Liberdade, sob uma interior e subjetiva perspectiva sensorial de necessidades humanas, é plenitude existencial em todos os sentidos dos nossos desejos.
Não pesquisei sobre o que já disseram sobre liberdade, mas há muito guardo na lembrança este sentir de Clarice Lispector (1920-1977):
– “LIBERDADE É POUCO. O QUE EU QURO AINDA NÃO TEM NOME”
O que motivou este nosso encontro foi esta introdução do astrólogo Oscar Quiroga, no seu horóscopo divulgado hoje, dia 11 de novembro de 2025:
“LIBERDADE CRIADORA
Um pouco pela inércia do inconsciente, outro pouco pela intenção consciente, certo é que atuamos como divindades criadoras e, cheios de entusiasmo e alegria inventamos a forma de nossas existências, mas, com o passar do tempo, inadvertidamente vamos nos transformando em operários de manutenção de nossas existências inventadas.
E aí vai tudo perdendo a graça, ficamos com saudade da liberdade criadora por nos sentirmos presos a uma rotina doméstica e laboral que pouco tem do entusiasmo inicial, e muito tem do tédio de repetição.
Assim, do alto de nossa existência bem-sucedida enxergamos o inferno e o paraíso se acotovelando lado a lado, na mesma mesa de negociação, e sob essa condição a única maneira de seguir em frente é nos desapegarmos de tudo e de todos, para recuperar a liberdade criadora.”
Liberte a percepção da sua Sensibilidade da Alma, com liberdade consciente.
Pensem nisso.
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.