(822) Sentindo a importância de escutar mais, do que falar.

O principezinho, que me fazia milhares de perguntas, não parecia sequer escutar as minhas. Palavras pronunciadas ao acaso e que foram, pouco a pouco, revelando tudo.”

São palavras do escritor francês, Antoine de Saint-Exupéry, no seu livro “Le Petit Prince”. Sempre me preocupei mais com o meu “escutar”, do que com o meu “falar”.
Johann Goethe (1749-1832) dizia que o nosso “falar” é uma necessidade, o nosso “escutar” é uma arte. Certo é que todos nós devemos refletir mais sobre o que estamos pensando e silenciosamente analisando. A nossa ainda subjetiva percepção do que sentimos precisa ser previamente entendida por nós. Como entendo, isso é manifestação perceptiva do nosso “escutar interior”. Termino este nosso encontro, com esta síntese do filósofo francês René Descartes (1596-1650):

– “Mas o que é isso que sou? Sou uma coisa que pensa.”

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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