(762) Sentindo o que devemos fazer, em nossos encontros pessoais.

Que o mundo, tanto por fora como por dentro, é sustentado por bases transcendentais, é algo tão certo quanto nossa propria existência.” (OC 14/II, § 442)

São palavras de Jung (1875-1961), que preconizou os ensinamentos básicos da Psicologia Analítica. Há muito também acredito nessas “bases transcendentais”. Isto porque, como entendo, todos nós seres humanos estamos, nesta dimensão existencial de vida, como partes de um processo de origem superior que nos oferece oportunidades de evolução, de melhorias e de crescimentos em todos os sentidos, mas sempre respeitando o nosso livre arbítrio de escolhas de viver.
Jung introduziu o que se deve entender por “inconsciente coletivo”, “arquétipos” e “processo de individuação”. Esclarecimento necessário: – Mas a motivação deste nosso encontro foi este seu “aconselhamento” que, silenciosamente, nunca esqueço: – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que ocorra somente um verdadeiro encontro de almas.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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