{"id":718,"date":"2015-03-13T13:29:32","date_gmt":"2015-03-13T15:29:32","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=718"},"modified":"2017-02-01T21:27:32","modified_gmt":"2017-02-01T23:27:32","slug":"sentindo-se-existe-o-acaso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=718","title":{"rendered":"(027) Sentindo se existe o &#8220;acaso&#8221;."},"content":{"rendered":"<p>O marco da cria\u00e7\u00e3o deste espa\u00e7o virtual, foi a mensagem que recebeu o t\u00edtulo &#8220;Sensibilidade da Alma&#8221;, contendo, logo no in\u00edcio, esta homenagem \u00e0 escritora Lya Luft:<\/p>\n<p>&#8211; Este blog \u00e9 dedicado \u00e0 escritora Lya Luft que, com a sensibilidade da sua alma, com o seu jeito humanista de escrever, mostra, com leveza de estilo liter\u00e1rio, matizes significativas do nosso viver, com o mesmo encanto da beleza e da suavidade dos voos das gaivotas, pelos c\u00e9us da nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Em seguida, assim foi revelada a sua proposta:<\/p>\n<p>&#8211; Que bom que voc\u00ea veio ao nosso primeiro encontro. Ao encontro com a ess\u00eancia existencial do nosso &#8220;EU&#8221; interior, ao encontro com a sensibilidade das nossas almas (da sua e da minha).<br \/>\nDesejo que os nossos futuros encontros sejam &#8220;caminhadas&#8221; de buscas e de descobertas, pela subjetividade dos nossos &#8220;estados de alma&#8221;. Que sejam buscas de aprimoramento e de crescimento espiritual, pelas trilhas das nossas trajet\u00f3rias de vida. Que sejam encontros com um sentido determinado e bem definido &#8211; o do despertar da nossa &#8220;sensibilidade da alma&#8221;. As buscas e o despertar que para serem alcan\u00e7ados, precisamos desta li\u00e7\u00e3o de vida contida no in\u00edcio da poesia &#8220;Saber Viver&#8221;, de Cora Coralina:<\/p>\n<p>N\u00e3o sei&#8230; Se a vida \u00e9 curta<br \/>\nOu longa demais pr\u00e1 n\u00f3s,<br \/>\nMas sei que nada do que vivemos<br \/>\nTem sentido, se n\u00e3o tocamos o cora\u00e7\u00e3o das pessoas.<\/p>\n<p>Era o come\u00e7o de uma &#8220;caminhada&#8221;. Nela, em todas as mensagens postadas, sempre aparecer\u00e1 a paisagem acima, de um &#8220;caminho&#8221; ladeado de \u00e1rvores, sendo percorrido por um solit\u00e1rio homem que se aproxima de uma curva. Como se fosse, nesta exist\u00eancia, a do final do nosso atual &#8220;ciclo da vida&#8221;. A curva que nos levar\u00e1, em outra dimens\u00e3o, para continuar evoluindo em uma nova &#8220;caminhada&#8221;, com  outro &#8220;destino&#8221;, para n\u00f3s, ainda desconhecido e necess\u00e1rio para a &#8220;imortalidade da alma&#8221;. <\/p>\n<p>A respeito, Lya Luft comenta na sua conhecida  coluna, publicada na edi\u00e7\u00e3o de 3.09.2014, da revista VEJA (fonte:  site veja.abril.com.br\/blog\/ricardo-setti\/):<\/p>\n<p>&#8211; Conformados ou n\u00e3o, a morte \u00e9 algo que precisar\u00edamos aceitar, com mais ou menos dor, mais ou menos resist\u00eancia, mais ou menos inconformidade. E esse processo, mais ou menos demorado, mais ou menos cruel, depende da estrutura emocional e das cren\u00e7as de cada um.<br \/>\n  Podemos escolher a teoria que nos conforta mais: quem morreu se integrou na natureza; preserva-se por seus genes em filhos e netos; faz parte da energia maior; enveredou por outra dimens\u00e3o; \u00e9 uma alma imortal.<br \/>\n  A vida inevitavelmente flui: n\u00f3s somos isso. Ela \u00e9 um ciclo: ciclos se abrem e se fecham, isso \u00e9 viver.<\/p>\n<p>A motiva\u00e7\u00e3o desta mensagem, \u00e9 voc\u00ea. \u00c9 a sua presen\u00e7a, neste espa\u00e7o virtual. <\/p>\n<p>Pergunto:<\/p>\n<p>&#8211; A que posso atribuir este nosso encontro?  Teria sido obra do &#8220;acaso&#8221;?<\/p>\n<p>Dizem que o &#8220;acaso&#8221; n\u00e3o existe, mas o certo \u00e9 que a vida da gente \u00e9 cheia de &#8220;acasos&#8221;. <\/p>\n<p>Por sua vez, acredito que tudo acontece &#8220;quando&#8221; e &#8220;como&#8221; tem que acontecer. N\u00e3o, &#8220;quando&#8221; e &#8220;como&#8221; desejamos que aconte\u00e7a.  <\/p>\n<p>O que tamb\u00e9m deve ser considerado, n\u00e3o \u00e9 apenas o momento da efetiva e real manifesta\u00e7\u00e3o desses &#8220;acontecimentos&#8221;, em nossas vidas. Principalmente, quando eles s\u00e3o aparentemente inexplic\u00e1veis; quando s\u00e3o independentes de um pr\u00e9vio &#8220;querer&#8221;, nosso.   <\/p>\n<p>Para mim, o &#8220;acaso&#8221; existe.  O que &#8220;ilusoriamente&#8221; parece n\u00e3o existir (de modo convincente), \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o para o &#8220;acaso&#8221;. Ali\u00e1s, este \u00e9 o &#8220;pensamento causal&#8221; prevalecente na cultura do ocidental. <\/p>\n<p>Volto a repetir as duas perguntas:<\/p>\n<p>A que posso atribuir este nosso encontro? Teria sido obra do &#8220;acaso&#8221;?<\/p>\n<p>Acrescento mais esta pergunta:<\/p>\n<p>Voc\u00ea, agora, est\u00e1 neste espa\u00e7o virtual em raz\u00e3o de um &#8220;fen\u00f4meno sincr\u00f4nico&#8221; (em que o &#8220;tempo&#8221; e o &#8220;espa\u00e7o&#8221; s\u00e3o relativos). Ensejador de um &#8220;acontecimento&#8221; (conhecido, na &#8220;Sincronicidade de Jung, por  &#8220;evento sincron\u00edstico&#8221;), que possui um significado subjetivo e simb\u00f3lico para n\u00f3s, em conex\u00e3o com os nossos interiores &#8220;estados de necessidades&#8221;?<\/p>\n<p>O escritor Hermann Hesse, ganhador do Nobel de Literatura de 1946, no seu livro &#8220;Demian&#8221; explica o seguinte:<\/p>\n<p>&#8211; O acaso n\u00e3o existe. Quando algu\u00e9m encontra algo de que verdadeiramente necessita, n\u00e3o \u00e9 o acaso que tal proporciona, mas a pr\u00f3pria pessoa; seu pr\u00f3prio desejo e sua pr\u00f3pria necesidade o conduzem a isso.<\/p>\n<p>Termino esta mensagem desejando (se for o caso), que a sua presen\u00e7a, neste espa\u00e7o virtual, seja consequ\u00eancia de uma &#8220;necessidade interior&#8221; de realiza\u00e7\u00f5es de &#8220;buscas de si mesmo&#8221;, para o &#8220;despertar&#8221; da &#8220;Sensibilidade da Alma&#8221;.<\/p>\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Cesar e Pedro Mariano - DVD Piano e Voz - &quot;Acaso&quot;\" width=\"660\" height=\"371\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oNyd4eYmfn8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>Notas:<br \/>\n1.A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total, atrav\u00e9s de qualquer forma, meio ou processo eletr\u00f4nico, depender\u00e1 de pr\u00e9via e expressa autoriza\u00e7\u00e3o do autor deste espa\u00e7o virtual, com indica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e link, para os efeitos da Lei 9610\/98, que regulamenta os direitos de autor e conexos.<br \/>\n2.Havendo, neste espa\u00e7o virtual, qualquer cita\u00e7\u00e3o ou reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que sejam contr\u00e1rios \u00e0 vontade dos seus autores, ser\u00e3o imediatamente retiradas ap\u00f3s o recebimento de solicita\u00e7\u00e3o feita em \u201ccoment\u00e1rios\u201d no final de cada postagem, ou para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\n3. Do youtube, v\u00eddeo C\u00e9sar e Pedro Mariano &#8211; DVD Piano e Voz &#8211; &#8220;Acaso&#8221;, gravado ao vivo no Canec\u00e3o, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O marco da cria\u00e7\u00e3o deste espa\u00e7o virtual, foi a mensagem que recebeu o t\u00edtulo &#8220;Sensibilidade da Alma&#8221;, contendo, logo no in\u00edcio, esta homenagem \u00e0 escritora Lya Luft: &#8211; Este blog \u00e9 dedicado \u00e0 escritora Lya Luft que, com a sensibilidade da sua alma, com o seu jeito humanista de escrever, mostra, com leveza de estilo &hellip; <a href=\"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=718\" class=\"more-link\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">(027) Sentindo se existe o &#8220;acaso&#8221;.<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-718","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-busca-interior"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pfkQEa-bA","jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/718","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=718"}],"version-history":[{"count":19,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/718\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20000,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/718\/revisions\/20000"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=718"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=718"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=718"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}