“Descobri que sou mais eficaz quando posso ouvir a mim mesmo aceitando-me, e posso ser eu mesmo.”
São palavras do psicoterapeuta humanista, Carl Rogers, precursor da Abordargem Centrada na Pessoa (ACP), que encontrei no seu livro, “Tornar-se Pessoa”, publicação da Editora Martins. Logo em seguida ele comenta:
– “Tenho a impressão de que, com os anos, aprendi a tornar-me mais capaz de ouvir a mim mesmo, de modo que sei melhor do que antigamente o que estou sentindo num dado momento – que sou capaz de compreender que estou irritado, ou que, de fato, sinto rejeição em relação a um indivíduo, ou, pelo contrário, carinho e afeição, ou então, ainda que me sinto aborrecido e sem interesse pelo que está se passado; ou que estou ansioso por compreender um indivíduo ou que tenho um sentimento de angústia ou de temor nas minhas relações com ele. Todas estas diferentes atitudes são sentimentos que julgo poder ouvir em mim mesmo. Poder-se-ia dizer, em outras palavras, que tenho a impressão de me ter tornado mais capaz de me deixar ser o que sou.”
Que proveitoso exemplo de buscas interiores de “autoconhecimento”! Mesmo assim perguntei para mim mesmo: – O que mais eu poderia acrescentar? A resposta foi – Nada, mais nada.
Pensem nisso!
Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.