(800) Sentindo a descoberta interior de nós mesmos.

A grande emoção na minha vida pessoal, foi a descoberta do eu e do não eu.”

São palavras do compositor Tom Jobim (1927-1994) em entrevista concedida a Clarice Lispector, ao ser perguntado sobre qual foi a grande emoção na sua vida pessoal (Fonte: Clarice Lispector – entrevista grandes personalidades, publicação da Editora Rocco, organizado pela especialista na obra de Clarice, a professora Claire Williams da Universidade de Oxford).

O que motivou a escolha dessas palavras de Tom Jobim, foi o que considero ser um expressivo exemplo de autoconhecimento. Defino-o como sendo um subjetivo reconhecimento da nossa “singularidade existencial”. Isto porque considero ser feliz, o ser humano que em uma determinada fase da sua vida, sabe identificar para si mesmo” as subjetivas descobertas do “seu eu” e do seu “não eu”.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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