(607) Sentindo mais uma vez, o “sentir” de Oscar Quiroga.

1. O definitivo não é tão definitivo assim, portanto, procure encarar as situações com mais leveza e alegria, mesmo aquelas que sua alma preferiria que desaparecessem. As coisas vão ir se acertando ao longo do tempo.

2. Os acertos que você faria agora para deixar tudo encaminhado teriam de ser revistos no futuro, porque o cenário ainda vai mudar muito e neste momento sua alma não poderia sequer imaginar o teor dessas mudanças.

3. Prefira fazer acertos pequenos e temporários em nome de sua segurança material e anímica, porque o cenário não está consolidado o suficiente para você se engajar em decisões que envolvam resultados a longo prazo. Prefira fazer acertos pequenos e temporários em nome de sua segurança material e anímica, porque o cenário não está consolidado o suficiente para você se engajar em decisões que envolvam resultados a longo prazo.

Do horóscopo de Oscar Quiroga divulgado hoje, das doze previsões astrológicas do Zodíaco escolhi e ordenei estas três. Acredito nem sempre isso seja possível, porque cada signo está associado a um determinado período do ano e a um desses quatros elementos – fogo, Terra, Ar e Água. Como acredito [pois nada entendo de de astrologia], subjetivamente isso pode explicar as aparentes percepções de identidades entre algumas pessoas.

Quiroga tem uma característica que aprecio e gosto. Refiro-me a clareza da sua comunicação através da escrita, de manifesta compreensão. A seleção que inicia este nosso encontro é a sua participação de número 134 em nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior.

Recentemente, por ser estudioso e apreciador de todas as manifestações de arte, citei pela primeira vez nesta nossa caminhada, Fayga Ostrower (1920-2001). Isto porque a Vida e, principalmente o “Sentir a Vida” para mim também é uma arte, com seus estilos humanistas de viver, único, peculiar, singular, exclusivo de cada um de nós seres humanos. Termino este nosso encontro com este ser “sentir” [também selecionado do seu livro “A Sensibilidade do Intelecto, publicação da Editora CAMPUS:

– “Aqui cabem algumas considerações sobre o papel relevante da intuição no conhecimento humano. Nossa capacidade de compreender as outras pessoas e de sentir empatia com as coisas, as associações que estabelecemos, as conjeturas sobre possibilidades, nossa imaginação e sobretudo, nossa criatividade, todas elas afloram deste dom extraordinário em nosso ser sensível. Reunindo a cada momento o consciente e o inconsciente, tudo o que a pessoa sabe e o que sente, e também o que ela é, ou seja, integrando tudo em sua personalidade, a intuição torna-se a via áurea para os processos cognitivos e expressivos. Pois tanto as indagações como também as respostas que se tornam possíveis fundamentam-se, em última instância, em uma seletividade interior, que é a verdade de cada indivíduo, caracterizando-o em suas afinidades e seus interesses, suas aspirações e seus valores.”

Pesem nisso.

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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