“O principezinho, que me fazia milhares de perguntas, não parecia sequer escutar as minhas. Palavras pronunciadas ao acaso e que foram, pouco a pouco, revelando tudo.”
São palavras do escritor francês, Antoine de Saint-Exupéry, no seu livro “Le Petit Prince”. Sempre me preocupei mais com o meu “escutar”, do que com o meu “falar”.
Johann Goethe (1749-1832) dizia que o nosso “falar” é uma necessidade, o nosso “escutar” é uma arte. Certo é que todos nós devemos refletir mais sobre o que estamos pensando e silenciosamente analisando. A nossa ainda subjetiva percepção do que sentimos precisa ser previamente entendida por nós. Como entendo, isso é manifestação perceptiva do nosso “escutar interior”. Termino este nosso encontro, com esta síntese do filósofo francês René Descartes (1596-1650):
– “Mas o que é isso que sou? Sou uma coisa que pensa.”
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.