{"id":647,"date":"2015-03-05T10:35:32","date_gmt":"2015-03-05T12:35:32","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=647"},"modified":"2017-02-01T21:25:45","modified_gmt":"2017-02-01T23:25:45","slug":"sentindo-a-sensibilidade-da-alma-de-domingos-oliveira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=647","title":{"rendered":"(024) Sentindo a &#8220;Sensibilidade da Alma&#8221;, de Domingos Oliveira"},"content":{"rendered":"<p>Para mim, o que subjetivamente define uma pessoa \u00e9 o meu &#8220;sentir&#8221; a sua &#8220;sensibilidade da alma&#8221;, que \u00e9 a singularidade de todo ser humano.<\/p>\n<p>Existem pessoas que mesmo sem falar, e apenas com a sua presen\u00e7a, conseguem, naturalmente, transmitir &#8220;serenidade interior&#8221; e &#8220;sabedoria de viver&#8221;.<br \/>\nCom esta mensagem, uma delas enriquece este espa\u00e7o virtual. Refiro-me ao consagrado cineasta, ator e dramaturgo Domingos Oliveira.<\/p>\n<p>Vejam este depoimento de Fernanda Montenegro:<\/p>\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Fernanda Montenegro fala de Domingos Oliveira\" width=\"660\" height=\"371\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-C_IGglmA88?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>Domingos Oliveira, com 78 anos de idade e 50 de carreira, recentemente revelou a sua &#8220;sensibilidade da alma&#8221; em entrevista concedida \u00e0 jornalista Adriana Paiva, publicada na Revista da Cultura, edi\u00e7\u00e3o 90, da Livraria Cultura.<\/p>\n<p>Destaco dessa entrevista, o seguinte:<\/p>\n<p>1. Adriana. Logo no  in\u00edcio de  Domingos &#8211; Vida Minha, voc\u00ea se pergunta se deveria contar as passagens de sua vida seguindo uma ordem cronol\u00f3gica. E conclui que n\u00e3o, que seria um desperd\u00edcio. Como suas mem\u00f3rias foram sendo registradas?<\/p>\n<p>Domingos. Quando voc\u00ea est\u00e1 escrevendo um livro de mem\u00f3rias, se abre a esse jorrar de recorda\u00e7\u00f5es imprevistas. Escrevi minhas mem\u00f3rias de uma forma requintad\u00edssima. Sou muito exigente, porque fiz an\u00e1lise. De modo que, quando voc\u00ea re\u00fane esses fatos, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel deixar de ver que se forma um desenho que \u00e9 voc\u00ea. E, \u00e0s vezes, voc\u00ea gosta: \u00e0s vezes, n\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. O significado existencial desse &#8220;jorrar de recorda\u00e7\u00f5es imprevistas&#8221;, insere e representa a &#8220;percep\u00e7\u00e3o interior&#8221; da subjetividade do fluir do &#8220;sentido&#8221; das nossas vidas.<br \/>\nTodos n\u00f3s carregamos as recorda\u00e7\u00f5es das nossas &#8220;realidades&#8221; que, apesar da sensa\u00e7\u00e3o ilus\u00f3ria da passagem do &#8220;tempo&#8221;, nem sempre permanecem apagadas com a volatilidade consciente das nossas lembran\u00e7as. Isto porque, com a roupagem da mem\u00f3ria (por vezes enganosa), podemos &#8220;reviver&#8221;, a cada novo instante, o passado da nossa hist\u00f3ria de vida, por vezes at\u00e9 com mais intensidade.<br \/>\nCerto \u00e9 que, o homem \u00e9 o modelador do seu &#8220;viver&#8221;. Portanto, de acordo com a resposta de Domingos Oliveira, o &#8220;desenho&#8221; de n\u00f3s mesmos \u00e9 matizado pela altern\u00e2ncia sens\u00f3ria do nosso &#8220;gostar&#8221;. Ao contr\u00e1rio, o que \u00e9 imut\u00e1vel no ser humano \u00e9 a &#8220;ess\u00eancia&#8221; da sua &#8220;sensibilidade da alma&#8221;.<\/p>\n<p>2. Adriana. V\u00e1rios de seus filmes nasceram de pe\u00e7as teatrais. Inf\u00e2ncia, seu mais recente longa-metragem, \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o de Do fundo do lago escuro, que estreou em 1980. Por que transpor teatro para o cinema?<\/p>\n<p>Domingos. O teatro sempre me tocou muito. \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o at\u00e9 mais estreita do que parece \u00e0 primeira vista. N\u00e3o sou um homem de cinema, talvez. Sou um homem de teatro, minha forma\u00e7\u00e3o \u00e9 teatral. Stanislavskiana pura. N\u00e3o sei dizer onde come\u00e7a o amor \u00e0 arte. Mas a arte do ator supera em grandeza todas as outras. Para mim, \u00e9 mais ou menos a mesma coisa. Todo filme bom tem bases teatrais.<\/p>\n<p>Obs. Ao responder a pr\u00f3xima pergunta (sobre como v\u00ea o cinema feito atualmente no Brasil), Domingos Oliveira volta a falar sobre arte, esclarecendo:<\/p>\n<p>Domingos. Se voc\u00ea faz um filme que tem \u00f3timo roteiro, \u00f3timas atrizes, \u00f3timos atores, um conte\u00fado digno de ser dito, mas n\u00e3o encontra exibi\u00e7\u00e3o, \u00e9 porque algo vai muito mal. \u00c9 preciso fazer esse balan\u00e7o entre filme comercial, que pode existir, que deve existir, mas que deve sustentar o &#8220;filme de arte&#8221;. Tenho outra melhor: filme \u00fatil. Este tem que ser \u00fatil para quem o v\u00ea. Se o filme n\u00e3o me d\u00e1 muni\u00e7\u00e3o para lutar a luta da vida, ele n\u00e3o \u00e9 bom. A arte tamb\u00e9m existe para as pessoas viverem melhor. E cada vez a gente est\u00e1 mais distante disso.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. Domingos Oliveira sempre declarou gostar de teatro. Sempre se preocupou com a fun\u00e7\u00e3o social da arte.<br \/>\nNo livro &#8220;Domingos Oliveira&#8221;, publicado pela Editora Globo, em 2004, ele dimensionou o teatro ao &#8220;tamanho da vida&#8221;, por ser o lugar onde se pode &#8220;exercer a forma mais interessante da sabedoria&#8221; (fonte: site da Livraria Internacional SBS).<br \/>\nGostar e valorar a arte \u00e9 a minha maior identidade de &#8220;harmoniza\u00e7\u00e3o interior&#8221; com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221; de Domigos Oliveira. Ali\u00e1s, foi em julho de 2013 que conheci o &#8220;gostar de arte&#8221; de Domingos Oliveira, atrav\u00e9s das suas &#8220;li\u00e7\u00f5es&#8221;, publicadas no blog da jornalista Flavia Guerra (fonte: cultura.estad\u00e3o.com.br\/blogs\/li\u00e7\u00f5es de domingos de oliveira). A respeito, destaco o seguinte:<\/p>\n<p>Flavia. A fun\u00e7\u00e3o social da arte \u00e9 fazer pensar, educar?<\/p>\n<p>Domingos. A arte tem um bisturi que alcan\u00e7a lugares que nada mais alcan\u00e7a. Esses lugares s\u00e3o o amor, a beleza, a solidariedade. A arte vai l\u00e1. Ensina o que \u00e9 a vida. Costumo dizer que, quando olho um girassol no jardim, n\u00e3o entendo bem o que \u00e9 aquela coisa amarela, escandalosa. Mas quando olho os girassois do Van Gogh, entendo perfeitamente o que \u00e9 a alma de um girassol.<\/p>\n<p>Flavia. A transforma\u00e7\u00e3o da arte em bem de consumo final \u00e9 um fen\u00f4meno do nosso tempo?<\/p>\n<p>Domingos. As pessoas n\u00e3o veem que o problema n\u00e3o \u00e9 econ\u00f4mico. \u00c9 um problema espiritual, cultural, das pessoas. A arte \u00e9 tudo que nos lembra os bons valores. \u00c9 construtiva.<\/p>\n<p>Obs. Por sua vez, sobre algumas com\u00e9dias, Domingos Oliveira comentou:<\/p>\n<p>Domingos. S\u00e3o filmes que n\u00e3o tem a menor inten\u00e7\u00e3o de desvendar o mist\u00e9rio da vida, de melhorar a vida de quem v\u00ea, que \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o social da arte. A arte \u00e9 coisa de autoajuda. Se o filme me faz bem, gosto do filme. Mesmo que eu sofra.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. Para Domingos Oliveira, a arte cinematogr\u00e1fica deve contribuir para a melhoria das nossas vidas. Este \u00e9 um dos sentidos da fun\u00e7\u00e3o social de toda manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Explica a prefer\u00eancia de Domingos Oliveira pela denomina\u00e7\u00e3o &#8220;filme \u00faltil&#8221;, para quem o v\u00ea. O importante n\u00e3o \u00e9 apenas entender a representa\u00e7\u00e3o materializada da arte (atrav\u00e9s de proje\u00e7\u00f5es de imagens ou ao vivo), mas o efeito por ela causado pela intera\u00e7\u00e3o emocional de quem aprecia. O importante \u00e9 alcan\u00e7ar, com a contempla\u00e7\u00e3o da arte, o &#8220;estado de alma&#8221; que reflete a &#8220;sensa\u00e7\u00e3o interior&#8221; de &#8220;Sentir-se bem&#8221;.<\/p>\n<p>Prosseguindo com a entrevista concedida \u00e0 Revista da Cultura:<\/p>\n<p>3.Adriana. Muita gente diz que o filme Todas as mulheres do mundo (1966) foi sua cartada definitiva no sentido de reconquistar Leila Diniz. O processo deste longa o ajudou a superar a separa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Domingos. Resolveu. O amor com a Leila foi como outro amor qualquer, aben\u00e7oado por Deus como s\u00e3o todos os amores. A paix\u00e3o \u00e9 o Himalaia de Deus. E a gente, quando \u00e9 jovem, est\u00e1 muito mais apto a viver esse sentimento. Sempre dizem que tudo \u00e9 sexo. A paix\u00e3o \u00e9 loucura. Eu adorava a Leila, adoro at\u00e9 hoje. Tenho saudades n\u00edtidas! Gostaria muito que ela estivesse aqui. Foi um amor jovem, bonito pra caramba. Durou uns tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. \u00c9 dif\u00edcil usar palavras para expressar a &#8220;magia contagiante&#8221; do sentimento de amor, unindo duas pessoas. Melhor dizendo&#8230; \u00e9 imposs\u00edvel. Imposs\u00edvel, porque a &#8220;ess\u00eancia&#8221; dessa &#8220;magia&#8221; est\u00e1 na plenitude do &#8220;sentir amor&#8221;, com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221;, em sintonia interior com o &#8220;sentir amor&#8221;,da pessoa amada. A uni\u00e3o de duas pessoas, pelo amor, \u00e9 miss\u00e3o existencial que consolida o &#8220;sentido da vida&#8221;. O &#8220;sentir amor&#8221; \u00e9 \u00fanico para cada rela\u00e7\u00e3o. Cada mulher recebe do homem, o amor que s\u00f3 ser\u00e1 seu (e para sempre). Nenhum sentimento de amor de um homem para uma mulher (vice-versa) ser\u00e1 o mesmo. Nunca, portanto, ser\u00e1 igual em todas as rela\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Na sua resposta, Domigos Oliveira considera o jovem muito mais &#8220;apto&#8221; para se apaixonar. N\u00e3o concordo. Para mim, a paix\u00e3o n\u00e3o tem idade.<br \/>\nDomingos Oliveira guarda o amor sentido por Leila Diniz, porque faz parte da hist\u00f3ria da sua &#8220;existencia&#8221;, e esse amor vai se perpetuar na mem\u00f3ria do seu &#8220;sentir&#8221; com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221;.<\/p>\n<p>4. Adriana. O longa Separa\u00e7\u00f5es (2002) tamb\u00e9m teve essa virtude curativa, pelo que voc\u00ea conta no cap\u00edtulo dedicado \u00e0 Priscilla, sua atual companheira&#8230;<\/p>\n<p>Domingos. Fiquei um ano inteiro separado dela. Depois, ela voltou. Queria muito que ela voltasse e ela voltou. Os homens s\u00e3o assim, provocam at\u00e9 que a mulher resolve ir embora. Separa\u00e7\u00f5es \u00e9 muito pr\u00f3ximo da nossa viv\u00eancia, coberto de colorido e com uma forte camada de humor! N\u00f3s sempre trabalhamos juntos. Agora menos. Mas estamos juntos h\u00e1 35 anos! E parece que foi ontem. H\u00e1 35 anos, quero me separar da Priscila e ela de mim (risos). Mas a gente n\u00e3o consegue. A Priscilla \u00e9 uma gracinha, uma pessoa s\u00e9ria, \u00e9tica, fiel, leal, uma boa atriz&#8230; Tenho por ela, frequentemente, encantos de juventude. Mas a gente briga tamb\u00e9m. Agora que estou mais velho, \u00e9 dif\u00edcil de me relacionar&#8230; A rela\u00e7\u00e3o do homem com a mulher mais nova \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o maravilhosa. Talvez, a rela\u00e7\u00e3o ideal. Mas \u00e9 preciso sabedoria para carregar. O bom da vida \u00e9 isso: se desafiar. Pensei que fosse um homem experimentado, pensei que fosse um homem vivido.. Hoje vejo que n\u00e3o. Vivi muitas situa\u00e7\u00f5es e, com maturidade, vi o que passei. Mas a velhice e a doen\u00e7a &#8211; por que n\u00e3o diz\u00ea-lo, apesar de n\u00e3o ser nada grave -, trazem situa\u00e7\u00f5es novas que voc\u00ea n\u00e3o tem par\u00e2metros para resolver. Isso est\u00e1 sendo para mim delicioso, descobrir novas solu\u00e7oes para novos problemas. Falando assim, parece um slogan da prefeitura quando come\u00e7am as obras (risos)&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio. Na minha avalia\u00e7\u00e3o, nesta resposta Domingos Oliveira mostrou a intensidade da luminosidade interior do seu &#8220;sentir&#8221; com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221;, aos 78 anos de idade.  Repito: \u00c9 dif\u00edcil ser comentado, porque a &#8220;sensibilidade da alma&#8221; somente poder\u00e1 ser sentida (por mais que se tente transmitir com as palavras faladas ou escritas). Como tenho afirmado neste espa\u00e7o virtual, a &#8220;sensibilidade da alma&#8221; \u00e9 a singularidade do ser humano. A resposta de Domingos Oliveira revela a sabedoria de &#8220;Saber viver&#8221;, poeticamente assim contada por Cora Coralina:<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o sei&#8230; Se a vida \u00e9 curta<br \/>\n  Ou longa demais pra n\u00f3s,<br \/>\n  Mas sei que nada do que vivemos<br \/>\n  Tem sentido, se n\u00e3o tocarmos o cora\u00e7\u00e3o das pessoas.<\/p>\n<p>Continuo com o meu coment\u00e1rio:<\/p>\n<p>Tenho certeza de que, com a entrevista concedida \u00e0 Revista da Cultura, o cora\u00e7\u00e3o de Priscilla foi tocado ao saber que, para Domingos Oliveira, &#8220;ela \u00e9 uma gracinha, uma pessoa s\u00e9ria, \u00e9tica, fiel, leal, uma boa atriz&#8230;&#8221;. No entanto, o que mais tocou o meu cora\u00e7\u00e3o foi a li\u00e7\u00e3o de Domingos Oliveira sobre o aprendizado que n\u00f3s, homens mortais, somos beneficiados na rela\u00e7\u00e3o com uma mulher mais nova. Como a rela\u00e7\u00e3o de Domingos Oliveira com Priscila, que, para ele, \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o maravilhosa, talvez a ideal, tamb\u00e9m desafiadora, que frequentemente lhe mostra os &#8220;encantos da juventude&#8221;.    <\/p>\n<p>Termino  esta mensagem, com este mesmo &#8220;sentir&#8221; de Domingos de Oliveira, ao encerrar a entrevista: &#8211; &#8220;O AMOR  \u00c9 A ESS\u00caNCIA DO HOMEM.  QUEM VIVE AMA.  QUEM AMA VIVE&#8221;<\/p>\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Separa\u00e7\u00f5es - O homem l\u00facido\" width=\"660\" height=\"495\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/213JkDhg1Fw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>Notas:<br \/>\n1.A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total, atrav\u00e9s de qualquer forma, meio ou processo eletr\u00f4nico, depender\u00e1 de pr\u00e9via e expressa autoriza\u00e7\u00e3o do autor deste espa\u00e7o virtual, com indica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e link, para os efeitos da Lei 9610\/98, que regulamenta os direitos de autor e conexos.<br \/>\n2.Havendo, neste espa\u00e7o virtual, qualquer cita\u00e7\u00e3o ou reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que sejam contr\u00e1rios \u00e0 vontade dos seus autores, ser\u00e3o imediatamente retiradas ap\u00f3s o recebimento de solicita\u00e7\u00e3o feita em \u201ccoment\u00e1rios\u201d no final de cada postagem, ou para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\n3.V\u00eddeos do Youtube: &#8220;Fernanda Montenegro fala de Domingos Oliveira&#8221; e &#8220;Separa\u00e7\u00f5es &#8211; O homem l\u00facido&#8221;.<br \/>\n4.Este post sobre a entrevista de Domingos Oliveira foi autorizado pelo jornalista Gustavo Ranieri, Editor-chefe da Revista da Cultura.<br \/>\n5.Entrevista completa: <a href=\"http:\/\/www.revistadacultura.com.br\/resultado\/15-01-05\/Onde_mais_houver_poesia.aspx\">http:\/\/www.revistadacultura.com.br\/resultado\/15-01-05\/Onde_mais_houver_poesia.aspx<\/a><\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para mim, o que subjetivamente define uma pessoa \u00e9 o meu &#8220;sentir&#8221; a sua &#8220;sensibilidade da alma&#8221;, que \u00e9 a singularidade de todo ser humano. Existem pessoas que mesmo sem falar, e apenas com a sua presen\u00e7a, conseguem, naturalmente, transmitir &#8220;serenidade interior&#8221; e &#8220;sabedoria de viver&#8221;. 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