“Aproveite os bons sentimentos que circulam pela sua alma, porque ainda que não encontrem suporte nos acontecimentos, muito pelo contrário até, são reais o suficiente para confiar em que o porvir seja cheio de auspícios.”
Há muito não fico surpreso e nem mais me impressiono com muitas das previsões do astrólogo Oscar Quiroga, recordista em número de participações em nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformações interiores. Nesta, a de número 140, no seu horóscopo divulgado hoje, dia 15/11/2025, ele tocou num detalhe subjetivo que confesso nunca ter pensado a respeito. Certo é que todos nós temos a nossa “realidade psíquica”, que é personalíssima e, portanto, só nos pertence (mensagens anteriores, 336, 338 e 347).
Agora vejam que interessante:
Keitiline Viacava, que é doutora em Psicologia pela UFRGS, no seu artigo “O que autoconsciência tem a ver com controle cognitivo?”, explica (Fonte: Revista Humanitas, volume 138, publicação da Editora Escala):
– “Autoconsciência é a capacidade mental de perceber que a experiência emocional, cognitiva ou comportamental vivenciada é relacionada a nós mesmos, não ao que percebemos nos outros. Ter consciência sobre si ajuda a separar o que é realmente nosso do que foi (ou está sendo) aprendido por meio de exposição repetida e reforço do meio, por exemplo. É ela que nos permite depreender e atribuir sentido de/a tudo o que está ao nosso redor, e também ao que está em nós. A autoconsciência é, portanto, a consciência de sí, e compreendê-la é essencial para quem busca adotar uma postura mais protagonista e autêntica. (…) Logo, a autoconsciência parece depender não apenas da consciência, mas também da habilidade individual de autocontrole sobre a sua composição. (…) A verdade é que a autoconsciência é mais complexa e envolve muito mais do que reconhecer a própria imagem.
Volto às palavras de Quiroga que foram escolhidas para iniciar este nosso encontro:
– “Aproveite os bons sentimentos que circulam pela sua alma, porque ainda que não encontrem suporte nos acontecimentos, muito pelo contrário até, são reais o suficiente para confiar em que o porvir seja cheio de auspícios.”
O que mais gostei [agora repetido e adaptado com minhas palavras] foi o reconhecimento de Quiroga no sentido de que, com a percepção subjetiva e sensorial da nossa Sensibilidade da Alma, certos sentimentos nossos não dependem necessariamente, de um embasamento subjetivo vinculados a certos acontecimentos ocorridos em muitas das realidades por nós vivenciadas. Basta que subjetivamente estejamos autoconscientes dos seus benefícios.
Pensem nisso.
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.