“Os pressentimentos conectam sua alma a eventos que ainda estão muito distantes de acontecer, com o objetivo de você se preparar para esses e, o mais importante, que não dependa exclusivamente da sorte para acontecer.
Nesta sua participação de número 157, em nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior, são palavras do astrólogo Oscar Quiroga no seu horóscopo divulgado hoje, dia 08/01/2026, com esta introdução:
“Quando pressentires que tua alma vai se ensombrecer de novo, inclina tua mente na direção de algo ou de alguém que te estimule a pensar coisas bonitas, dizer palavras belas e bondosas, porque essa luz, mesmo que tênue, atualizará a consciência que te libertará das sombras. E na mesma medida em que tua alma se libertar, vai libertar também todas as pessoas de teu círculo de relacionamentos, e que outro objetivo poderia ser mais nobre e elevado do que esse? Se por essas coisas complicadas do destino não conseguires realizar esse exercício, pelo menos não te acomodes no mau humor e na amargura como se fossem parte intrínseca da experiência de vida e não houvesse nada melhor para realizar, é melhor que tua alma se atormente com dilemas e com o que lhe falta do que se acomodar nos equívocos.”
Quiroga não me surpreende com suas interpretações astrológicas. Pergunto: O que dizer sobre os nossos “pressentimentos” ? Nesta minha caminhada existencial, muito cedo associe alguns dos meus “pressentimentos” a uma espécie de “proteção espiritual”, guiando-me em alguns momentos de incertezas. Apenas a título de registro, recordo que Vitor Friary, mestre em Terapia Cognitiva Comportamental – TCC, que tambem se dedica aos estudos em Mindfulness, declarou “que a espiritualidade de uma pessoa pode influenciar no seu emocional, o seu mental, e na sua saúde física, mas que ainda não se tem certeza de como isso acontece.” Certo é que nossas vidas podem ser modificadas por certos “pressentimentos”. Einstein, em debate com Rabindranath Tagore (1861-1941), publicado por Miguel Nicolelis no seu livro “O Verdadeiro Criador de Tudo”, da Editora Planeta do Brasil, declarou – “Acredito que tudo o que fazemos ou vivemos tem uma causa por trás. É melhor, todavia, que possamos olhar através dela.” Resumindo com estas minhas palavras: – O que não podemos é descontrolar com certas informações e, até mesmo orientações indesejadas por nós, recebidas por “pressentimentos”.
Termino com este “sentir” do escritor franco-checo Milan Kundera (1929-2023), naturalizado francês
em 1981, autor do livro “A Insustentável Leveza do Ser” :
– “Atravesso o presente de olhos vendados, mal podendo pressentir aquilo que estou vivendo… Só mais tarde, quando a venda é retirada, percebo o que foi vivido e compreendo o sentido do que se passou….”
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.