“Todos os dias quando acordo, vou correndo tirar a poeira da palavra amor…”
São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Há muito nesta nossa caminhada para o “autoconhecimento”, tenho vontade de pedir sua atenção para o nosso sentimento de amor. Isto porque, como entendo, amar é uma necessidade de todos os seres humano. Jung recomendava: – “Quando estivermos diante de outro ser humano, devemos procurar que somente ocorra um verdadeiro encontro de almas.” O conceituado neurocientistas António Damásio, resumiu no seu livro Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos, publicação da Editora Companhia Das Letras: – “Quando amamos os outros, temos uma boa probalidade de atingir a paz interior e a felicidade.”
Termino este nosso encontro, com estas manifestações de Clarice Lispector (numerei):
1. “Não podemos exigir o amor de ninguém. Podemos apenas dar bons motivos para que gostem de nós, e ter paciência… para que a vida faça o resto.”
2. “Desculpa, mas não entendo. Eu quero tudo e mais ainda. Amor tem que encher o coração, a casa, a alma. Pouco ou metades nunca me completaram.”
3. “Não suporto meios termos. Por isso, não me doo pela metade. Não sou sua meio amiga nem seu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada.”
4. “Não me lembro mais qual foi nosso começo. Sei que não começamos pelo começo. Já era amor antes de ser.”
5. “Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.”
Pensem nisso!
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.