Nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento” estou convencido de que através da escrita, perpetuamos subjetivamente muito do que sentimos ser para nós mesmos.
Vejam estes exemplos de Clarice Lispector:
1. “Todos os dias, quando acordo, vou correndo tirar a poeira da palavra amor…”
2. “Há um grande silêncio dentro de mim. E esse silêncio tem sido a fonte de minhas palavras. E do silêncio tem vindo o que é mais precioso que tudo: o próprio silêncio.”
3. “Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio.”
4. “Minha liberdade é escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo.”
5. “O que terminei sendo, e tão cedo? Terminei sendo uma pessoa que procura o que profundamente sente e usa a palavra que o exprima. É pouco, é muito pouco.”
6. “Queria que você, sem uma palavra, apenas viesse.”
7. “Sorrisos e abraços espontâneos me emocionam. Palavras até me conquistam temporariamente. Mas atitudes me ganham para sempre.”
8. “Serei forte como a alma de um animal e quando eu falar serão palavras não pensadas e lentas. O que eu disser soará fatal e inteiro.”
9. “A harmonia secreta da desarmonia: quero não o que está feito mas o que tortuosamente ainda se faz. Minhas desequilibradas palavras são o luxo de meu silêncio. Escrevo por acrobáticas aéreas piruetas – escrevo por profundamente querer falar. Embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio.”
10. “(…) A palavra é o meu domínio sobre o mundo.”
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.