(638) Sentindo a necessidade de amplitudes, em nossas subjetivas relações interpessoais.

A união faz a força e a divisão a fraqueza. Não devemos dar ouvidos aos que nos querem separar.”

São palavras da síntese conclusiva de uma das fábulas de Esopo, escritor da Grécia antiga (564 a.C.-620 a.C.), pela primeira vez enriquecendo esta nossa caminhada para o “autoconhecimento” – uma trajetória de transformação interior. Isto porque estou convencido de que todos nós precisamos analisar para procurar descobrir as causas de tudo que estamos sentindo. Com o título “O Leão e os quatro Touros”, veja o que diz essa fábula:

– “Quatro touros tinham feito um pacto de amizade; comiam sempre juntos e faziam companhia uns aos outros. Um leão costumava passar por ali na pilhagem e bem gostava de levar um para o pequeno-almoço, mas sabia que, se podia vencer qualquer um sozinho, não podia enfrentar os quatro. Vendo como estavam resolvidos a manter-se juntos, o leão resolveu tentar separá-los, espalhando boatos capazes de causarem inveja. O plano funcionou tão bem que, dali a pouco tempo, os touros começaram a desconfiar um dos dos outros e acabaram por se zangar. Os quatro touros puseram fim à sua amizade e se separaram. Então, o leão conseguiu apanhar e matar todos os touros, um de cada vez.”

Minha intenção não foi a de inovar a nossa caminhada, enriquecendo com fábulas. Foi querer motivar todos nós, de modo subjetivo e também em certas situações, a ficarmos sempre mais perceptivos em todas as nossas relações de interações existenciais, nesta dimensão de vida. Com esse esclarecimento, lembrei desta pergunta feita por Ana Maria Haddad Baptista, autora de diversos livros publicados no Brasil e no exterior:

– “COMO ENGERGAR O OUTRO SEM QUE ESTEJAMOS REFLETINDO A NÓS MESMOS?

Pensem nisso.

Publicado por

Edson Rocha Bomfim

Sou advogado, natural do Rio de Janeiro e moro em Brasília. Idade: Não conto os anos. Tenho vida. Gosto de Arte, Psicologia, Filosofia, Neurociência, Sociologia, Sincronicidade e Espiritualidade. Autores preferidos: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mark Nepo, Cora Coralina, Clarice Lispector, Lya Luft, Mia Couto, Mario Sergio Cortella e Mauro Maldonato. edsonbsb@uol.com.br

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