{"id":7632,"date":"2017-05-08T18:14:05","date_gmt":"2017-05-08T21:14:05","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=7632"},"modified":"2017-05-08T20:02:43","modified_gmt":"2017-05-08T23:02:43","slug":"165-sentindo-a-influencia-do-inconsciente-em-nossas-vidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=7632","title":{"rendered":"(165) Sentindo as influ\u00eancias do inconsciente, em nossas vidas."},"content":{"rendered":"<p>Normalmente, em quase todas as mensagens deste espa\u00e7o virtual, os temas enfocados foram recebidos por \u201cintui\u00e7\u00e3o\u201d. Talvez seja uma subjetiva percep\u00e7\u00e3o explicada pela neuroci\u00eancia, no sentido de que temos a capacidade de poder, mesmo de modo inconsciente, atuar na seletividade opcional das nossas escolhas. Por sua vez, tamb\u00e9m acredito que esses \u201cinsights cognitivos\u201d emergem do meu interior envolvimento de querer, na condi\u00e7\u00e3o de respons\u00e1vel por este espa\u00e7o virtual, favorecer o alcance da sua proposta (mensagem 001). <\/p>\n<p>Esse esclarecimento preliminar esta sendo feito principalmente para voc\u00ea, que est\u00e1 acessando o \u201cSensibilidade da Alma\u201d pela primeira vez. Um encontro que prova n\u00e3o existir o \u201cacaso\u201d, apesar da vida da gente estar cheia deles (mensagem 027).<\/p>\n<p>Na mensagem anterior (164 &#8211; Sentindo a plenitude do perpetuar infinito do &#8220;AMOR&#8221;), fiz mais uma refer\u00eancia \u00e0 coluna &#8220;Div\u00e3 Liter\u00e1rio&#8221;, assinada pelo m\u00e9dico e psicoterapeuta Carlos S\u00e3o Paulo, diretor e fundador do Instituto Junguino da Bahia, mensalmente publicada na Revista PSIQUE, lan\u00e7ada no Brasil pela Editora Escala. Para esta, trago a sua an\u00e1lise do livro &#8220;Subliminar&#8221;, Editora Zahar, do f\u00edsico Leonard Mlodinow. Ele sustenta que &#8220;h\u00e1 uma dura competi\u00e7\u00e3o entre o ju\u00edzo inconsciente e o pensamento deliberativo e anal\u00edtico das pessoas&#8221; (Fonte: Edi\u00e7\u00e3o n. 98, da mesma revista). Em s\u00edntese, o livro trata da influ\u00eancia do inconsciente em nossas vidas, no nosso cotidiano, sem a nossa percep\u00e7\u00e3o consciente.<\/p>\n<p>Possuindo todas as revistas PSIQUE, na condi\u00e7\u00e3o de leitor ass\u00edduo da coluna &#8220;Div\u00e3 Liter\u00e1rio&#8221; foi a primeira vez que encontrei um relato do doutor Carlos S\u00e3o Paulo sobre o que lhe foi causado pela leitura de um dos livros por ele comentado.<\/p>\n<p>&#8211;  \u00c0 medida que eu mergulhava na leitura de um livro escrito por um f\u00edsico, ia ficando inseguro quanto ao que minha consci\u00eancia revelava sobre a percep\u00e7\u00e3o da realidade. O mundo ia se enchendo de ilus\u00f5es. Eu me sentia com dois c\u00e9rebros distintos: um que nomeava e  encontrava certa raz\u00e3o para definir as experi\u00eancias, outro que vai al\u00e9m dessa raz\u00e3o e do tempo em que se passam os acontecimentos experimentados.<br \/>\nDesaparecia, assim, a leveza da liberdade de decidir o que fazer com minhas experi\u00eancias em dado momento e, em seu lugar, surgiu o peso das incertezas. Aquela leitura me fazia voltar no tempo de minhas fantasias infantis e crer nos bruxos envolvidos na capa da invisibilidade a nos pegar pe\u00e7as. \u00c9 dessa forma que os cientistas provavam como nossas experi\u00eancias passadas, emboladas no tempo, v\u00e3o se tornando essas figuras invis\u00edveis, que participam, ativamente, do julgamento de nossas percep\u00e7\u00f5es de realidade, em cada momento que chamamos de presente. A ideia de que n\u00e3o existe cem por cento do que batizamos de &#8220;livre arb\u00edtrio&#8221;, quando decidimos por alguma coisa, ganhou a forma desses bruxos brincalh\u00f5es. <\/p>\n<p>Em seguida ele conta que, a pedido, sugeriu o livro &#8220;Subliminar&#8221; para um amigo ler durante uma viagem de navio. Na volta dessa viagem, o doutor Carlos S\u00e3o Paulo comenta o que a leitura lhe pareceu ter causado ao amigo:<\/p>\n<p>&#8211; Ele percebeu o quanto n\u00e3o compreendemos nossos sentimentos, e a facilidade com que &#8220;inventamos&#8221;, sem saber, as explica\u00e7\u00f5es para justifica-los. Passou a ter cuidado com o julgamento do que percebe, antes tido como evid\u00eancia incontest\u00e1vel da realidade, e ficou mais respeitoso \u00e0s suas limita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Aproximando-se do final da sua an\u00e1lise liter\u00e1ria, fez refer\u00eancia a esta pergunta: &#8211; com que raz\u00e3o percebemos a n\u00f3s mesmos? Para explicar, o autor fez uma analogia do nosso modo de pensar para chegar \u00e0 verdade: a maneira do cientista e a do advogado. O cientista re\u00fane evid\u00eancias e verifica. O advogado parte para convencer os outros, busca evid\u00eancias que o apoiem e tenta desacreditar as que est\u00e3o em desacordo. Assim, geramos nossa autoimagem. Por isso \u00e9 mais f\u00e1cil explicarmos a compra daquela TV em 3D porque estava numa boa promo\u00e7\u00e3o, do que admitir nossa crian\u00e7a saltitante a buscar o prazer da novidade.<\/p>\n<p>Termino esta mensagem, com este meu &#8220;pensar&#8221;:<\/p>\n<p>1. Todos n\u00f3s estamos sujeitos \u00e0s percep\u00e7\u00f5es que, de modo subjetivo, inconsciente, atuam em n\u00f3s. O que precisamos \u00e9 ficar mais perceptivos para certas ocorr\u00eancias que, por vezes, se apresentam para n\u00f3s sem aparente significado. Sobre elas, aplica-se de modo semelhante esta afirma\u00e7\u00e3o de Carl G. Jung, relacionada aos nossos sonhos: &#8211; &#8220;Qualquer interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma hip\u00f3tese, apenas uma tentativa de ler um texto desconhecido.&#8221; (Fonte: Jung. Collected Works, 16, par. 322).<br \/>\n2. Certo \u00e9, que n\u00e3o podemos confiar apenas nos est\u00edmulos sensoriais recebidos com as imagens das nossas \u201cviv\u00eancias objetivas\u201d. Podem ser enganosos como, para muitos, prova este teste com a resposta nas nostas desta mensagem (Fonte: Revista \u201cSegredo da Mente\u201d, ano 1, ano 2014, lan\u00e7ada no Brasil pela Editora Astral): <\/p>\n<p>&#8211; Calcule mentalmente, sem ajuda de papel ou calculadora (antes de ler a resposta):<br \/>\nSe voc\u00ea tem 1000 e soma 40, depois acrescenta outros 1000 e soma mais 30. A\u00ed, soma outros 1000 e, agora, mais 20. Por fim, soma outros 1000 e mais 10. Qual \u00e9 o total?<\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<p>1.A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total, atrav\u00e9s de qualquer forma, meio ou processo eletr\u00f4nico, depender\u00e1 de pr\u00e9via e expressa autoriza\u00e7\u00e3o do autor deste espa\u00e7o virtual, com indica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e link, para os efeitos da Lei 9610\/98, que regulamenta os direitos de autor e conexos.<br \/>\n2.Havendo, neste espa\u00e7o virtual, qualquer cita\u00e7\u00e3o ou reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que sejam contr\u00e1rios \u00e0 vontade dos seus autores, ser\u00e3o imediatamente retiradas ap\u00f3s o recebimento de solicita\u00e7\u00e3o feita em \u201ccoment\u00e1rios\u201d no final de cada postagem, ou para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\n3.Resposta do teste: A grande maioria das pessoas respondem 5000, mas est\u00e1 errado. O certo \u00e9 4.100. \u00c9 que a sequ\u00eancia decimal acaba confundindo o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Normalmente, em quase todas as mensagens deste espa\u00e7o virtual, os temas enfocados foram recebidos por \u201cintui\u00e7\u00e3o\u201d. Talvez seja uma subjetiva percep\u00e7\u00e3o explicada pela neuroci\u00eancia, no sentido de que temos a capacidade de poder, mesmo de modo inconsciente, atuar na seletividade opcional das nossas escolhas. 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