(616) Sentindo sobre o “tempo”.

Seria muito pedir que as coisas se resolvessem de uma hora para outra, porque são antigas e arraigadas demais em comportamentos repetitivos. Porém, é possível dar pequenos passos na direção da libertação.”

São palavras do astrólogo Ocar Quiroga, em uma das previsões astrológicas do seu horóscopo divulgado no dia 26/10/2025 com esta introdução:

FIM DO ANO ESTÁ AÍ
O fim do ano gregoriano com suas festas tradicionais está logo aí e a excitação consumista, tanto quanto também a expectativa de programar lindas viagens de férias, começam a tomar conta da alma, do bolso e das expectativas sonhadoras às quais nossa humanidade se agarra, já que suas aspirações espirituais ainda são frágeis e instáveis.
A experiência humana de ser é bastante complexa e por isso, naturalmente, buscamos descanso e satisfação sensorial para equilibrar o jogo, porém, com o tempo vamos nos convencendo de que o sentido da vida é essa satisfação e não o progresso de nossas aspirações espirituais, as quais, para serem realizadas, exigem de nós bastante sacrifício.
Começa a conversar com as pessoas próximas a perspectiva de viver o fim deste ano gregoriano de uma forma diferente da habitual.

As palavras de Quiroga que escolhi para iniciar este nosso encontro, são de uma clareza cristalina. Isto porque muitas vezes, em nossas vidas, somente teremos condições de acabar ou modificar certos acontecimentos repetitivos, ou indesejados por nós, quando mudamos alguns dos nossos comportamentos e maneira de pensar. Chamo isso de “nexos de causalidades” O problema é que nem sempre nos parecem perceptivos, esses nossos modos costumeiro de agir.

Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior, já dediquei 28 (vinte e oito) mensagens sobre o “tempo“, essa abstração natural e necessária que subjetivamente pode nos condicionar em muitos sentidos do nosso viver. Excepcionalmente, reconhecendo que no nosso dia a dia nem sempre temos tem de pesquisas nesta nossa jornada, assuntos do nosso interesse, enumero para a sua apreciação estas mensagens anteriores sobre o “tempo“. Vejam:

576 sobre a temporalidade futura em nossas vidas / 524 sobre as sensações das palavras “tempo” e “silêncio”, em nossas vidas / 508 sobre a velhice, com a passagem de tempo em nossas vidas / 494 sobre como estar sensível aos acontecimentos inesperados / 482 sobre tudo acontecer no seu tempo, e não apenas pelo nosso merecimento / 468 sobre o tempo em nossas vidas / 450 sobre o nosso poder de criar e significar o nosso tempo / 448 sobre uma subjetiva percepção, com o passar do tempo em nossas vidas / 447 sobre com o passar de tempo, a chegada da velhice / 389 e 388 sobre o passado e o futuro em nossas vidas /
384 sobre os nossos relacionamentos subjetivos com a passagem ilusória do tempo em nossas vidas / 368 sobre o nosso tempo, com o passar do tempo / 357 sobre o tempo no nosso viver /
354 sobre o que podemos aprender e pensar, sobre o “futuro” / 341 sobre a subjetividade do tempo, projetada em nossos anseios de realidades futuras / 331 sobre a necessidade de conhecer e significar no seu tempo / 329 sobre com a chegada de 2022, o poder de ressignificar o tempo do nosso existir / 289 sobre a necessidade de criar um sentido simbólico para o tempo do nosso existir, nesta pandemia / 264 sobre a subjetividade de “tempo”, em nossas vidas / 242 sobre “com o tempo da espera”, o que aprendemos com o “Amor” / 189 sobre o tempo do seu “buscar interior” / 171 sobre se podemos “ressignificar” experiências de eventos passados / 168 sobre a nossa vida, sem a ilusão do “tempo” em nós ficar / 130 sobre como devemos “sentir” a passagem do tempo em nossas vidas / 109 sobre a subjetividade ilusória do “tempo”, em nossas vidas / 092 sobre o sentir em nós a “temporalidade” na evolução do nosso existir / 042 sobre se “a passagem do tempo” é ilusória.

Termino com este conhecido e famoso “trava-língua”:

O tempo perguntou pro tempo
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu pro tempo
que o tempo tem tanto tempo
quanto tempo o tempo tem
.

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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