“Todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência.”
São palavras do filósofo, dramaturgo, poeta e historiador alemâo Friedrich Schiller (1759-1805). Infelizmente me parece ser o que acontece muito. Assim entendo porque muitas das imagens transmitidas pelas aparências dos seres humanos, mostram mais as percepções objetivas do que subjetivas.
Vejam o que já disseram sobre as aparências: Jean de La Fontaine – “Ao longo da tua vida tem cuidado para não julgares as pessoas pelas aparências.”; O Papa João XXIII – “O mundo julga pelas aparências e quase sempre se engana.” e Antoine de Saint-Exupéry – “O essencial é invisível aos olhos. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência.”
O que motivou este nosso encontro foi esta resposta de filósofo e estadista Francis Bacon [Fonte: “Entrevistas com Francis Bacon – A brutalidade dos fatos”, de David Sylvester, com tradução de Maria Teresa Resende Costa, publicação Cosac & Naify Edições]:
– “Há a aparência e há a energia dentro da aparência. E essa é uma coisa extremamente difícil de ser captada. Claro, a aparência de uma pessoa está intimamente relacionada com sua energia. Tanto assim que, quando você na rua vê de longe uma pessoa que conhece, é capaz de dizer quem é apenas pela maneira como ela anda, como se movimenta. Mas não sei se seria possível fazer o retrato de alguém reproduzindo apenas seus gestos. Até agora, parece que para fazer um retrato é preciso que se pinte o rosto. E é nele que o pintor terá que captar a energia que emana da pessoa.”
Pensem nisso!
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.