{"id":698,"date":"2015-03-10T18:00:08","date_gmt":"2015-03-10T20:00:08","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=698"},"modified":"2017-02-01T21:26:48","modified_gmt":"2017-02-01T23:26:48","slug":"sentindo-a-sensibilidade-da-alma-da-atriz-marjorie-estiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=698","title":{"rendered":"(026) Sentindo a &#8220;Sensibilidade da Alma&#8221;, da atriz Marjorie Estiano"},"content":{"rendered":"<p>Este espa\u00e7o virtual foi criado em julho de 2014. Quando alcan\u00e7ou quarenta postagens, houve a invas\u00e3o de um hacker e v\u00e1rias foram perdidas. Uma delas foi sobre a &#8220;sensibilidade da alma&#8221; da consagrada atriz, cantora, e compositora, Marjorie Estiano.<br \/>\nEsse fato me causou profunda tristeza, em face da impossibilidade de conseguir a sua recupera\u00e7\u00e3o literal. \u00c9 a prova de que, em nossas vidas, todos os momentos s\u00e3o \u00fanicos. No entanto, como podemos vivenciar novas &#8220;emo\u00e7\u00f5es&#8221;, trago para voc\u00eas um pouco da &#8220;Sensibilidade da Alma&#8221; de Marjorie Estiano  (mostrada na entrevista concedida ao jornalista Gustavo Ranieri, Editor-chefe da Revista da Cultura, da Livraria Cultura, publicada na edi\u00e7\u00e3o n. 87, de outubro de 2014).<\/p>\n<p>A entrevista foi realizada por causa do primeiro trabalho autoral de Marjorie, como compositora: &#8211;  O &#8220;Oito&#8221;, seu terceiro \u00e1lbum musical, contendo onze faixas, sendo oito de sua autoria. <\/p>\n<p>Logo no in\u00edcio da entrevista, Marjorie falou da sua necessidade de afastar o excesso da &#8220;racionalidade&#8221;, para ouvir a sua &#8220;intui\u00e7\u00e3o&#8221;. Foi uma subjetiva manifesta\u00e7\u00e3o da sua contagiante &#8220;sensibilidade da alma&#8221;.<\/p>\n<p>Destaco da entrevista, o &#8220;pensar&#8221; dessa jovem de 32 anos de idade:<\/p>\n<p>1. Gustavo. De que maneira o disco Oito pode ser considerado um novo come\u00e7o na sua carreira musical?<\/p>\n<p>Marjorie. (&#8230;) Considero um come\u00e7o neste sentido assim: de onde vou parecer que estou aprendendo a andar, dando nome para algumas coisas. E tudo vai tomando forma, a m\u00fasica se transforma em concreto, em palp\u00e1vel, mas ela parte de um lugar muito et\u00e9reo; parte de uma ideia, de uma sensa\u00e7\u00e3o, de uma intui\u00e7\u00e3o, e, na hora da composi\u00e7\u00e3o, isso foi, para mim, um conflito intenso.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. O seu jeito de ser, sempre valorando a &#8220;intui\u00e7\u00e3o&#8221;, ficou manifesto durante a entrevista.  Marjorie mostra, com naturalidade, a dimens\u00e3o subjetiva da sua &#8220;singularidade existencial&#8221;, do seu &#8220;sentir&#8221; as proje\u00e7\u00f5es interiores da &#8220;sensibilidade da alma&#8221;. A sua resposta comprova a intensidade da materializa\u00e7\u00e3o do seu &#8220;sentir&#8221;, ao considerar a ess\u00eancia da idealiza\u00e7\u00e3o da &#8220;m\u00fasica&#8221; como sendo o resultado da elabora\u00e7\u00e3o sens\u00f3ria de um processo de &#8220;busca interior&#8221;. Compara o &#8220;mostrar&#8221; (para si mesmo) o fluir de inspira\u00e7\u00e3o das suas &#8220;composi\u00e7\u00f5es&#8221;, ao &#8220;significado existencial&#8221; (tamb\u00e9m para si mesmo), do seu &#8220;aprender andar&#8221;.<br \/>\nPara mim, todas as  manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstica s\u00e3o emergentes  de &#8220;buscas interiores&#8221;, de acordo com as &#8220;prefer\u00eancias interiores&#8221; do seu criador. A respeito, explico na minha abordagem sobre a &#8220;Idealiza\u00e7\u00e3o Emocional da Arte&#8221;, o seguinte (pendente de publica\u00e7\u00e3o):<\/p>\n<p>&#8211; No desenvolvimento criativo, idealiza\u00e7\u00e3o \u00e9 a fase de proje\u00e7\u00e3o seletiva de estados de sensibilidade que estimulam a exterioriza\u00e7\u00e3o art\u00edstica. A natureza da faculdade de idealiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 emocional. No artista, suas prefer\u00eancias interiores ser\u00e3o moldadas para o exterior, atrav\u00e9s da varia\u00e7\u00e3o da sensibilidade de cada um. As manifesta\u00e7\u00f5es de arte s\u00e3o resultantes de uma qualidade natural latente do ser humano, que ser\u00e1 estimulada pela inspira\u00e7\u00e3o para, depois, ser aprimorada atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas espec\u00edficas que tamb\u00e9m definem e apuram o estilo do artista. A cria\u00e7\u00e3o da arte \u00e9, portanto, um dom que a qualquer momento poder\u00e1 ser descoberto, na ess\u00eancia dos diversos estados de sensibilidades interiores. A idealiza\u00e7\u00e3o emocional da arte decorre de uma fonte de inspira\u00e7\u00e3o objetiva (elementos do mundo f\u00edsico, vivenciados pelo artista) ou dos est\u00edmulos subjetivos de uma inspira\u00e7\u00e3o inteiramente dissociada da realidade exterior (como acontece, por exemplo, na pintura abstrata, em que as cores e formas possuem valores intr\u00ednsecos nos dom\u00ednios da irrealidade).<\/p>\n<p>Obs. Em seguida, Marjorie deixou claro que n\u00e3o teve a preocupa\u00e7\u00e3o de padronizar o seu trabalho como compositora. Explicou:<\/p>\n<p>Marjorie. Parti de um princ\u00edpio de tentar usar a intui\u00e7\u00e3o mesmo, at\u00e9 por falta de experi\u00eancia, de metodologia (&#8230;). Era muito em torno do que &#8220;a gente t\u00e1 querendo, sentindo, ou pretendendo&#8221; no momento da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>2. Gustavo. E a m\u00fasica \u00e9 um processo mais solit\u00e1rio que a interpreta\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Marjorie. \u00c9 um processo autoral, mas \u00e9 tamb\u00e9m muito em conjunto com o produtor, por exemplo, como os outros compositores. \u00c9 um processo de cria\u00e7\u00e3o quase coletiva, eu diria, dentro do resultado. (&#8230;) Acho at\u00e9 melhor que seja assim, \u00e9 um processo de desprendimento. Este \u00e1lbum me serve de exerc\u00edcio tamb\u00e9m de deixar fluir, de respeitar o fluxo, que eu acho que \u00e9 o mais importante para mim neste momento de descoberta.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. Marjorie, com a sua &#8220;sensibilidade interior&#8221;, n\u00e3o imp\u00f5e a preval\u00eancia do seu &#8220;sentir&#8221;. Sabe identificar a necessidade de respeitar o fluxo de um trabalho conjunto de cria\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>3. Gustavo. No que a arte te completa?<\/p>\n<p>Marjorie. Ela me realiza, me d\u00e1 prazer, de maneira aberta, ampla.(&#8230;) \u00c9 um processo em que voc\u00ea se relaciona muito com o humano, com seus sentimentos, com suas emo\u00e7\u00f5es, e isso faz voc\u00ea se entender um pouco melhor, entender o outro. \u00c9 um processo terap\u00eautico, isso que me d\u00e1 mais prazer dentro de um trabalho art\u00edstico.<\/p>\n<p>4. Gustavo. E no que a arte n\u00e3o te completa?<\/p>\n<p>Marjorie. Na verdade n\u00e3o sei se tem algum lugar que complete, que exer\u00e7a essa fun\u00e7\u00e3o de completar. Acho que a gente vive nesse lugar inacabado, nessa falta. A gente vive nessa falta de alguma coisa, \u00e9 isso, como falei, que movimenta a gente a viajar, a descobrir, a ler&#8230; \u00c9 a busca por alguma coisa que est\u00e1 faltando. Alguma coisa nova, que te motive, que te movimente.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. S\u00f3 h\u00e1 intera\u00e7\u00e3o emocional do &#8220;sentir a arte&#8221;, quando o ser humano com ela se envolve, com a sua &#8220;sensibilidade da alma&#8221;. O &#8220;belo&#8221; da arte, seja qual for a sua forma de manifesta\u00e7\u00e3o, comp\u00f5e todos os &#8220;estados de alma&#8221; que, sensoriamente, se completam em harmoniza\u00e7\u00e3o com as &#8220;prefer\u00eancias&#8221; e &#8220;necessidades&#8221; do nosso &#8220;existir&#8221;.<\/p>\n<p>5. Gustavo. De alguma forma, d\u00f3i compor?<\/p>\n<p>Marjorie. D\u00f3i, at\u00e9 fisicamente. Eu sofri muito. Como te falei, tenho esses dois lados, o racional e o intuitivo, que s\u00e3o muito fortes e opostos na rela\u00e7\u00e3o entre eles. Ent\u00e3o, fico tentando racionalizar o que \u00e9 intuitivo. E \u00e9 uma briga ali comigo mesma, \u00e9 um desgaste. \u00c0s vezes, tenho a impress\u00e3o de que \u00e9 quando relaxo, quando deixo a intui\u00e7\u00e3o falar que acontece alguma coisa. E daqui a pouco vem o lado racional e come\u00e7a: &#8220;Ent\u00e3o \u00e9 por aqui, vamos fazer isso&#8230;&#8221;. Mas, cada vez que dou mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 minha intui\u00e7\u00e3o, eu tenho tido n\u00e3o s\u00f3 prazer, mas o resultado \u00e9 mais claro, mais redondo. Preciso muito dar mais espa\u00e7o para a minha intui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>6. Gustavo. Voc\u00ea tem medo de ouvi-l\u00e1?<\/p>\n<p>Marjorie. N\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 medo. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o de que&#8230; \u00c9 a falta da metodologia na intui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>7. Gustavo. \u00c9 a falta do racional (risos).<\/p>\n<p>Marjorie. \u00c9 a falta do racional na intui\u00e7\u00e3o (risos). Porque a intui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 matem\u00e1tica, n\u00e3o \u00e9 uma coisa que voc\u00ea faz um e um e dar\u00e1 dois. N\u00e3o tem controle, n\u00e3o tem certo e errado. O lado racional queria que tivesse uma faculdade de intui\u00e7\u00e3o, com mat\u00e9ria, prova, para saber como voc\u1ebd est\u00e1 indo (risos).<\/p>\n<p>8. Gustavo. E voc\u00ea se entrega com densidade.<\/p>\n<p>Marjorie. (&#8230;) Eu me entrego completamente. Sempre fui muito comprometida com tudo o que fa\u00e7o. (&#8230;) N\u00e3o tenho medo dessa sensibilidade. Sempre procuro me preparar minimamente para deixar a intui\u00e7\u00e3o e a sensibilidade falarem. A gente lida sempre com a sensibilidade \u00e0 flor da pele.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. Com essa sequ\u00eancia de respostas sobre o seu &#8220;pensar&#8221;, sobre o seu &#8220;sentir&#8221;, Marjorie prova que o &#8220;racional&#8221; n\u00e3o combina com o &#8220;emocional&#8221;. J\u00e1 refleti muito sobre essa separa\u00e7\u00e3o que existe entre o nosso &#8220;pensar&#8221; (enraizado no &#8220;racional&#8221;) e o nosso &#8220;sentir emocional&#8221;. Acredito que  o &#8220;emocional&#8221; pode, subjetivamente, influenciar e modelar a &#8220;racionalidade&#8221;. Isto porque, nesta exist\u00eancia,  desde o in\u00edcio do nosso &#8220;ciclo existencial&#8221;, o &#8220;embri\u00e3o&#8221; do &#8220;sentir emocional&#8221;, no meu entender, j\u00e1 est\u00e1 latente em n\u00f3s. A &#8220;intui\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 o &#8220;chamado&#8221; da nossa &#8220;sensibilidade interior&#8221;, que transcende as imposi\u00e7\u00f5es da &#8220;raz\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>A entrevista terminou com esta resposta de Marjorie, reveladora do seu contagiante &#8220;sentir&#8221; com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221;:<\/p>\n<p>9. Gustavo. Nesse fluxo, voc\u00ea tenta se traduzir, todo dia se olhar e tentar compreender o caminho que est\u00e1 tomando, que \u00e9 voc\u00ea, pra onde est\u00e1 indo&#8230;?<\/p>\n<p>Marjorie. Meu exerc\u00edcio tem sido o contr\u00e1rio; justamente n\u00e3o falar, n\u00e3o pensar, n\u00e3o me cobrar&#8230; Porque sou muito esse lugar de olhar quem sou, para onde estou indo, se est\u00e1 certo ou se est\u00e1 errado. Ent\u00e3o, o que estou fazendo agora \u00e9 me exercitar em deixar as coisas acontecerem comigo. Me ouvir, mais do que falar.<\/p>\n<p>Termino esta mensagem, desejando que ela favore\u00e7a o  &#8220;escutar interior&#8221;, do nosso &#8220;sentir&#8221; com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221;. <\/p>\n<p>Entrevista completa:<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.revistadacultura.com.br\/entrevistas\/conversa\/14-10-07\/De_processos_e_profundidades.aspx\">http:\/\/www.revistadacultura.com.br\/entrevistas\/conversa\/14-10-07\/De_processos_e_profundidades.aspx<\/a><\/p>\n<p>Vejam o envolvimento, pela m\u00fasica, de duas &#8220;sensibilidades da alma&#8221;. Nesse encontro, \u00e9 poss\u00edvel perceber, com a sua simplicidade, o encanto da &#8220;luminosidade interior&#8221; de Marjorie Estiano:<\/p>\n<p>https:\/\/youtube.com\/watch?v=z_7PKd4ASRE<\/p>\n<p>Notas:<br \/>\n1.A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total, atrav\u00e9s de qualquer forma, meio ou processo eletr\u00f4nico, depender\u00e1 de pr\u00e9via e expressa autoriza\u00e7\u00e3o do autor deste espa\u00e7o virtual, com indica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e link, para os efeitos da Lei 9610\/98, que regulamenta os direitos de autor e conexos.<br \/>\n2.Havendo, neste espa\u00e7o virtual, qualquer cita\u00e7\u00e3o ou reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que sejam contr\u00e1rios \u00e0 vontade dos seus autores, ser\u00e3o imediatamente retiradas ap\u00f3s o recebimento de solicita\u00e7\u00e3o feita em \u201ccoment\u00e1rios\u201d no final de cada postagem, ou para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\n3. Este post sobre a entrevista de Marjorie Estiano, foi autorizado pelo jornalista Gustavo Ranieri, Editor-chefe da Revista da Cultura, publica\u00e7\u00e3o da Livraria Cultura.<br \/>\n4. Do youtube, v\u00eddeo Gilberto Gil e Marjorie Estiano &#8211; Chiclete com Banana (Cidade do Samba).<\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este espa\u00e7o virtual foi criado em julho de 2014. Quando alcan\u00e7ou quarenta postagens, houve a invas\u00e3o de um hacker e v\u00e1rias foram perdidas. Uma delas foi sobre a &#8220;sensibilidade da alma&#8221; da consagrada atriz, cantora, e compositora, Marjorie Estiano. 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