“Espiritualidade é a essência divina de como também encontramos sintonia para “sentir” e “explicar” um nosso sentimento de “Transcendência Superior.”
São palavras que me foram “intuídas“, quando tomei conhecimento desta introdução do horóscopo de Oscar Quiroga, divulgado no dia 12 de julho de 2025:
“ESPIRITUALIDADE
A espiritualidade é uma evolução vertical e horizontal ao mesmo tempo, porque de um lado pressupõe a construção de uma “escada ao céu”, por meio das orações, meditações e de todas as ideações e práticas que, individual ou grupalmente, nós nos dediquemos a fazer. Por outro lado, a espiritualidade é horizontal também, porque na medida em que subimos por essa “escada ao céu” nós vamos melhorando a qualidade de nossos relacionamentos, embora isso não seja imediato, porque em primeiro lugar a espiritualização vertical promove conflitos. Fato é que, se passamos anos a fio nos espiritualizando verticalmente sem que haja uma contrapartida de melhora dos relacionamentos e da qualidade da influência que nós exercemos no mundo, provavelmente estamos enganando a nós mesmos com uma fantasia de espiritualidade.”
Ontem, Quiroga se referiu a uma “dimensão espiritual” com esta introdução do seu horóscopo:
“O REINO ESPIRITUAL
Toda Lua Cheia mexe muito com nossa humanidade e não porque as forças gravitacionais influenciem as águas e as marés, mas porque é o momento em que o reino dos seres espirituais se reúne para enviar bênçãos e graças a todos os seres, pois, tudo está sob sua regência. Seríamos todos, por isso, abençoados e agraciados, sairíamos dançando e falando línguas inspirados por uma força invisível, mas não por isso menos real, porém, como não temos por hábito construir um relacionamento saudável com o reino espiritual, o que era para ser glorioso se transforma facilmente em seu oposto, um inferno. Porém, ainda que a Lua Cheia se manifeste como um inferno, mesmo assim ela comprova que o progresso material e espiritual que ansiamos só é possível mediante um relacionamento sensível com o Reino Espiritual.”
Pergunto:
– COMO DEVEMOS ENTENDER MUITAS DAS NOSSAS “INTUIÇÕES”, PRINCIPALMENTE AS RELACIONADAS COM AS NOSSAS PERCEPÇÕES [REPITO] DE ORIGENS TRANSCENDENTES?
Gosto esses entendimentos do médico e psicoterapeuta Carlos São Paulo, na sua análise literária do livro “Iemanjá”, de Edsoleda Santos, publicação da Editora Solisluna:
“A linguagem inconsciente do homem é estranha ao “EU”. Nela, os conteúdos que se assemelham ficam envolvidos e trazem profundidade as pistas para se chegar à compreensão de como agimos nas diversas situações da nossa existência. Para isso, precisamos abandonar a lógica exigida pelo “EU” e traduzir essas imagens e esses acontecimentos em símbolos.
Pode-se entender símbolo como o modo de a psique transportar a carga energética do inconsciente, quando este se funde com a consciência, para expressar e revelar sua alma, um conceito junguiano que expressa a relação do nosso “EU” com o mundo interno. Assim, diante de um conflito, o analista ajuda o paciente a sair do literal e simbolizar a experiência, conseguindo disponibilizar a energia necessária para seu paciente transformar o problema e encontrar uma solução para continuar o caminho.”
Vejam que essa o doutor Carlos São Paulo não fez nenhuma referência às nossas “intuições”. No entanto, trago para este nosso encontro, porque entendo que subjetivamente pode nos ajudar entender esses “auxílios intuitivos” que, por vezes, podem nos ajudar, por exemplo, em muitos dos nossos estados de angústias. Ressalvando que a minha formação acadêmica é jurídica, peço desculpas a todos que, após as suas leituras, pensam de modo diferente. Mas estas minhas considerações estão sendo por mim recebidas por “intuição”, certamente em razão das minhas leituras de naturezas diversas. Com esse necessário esclarecimento, termino este nosso encontro com estas palavras de Carl Gustav Jung:
– “O MUNDO DOS DEUSES E ESPÍRITOS É ‘NADA MAIS’ QUE O COLETIVO INCONSCIENTE DENTRO DE MIM.”
Pensem nisso.
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.