“Esses pensamentos que parecem loucura na atualidade, porque não haveria a mínima chance de os realizar, hão de ser amadurecidos, porque são resultado da conversa que o futuro anda tendo com sua alma. O futuro existe.”
São palavras do astrólogo Oscar Quiroga em uma das previsões astrológicas do seu horóscopo divulgado hoje, dia 01/05/2026. Lembrei que em uma fase anterior da minha vida, eu entendia que a passagem do tempo era apenas uma necessária ilusão. Depois mudei.
Jordan B. Peterson, no seu excelente livro, “12 Regras para a Vida – Um antídoto para o caos”, publicação da Editora ALTA BOOKS, que recomendo a leitura, assim se referiu à passagem do tempo: – “O futuro é como o passado. Mas há uma diferença crucial. O passado é fixo, mas o futuro… pode ser melhor. Pode ser melhor em uma quantidade precisa – a que pode ser alcançada, talvez, em um dia, com algum enganjamento mínimo. O presente é eternamente falho. Mas onde você começa pode não ser tão importante quanto a direção para onde está indo. […] Grande parte da felicidade é esperança, não importa a profundidade do submundo no qual essa esperança fora concebida.”
Agora vejam que linda e expressiva manifestação de Inês Ulhôa, que é doutora em Direitos Humanos pela Universidade de Brasília (UnB), que encontrei no seu excelente artigo “Respostas Sobre”, publicado na Edição 186 da Revista Humanitas, da Editora Escala:
– “A relação do homem com o tempo vem desde tempos imemoráveis, porém o entendimento e a reflexão que esse acontecimento provoca é parecido com o que narrou Machado de Assis no romance Esaú e Jacó: “(…) o tempo é um tecido invisível em que se pode bordar tudo, uma flor, um pássaro, uma dama, um castelo, um túmulo. Também se pode bordar nada. Nada em cima do invisível é a mais sutil obra deste mundo, e acaso do outro”, o que nos condiciona também reflertir sobre a duração do tempo tocados pelo sentimento atual de aceleração do tempo, própria da modernidade.”
Ela complementa: – “Existem pelo menos três definições para o tempo. A primeira em física (o tempo como um fenômeno físico); A segunda em psicologia (nosso senso de passagem do tempo); A terceira em matemática (o tempo que medimos e usamos para regular nossa vida).”
Termino este nosso encontro, com esse “sentir” de Fernando Pessoa:
– “Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível.”
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.
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