“Todos nós precisamos entender que o ciclo da temporalidade humana, deve ajudar cumprir as nossas necessidades de evolução espiritual.”
São minhas palavras, que me foram intuídas ao anoitecer do dia de ontem, 30 de junho de 2025, fortalecendo a minha certeza de que nós também estamos sendo preparados para alguma missão com origem de Transcendência Superior”.
Hoje, muito cedo, parei diante da minha estante, e sem nenhuma explicação peguei o livro “Perdas & Ganhos”, de Lya Luft, para quem dediquei a criação desta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma jornada de transformação interior (mensagem 001). Olhei o sumário, e detive a minha atenção para o último capítulo, com o título – “O tom de nossa vida”, que está antecedido por este verso de Lya:
“Se houver um tempo de retorno,
eu volto.
Subirei, empurrando a alma
com meu sangue
por labirintos e paradoxos
– até inundar novamente o coração.
(Terei, quem sabe, o mesmo ardor
de antigamente.)”
Dele, para este nosso encontro, peço a sua atenção para partes (numerei):
1. “Somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segrego individual.. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fase de um processo.”
2. “Estamos nele como as árvores da floresta: uma é atingida em plena maturidade e potência, e tomba. Outra nem chega a crescer, e fenece; outra, velhíssima, retorcida e torturada, quase pede para enfim descansar… mas ainda pode ter dignidade e beleza na sua condição.”
3. “Viver, como talvez morrer, é recriar-se a cada momento. Arte e artifício, exercício e invenção no espelho poso à nossa frente ao nascermos. Algumas visões serão miragens: ilhas de algas flutuantes que nos farão afundar. Outras pendem em galhos altos demais para a nossa tímida esperança. outras ainda rebrilham, mas a gente não percebe – ou não acredita.”
4. “A vida não está aí apenas para ser suportada ou vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Não é preciso realizar nada de espetacular. Mas que o mínimo seja o máximo que a gente conseguiu fazer consigo mesmo.”
Termino este nosso encontro, com este “sentir” de Lya Luft, para quem, ainda em vida, soube que lhe dediquei esta nossa caminhada:
– “O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.”
Pensem nisso.
Notas:
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3. Recomendo o livro “Perdas & Ganhos”, da Editora RECORD, como leitura obrigatória.
Muita paz e harmonia espiritual para todos.
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