1. Depender de outras pessoas para realizar seus intuitos não é o melhor cenário, porém, é o que acontece na atualidade e, por isso, melhor seria você se adaptar às circunstâncias do que continuar lutando contra elas.
2. Sua alma está na expectativa de muita coisa que parece vir a acontecer a qualquer momento, é um estado de suspense que vale a pena sustentar, apesar de, às vezes, dar a impressão de ser tudo uma fantasia. Não é!
Venho sendo muito perguntado sobre o elevado número de participações do astrólogo Oscar Quiroga, nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores. Sempre respondo ser principalmente pelo seu estilo de através da sua escrita, conseguir transmitir o “subjetivo”, em uma linguagem mais objetiva. O outro detalhe é que nunca identifico a que signo do zodíaco se referem suas previsões astrológicas. Isto porque as minhas escolhas também se aplicam para todos nós, para as nossas realidades. O resultado tem sido muito além da minha expectativa. Ontem, por exemplo, até as dezoito horas a mensagem anterior recebeu 299 acessos.
Com esses esclarecimentos preliminares vejam que as duas previsões astrológicas acima selecionadas são, como desejo, de fácil compreensão. Realmente, os nossos “intuitos” são personalíssimos, só nos pertencem. Assim, devemos sempre nos adaptar às cincusntâncias que lhes deram origem. Sobre a segunda previsão astrológica de Quiroga, podemos resumir nestes termos: Sempre devemos acreditar e lutar pelas realizações dos nossos desejos.
Para terminar, vejam que interessante sobre “mindfulness” (atenção plena). É uma técnica que nos recomenda estar presente no momento atual, e consciente dos nossos pensamentos, emoções e sensações físicas. Marcelo Demarzo, graduado em medicina pela Faculdade de Ribeirão Ptreto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP), inicia o seu interessante artigo, “Atenção Plena como caminho”, com estas palavras:
– “A sabedoria popular, filósofos, psicólogos e as mais diversas tradições religiosas se pautam na observação de que o conhecimento de si mesmo é a base para a resolução e para a prevenção de problemas. Desde que o mundo é mundo, esse conceito se dissemina de formas isoladas e por diferentes vozes, incluindo uma vertente que foca especificamente o desenvolvimento desses preceitos no campo da saúde. Sistematizado na década de 1970, o mindfulness defende a necessidade de se estar consciente e se auto-observar diante de consequências do cotidiano, dos próprios pensamentos, emoções e sensações em face dos estressores do dia a dia, tanto nas relações interpessoais quanto nos contextos em que vivemos e trabalhamos.”
Pensem nisso!
Notas:
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3. O artigo do Dr. Marcelo Demarzo está publicado na Edição 155 da Revista Humanitas, da Editora Escala.
Muita paz e harmonia espiritual para todos.