Depois de “sentir” essa interpretação de Djavan, procure entender o que subjetivamente acontece quando você se sente feliz: – Os nossos sentimentos de felicidades são manifestações subjetivas de “estados de alma”, que nos tocam profundamente. São certas “conexões singulares” que nos surpreendem.
Gosto destas palavras do filósofo e escritor Jelson Oliveira [Fonte: “Ser feliz como uma criança”, Edição 189 da Revista Humanitas, publicação da Editora Escala]:
– “A criança nos lembra de que a felicidade não depende de grandes acontecimentos nem chega com alarde. Ela está na capacidade de se deixar afetar pelo presente, pela intensidade do que é vivido em carne e osso, pela disponibilidade de experimentar o que vem de dentro e dá propósito a tudo o que está do lado de fora. Só a criança pode fazer isso. Nós já sabemos. No entanto, como adultos, quase sempre vivenciamos esquecidos dessa verdade e nos acostumamos a medir a vida por metas distantes, ressentidos com o passado ou ansiosos com o futuro. A criança, não: ela está prenhe de tempo e, por isso, é a única que pode criar tudo de novo.”
Pensem nisso!
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.