(681) Sentindo uma nova visão sobre o que muitos chamam de “idade avançada”.

Wonderful issues altogether, you simply won a new reader.
Tradução: Questões maravilhosas em geral, você acabou de ganhar um leitor.
Para mim são muito gratificantes essas manifestações recebidas do exterior. Começo pedindo sua atenção para este “sentir” de Lya Luft (1938-2021) sobre “envelhecimento”, para quem dediquei esta caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior (mensagem 001): – “Talvez seja utopia, mas se eu não deixar que se embote a minha sensibilidade, quando envelhecer, em vez de estar ressequida, eu terei chegado ao máximo exercício de meus afetos.” Fico sempre emocionado quando lembro dessas palavras de Lya Luft

Também gosto muito deste “sentir” do crítico literário francês Charles Saint-Beuve (1804-1869): – “Envelhecer ainda é a única maneira que se descobriu de viver muito tempo.” Mas o que motivou este nosso encontro, foi esta conclusão do professor de psicologia,Gilles Gignac, da Universidade da Austrália Ocidental, publicada no The Conversation, comentada no Brasil na edição de 08 de novembro de 2025 do Jornal O Estado de São Paulo, com este título – “Os 60 anos são o ápice da vida em vários aspectos, segundo a ciência”. O que despertou a minha atenção foi esta parte conclusiva, divulgada no The Conversation:

– “A idade, por si só, não determina o funcionamento cognitivo geral. As avaliações devem se concentrar nas habilidades e características reais dos indivíduos, e não em suposições baseadas na idade. Em conjunto, essas descobertas destacam a necessidade de práticas de contratação e retenção mais inclusivas em relação à idade, reconhecendo que muitos possuem pontos fortes e valiosos para desempenhar seu trabalho. A história está repleta de pessoas que alcançaram seus maiores avanços bem depois do que a sociedade costuma chamar de “idade de pico”. Talvez seja hora de pararmos de tratar a meia-idade como uma contagem regresiva e começarmos a reconhecê-la como um pico.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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