um Deus significa ver que a vida tem um sentido”.
Para mim, considero que na sua época todas essas suas manifestações foram simplesmente fantásticas. Mas ” objeto não muda, o que muda é o nosso olhar”, prova que cada um de nós somos seres únicos, com as nossas diferentes e subjetivas percepções de realidades. Não quero com isso invalidar as comprovações científicas. Jamais! Isto porque com as divergências de conhecimentos, novas ideias surgem.

Termino este nosso encontro [o segundo de hoje], com esta síntese de Aristóteles (384 a.C-322 a.C):

– “O CONHECIMENTO É O ATO DE ENTENDER A VIDA

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Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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