{"id":8959,"date":"2017-11-03T14:33:29","date_gmt":"2017-11-03T17:33:29","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=8959"},"modified":"2017-11-03T15:52:58","modified_gmt":"2017-11-03T18:52:58","slug":"186-sentindo-o-meu-sentimento-de-pesar-pela-elevacao-espiritual-de-andre-filho-de-lya-luft","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=8959","title":{"rendered":"(186) Sentindo o meu sentimento de pesar pela &#8220;perda&#8221; de Andr\u00e9, filho de Lya Luft."},"content":{"rendered":"<p>A nossa caminhada teve in\u00edcio em janeiro de 2015, com estas palavras recebidas da minha \u201cSensibilidade da Alma\u201d (mensagem 001):<\/p>\n<p>&#8211; Este espa\u00e7o virtual \u00e9 dedicado \u00e0 escritora Lya Luft que, com a sensibilidade da sua alma, com o seu jeito humanista de escrever, mostra, com leveza de estilo liter\u00e1rio, matizes significativas do nosso viver, com o mesmo encanto da beleza e da suavidade dos voos das gaivotas, pelos c\u00e9us da nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Em seguida, reproduzi esta li\u00e7\u00e3o de vida de Cora Coralina:<\/p>\n<p>N\u00e3o sei\u2026 Se a vida \u00e9 curta<br \/>\nOu longa demais pra n\u00f3s,<br \/>\nMas sei que nada do que vivemos<br \/>\nTem sentido, se n\u00e3o tocamos o cora\u00e7\u00e3o das pessoas.<\/p>\n<p>Agora, neste exato instante, querendo manifestar o meu sentimento de pesar pela &#8220;eleva\u00e7\u00e3o espiritual&#8221; de Andr\u00e9 Luft (ocorrida ontem em Florian\u00f3polis), em sil\u00eancio perguntei para mim mesmo:<\/p>\n<p>DAS MATIZES SIGNIFICATIVAS DO NOSSO VIVER, O QUE DIZER PARA A M\u00c3E LYA LUFT? <\/p>\n<p>Pensei no significado da continuidade da vida, assim mostrado por Santo Agostinho em &#8220;A morte n\u00e3o \u00e9 nada&#8221;:<\/p>\n<p>A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.<br \/>\nO cord\u00e3o de uni\u00e3o n\u00e3o se quebrou.<br \/>\nPor que eu estaria fora dos teus pensamentos,<br \/>\napenas porque estou fora da tua vista?<br \/>\nN\u00e3o estou longe, somente estou do outro lado do caminho.<\/p>\n<p>Foi quando lembrei deste meu &#8220;estado de alma&#8221;, em 5 de julho de 2015 (a mesma data da &#8220;perda&#8221; da minha m\u00e3e, no ano de 1976), quando postei a mensagem 050 &#8211; &#8220;SENTINDO, NESTA VIDA, O &#8220;SOPRAR DO VENTO&#8221; QUE PERPETUA A ESS\u00caNCIA DO NOSSO &#8220;EXISTIR&#8221; -, do seguinte teor:<\/p>\n<p>&#8211; Neste espa\u00e7o virtual estou \u201cdescobrindo\u201d, \u201ccompondo\u201d e \u201cmostrando\u201d o mosaico do meu \u201cEU\u201d interior. O mosaico da descoberta dos significados do meu \u201cexistir\u201d, do meu \u201cpensar\u201d e do meu \u201csentir\u201d com a \u201csensibilidade da alma\u201d.<br \/>\nA proposta de cria\u00e7\u00e3o deste de espa\u00e7o virtual tamb\u00e9m est\u00e1 sendo por mim \u201cbuscada\u201d, porque as nossas vidas seguem pelas trajet\u00f3rias das nossas \u201cescolhas\u201d, todas com o mesmo sentido que n\u00f3s levar\u00e1 para outros \u201ccaminhos desconhecidos\u201d. Como o sentido da continuidade oculta do \u201ccaminho\u201d da paisagem acima, que ser\u00e1 seguido pelo \u201chomem solit\u00e1rio\u201d quando contornar a curva do final \u201ccaminho\u201d da sua \u201ccaminhada exist\u00eancial\u201d.<br \/>\nPelo fluir do \u201cciclo da vida\u201d ficamos soltos (e, por vezes, leves), como se f\u00f4ssemos levados pelos \u201cventos do destino\u201d, que arrastam as folhas secas ca\u00eddas no ch\u00e3o. Nesta jornada, como viajantes vindo de outras viagens, precisamos conhecer a bagagem do nosso \u201cEU\u201d interior. Precisamos \u201csentir\u201d com a \u201csensibilidade da alma\u201d, que \u00e9 o \u201csentir\u201d de todas as \u201cbuscas de si mesmo\u201d.<br \/>\nNa minha \u201ccaminhada\u201d (com o mesmo \u201csentido existencial\u201d da sua \u201ccaminhada\u201d) n\u00e3o me sinto s\u00f3, porque todos n\u00f3s somos partes de um \u201cTODO\u201d, com subjetivas interdepend\u00eancias que explicam em n\u00f3s (e para n\u00f3s) as manifesta\u00e7\u00f5es sens\u00f3rias de tudo que existe nas realidades das nossas viv\u00eancias (nesta exist\u00eancia, e em outras transcendentes). Esse sentimento \u201cintera\u00e7\u00e3o existencial\u201d, emerge da nossa \u201csensibilidade da alma\u201d. Com ele, tudo se transforma dando origem a \u201cindividualidades\u201d que seguem os seus \u201cciclos de vida\u201d. A respeito, merece aten\u00e7\u00e3o esta bela inspira\u00e7\u00e3o de Paulo Coelho (fonte: \u201cManuscrito encontrado em Accra\u201d, lan\u00e7ado pela Editora Sextante): &#8211; &#8220;Pode uma folha, quando cai da \u00e1rvore no inverno, sentir-se derrotada pelo frio? A \u00e1rvore diz para a folha: \u201cEste \u00e9 o ciclo da vida. Embora voc\u00ea pense que ir\u00e1 morrer, na verdade ainda continua em mim. Gra\u00e7as a voc\u00ea estou viva, porque pude respirar. Tamb\u00e9m gra\u00e7as a voc\u00ea senti-me amada, porque pude dar sombra ao viajante cansado. Sua seiva est\u00e1 na minha seiva, somos uma coisa s\u00f3.&#8221;<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s podemos ser comparados a essa \u201cfolha\u201d ca\u00edda da \u00e1rvore. Ambos, temos os nossos \u201cciclos de vida\u201d, com as suas finalidades existenciais bem definidas: \u2013 o da \u201cfolha\u201d, sendo respons\u00e1vel pela respira\u00e7\u00e3o da \u00e1rvore, dando a sombra, e colorindo de verde a composi\u00e7\u00e3o do esplendor da natureza; o de todo \u201cser humano\u201d, com a sua \u201cmiss\u00e3o existencial\u201d contendo preciosas oportunidades de escolhas necess\u00e1rias e favor\u00e1veis ao seu crescimento, em todos os sentidos.<br \/>\nPor sua vez, \u201cn\u00f3s\u201d e as \u201cfolhas\u201d perpetuamos os nossos \u201cexistir\u201d atrav\u00e9s de sucessivos estados de transforma\u00e7\u00f5es, que representam o \u201csentido da vida\u201d. Isto porque a vida \u00e9 o um cont\u00ednuo processo de evolu\u00e7\u00e3o \u201cexistencial\u201d e de ess\u00eancia \u201cespiritual\u201d. Com o \u201cnascer\u201d e \u201crenascer\u201d, n\u00e3o existe o \u201cfim\u201d. Existe, sim, a eterna plenitude de tudo que \u201csomos\u201d (assim como a \u201cseiva\u201d da \u201cfolha\u201d levada pelo for\u00e7a do \u201cvento\u201d, que \u00e9 a mesma da \u201carvore\u201d do seu \u201cnascer\u201d, nesta dimens\u00e3o de \u201cvida\u201d). <\/p>\n<p>Desejo DEUS no cora\u00e7\u00e3o de Lya Luft e nos de todos que amaram e foram amados por Andr\u00e9 Luft.<\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A nossa caminhada teve in\u00edcio em janeiro de 2015, com estas palavras recebidas da minha \u201cSensibilidade da Alma\u201d (mensagem 001): &#8211; Este espa\u00e7o virtual \u00e9 dedicado \u00e0 escritora Lya Luft que, com a sensibilidade da sua alma, com o seu jeito humanista de escrever, mostra, com leveza de estilo liter\u00e1rio, matizes significativas do nosso viver, &hellip; <a href=\"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=8959\" class=\"more-link\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">(186) Sentindo o meu sentimento de pesar pela &#8220;perda&#8221; de Andr\u00e9, filho de Lya Luft.<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-8959","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-busca-interior"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pfkQEa-2kv","jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8959","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8959"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8959\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9063,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8959\/revisions\/9063"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8959"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8959"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8959"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}