(587) Sentindo eternamente, Luiz Fernando Verissimo.

Comecei meu dia com muito sentimento de profunda tristeza com a perda entre nós, do Gênio da Literatura Brasileira, Luiz Fernando Verissimo, aos 88 (oitenta e oito) anos de idade nesta dimensão existencial de vida. Um exemplo de ser humano, que sempre me cativou com a sua leveza e singularidade do seu “jeito de ser” e também de ensinar como devemos transmitir pela escrita o que sentimos, com liberdade e sem complicar. Vejam:

– “A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer escrever claro não é certo mas é claro, certo?

Pensem nisso.

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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