“Só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal.”
São palavras de Lou Andreas-Salomé (1861-1937), ensaísta, filósofa, romancista, psicanalista e poetisa, que no século 19 sendo uma amante da vida, manitestou este seu intenso “sentir”: – “La vida humana – qué digo, la vida em general – es poesia. Sin darnos cuenta La vivimos, dia a dia, trozo a trozo. Pero, en su inviolable totalidad, es ella que nos vive, la nos inventa. Lejos, muy lejos de La vieja frase ‘hacer de la vida una obra de arte’; no somos nuestra obra de arte” [Traduzido do alemão por Alejandro Venegas]. São pessoas como Lou, que como acredito marcaram a sua época transmitindo, principalmente pela poesia, o seu intenso jeito de ser e de pensar.
Pensem nisso!
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.