{"id":5745,"date":"2016-12-24T18:19:16","date_gmt":"2016-12-24T20:19:16","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=5745"},"modified":"2017-02-01T22:42:22","modified_gmt":"2017-02-02T00:42:22","slug":"sentindo-que-esta-em-nos-o-que-precisamos-encontrar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=5745","title":{"rendered":"(135) Sentindo estar em n\u00f3s, o que precisamos encontrar."},"content":{"rendered":"<p>O que motivou esta mensagem foi o meu encontro ontem com Bruno, irm\u00e3o de Ana Clara.  Por &#8220;intui\u00e7\u00e3o&#8221;, disse-lhe o seguinte: &#8211; &#8220;Voc\u00ea \u00e9 um buscador que ainda n\u00e3o encontrou o que est\u00e1 &#8220;buscando&#8221;. O que voc\u00ea precisa &#8220;buscar&#8221;, ser\u00e1 encontrado dentro de &#8220;voc\u00ea&#8221;. <\/p>\n<p>Na mensagem anterior, com o t\u00edtulo &#8211; Sentindo, em n\u00f3s, o intuir do &#8220;Despertar da Espiritualidade&#8221; -, fui subjetivamente inspirado para dar \u00eanfase ao nosso \u201cpoder de intui\u00e7\u00e3o\u201d. Ao tentar explicar essa faculdade \u201cinata\u201d do ser humano, fiz refer\u00eancia \u00e0 excelente abordagem da jornalista Val\u00e9ria Alvim, destacando, dentre outras das suas considera\u00e7\u00f5es, o seguinte  (Fonte: Revista Mente e C\u00e9rebro, da Scientific Am\u00e9rican, ano XII, edi\u00e7\u00e3o 287 de dezembro de 2016, lan\u00e7ada no Brasil pela Editora Segmento):<\/p>\n<p>&#8211; A palavra &#8220;intuitione&#8221;, de origem latina, \u00e9 formada pela jun\u00e7\u00e3o de &#8220;in&#8221; (dentro) e &#8220;tuere&#8221; (olhar para). Sob esse prisma, a intui\u00e7\u00e3o seria a capacidade de voltar-se para si mesmo e ouvir-se.  Essa intrigante capacidade (&#8230;) \u00e9 o que chamamos de intui\u00e7\u00e3o. Ao us\u00e1-la, primeiro nos apropriamos de um saber que nem se quer t\u00ednhamos conhecimento de que disp\u00fanhamos e s\u00f3 mais tarde vem a explica\u00e7\u00e3o consciente sobre a atitude tomada. Terminei a mensagem, com este precioso \u201cpensar\u201d de Carl Jung:<\/p>\n<p>&#8211; Cada um de n\u00f3s tem a sabedoria e o conhecimento que necessita em seu pr\u00f3prio interior.<\/p>\n<p>Certo \u00e9 que todos n\u00f3s (seres de origem \u201csuperior\u201d e \u201ctranscendente\u201d) estamos, nesta dimens\u00e3o de vida imersos nas nossas caminhadas de \u201cescolhas\u201d. N\u00e3o existe um &#8220;sentido da &#8220;vida\u201d. Somos n\u00f3s que determinamos os sentidos do nosso \u201cexistir\u201d e, principalmente, para o nosso \u201cviver\u201d. No reino animal, somente n\u00f3s temos \u201cautoconsci\u00eancia\u201d (entenda-se, como sendo a capacidade cognitiva de perguntar, para n\u00f3s mesmos, &#8220;o que somos&#8221; quando ainda n\u00e3o &#8220;sentimos ser&#8221;, o que \u201cdesejamos ser\u201d). <\/p>\n<p>Todas as conquistas dos nossos processos de \u201cbuscas&#8221; (sejam de que natureza forem), somente poder\u00e3o ser acal\u00e7adas pelo favorecimento interior de \u201ccondi\u00e7\u00f5es\u201d de \u201cautoconhecimento\u201d. Dependem, necessariamente, do conhecimento sens\u00f3rio do despertar do nosso \u201csentir interior\u201d. Dependem, portanto, com conhecimento das manifesta\u00e7\u00f5es da ess\u00eancia do despertar da nossa \u201cSensibilidade da Alma\u201d.  S\u00e3o \u201ccondi\u00e7\u00f5es\u201d que ensejam &#8220;sentir&#8221; e &#8220;vivenciar&#8221; os nossos estados de \u201cilumina\u00e7\u00e3o interior\u201d (&#8220;existencial&#8221; e &#8220;espiritual&#8221;). A plenitude sens\u00f3ria desses dois estados de &#8220;integra\u00e7\u00e3o&#8221; e &#8220;auto-harmoniza\u00e7\u00e3o&#8221;, emerge do sil\u00eancio vindo da nossa \u201cquietude interior\u201d. A respeito, gosto destas palavras do primeiro discurso de Siddhartha Guatama, sobre o Darma (Fonte: &#8220;A ess\u00eancia dos ensinamentos de buda&#8221;, do monge budista vietnamita Thich Nhat Hanh, lan\u00e7ado no Brasil pela Editora Rocco):<\/p>\n<p>&#8211; (&#8230;) eu entendi profundamente que nada pode existir apenas por si, mas que tudo est\u00e1 inter-relacionado com tudo o mais. E entendi tamb\u00e9m que todos os seres cont\u00eam em sua natureza o potencial para despertar.<\/p>\n<p>Complemento, com esta advert\u00eancia de Bruce Hood, professor de psicologia do desenvolvimento na sociedade, da Universidade de Bristol, na Inglaterra (Fonte: &#8220;Recriando a realidade&#8221;, Edi\u00e7\u00e3o Especial da Revista Mente C\u00e9rebro, n. 46, publica\u00e7\u00e3o da Scientific American, lan\u00e7ada no Brasil pela Editora Duetto):<\/p>\n<p>&#8211; (&#8230;) nossa mente funciona de acordo com sua pr\u00f3pria realidade. Ou seja: o c\u00e9rebro cria um modelo do mundo que presumimos, na maioria das vezes, ser preciso. No entanto, muitas vezes, n\u00e3o \u00e9 bem assim. Ilus\u00f5es visuais ilustram vividamente interpreta\u00e7\u00f5es cerebrais equivocadas. Em alguns casos, fazem suposi\u00e7\u00f5es falsas sobre o mundo, distorcendo nossa percep\u00e7\u00e3o. Uma pesquisa recente revelou a atividade neural de \u00e1reas cerebrais ligadas a v\u00e1rios tipos de percep\u00e7\u00f5es ilus\u00f3rias. A descoberta sugere que, em vez de vermos simplesmente o que existe, recriamos o mundo em torno de n\u00f3s constantemente utilizando uma esp\u00e9cie de &#8220;matriz&#8221; dentro da nossa cabe\u00e7a. (&#8230;) O mundo n\u00e3o aparece em nossa mente de forma passiva, mas \u00e9 ativamente interpretado. (&#8230;) Nosso c\u00e9rebro abstrai a realidade constantemente e interpreta o mundo ao nosso redor. Mesmo quando sabemos a verdade sobre uma ilus\u00e3o, muitas vezes essa percep\u00e7\u00e3o n\u00e3o muda a nossa experi\u00eancia. At\u00e9 onde o c\u00e9rebro sabe, se um evento for uma ilus\u00e3o, ele pode muito bem ser realidade.<\/p>\n<p>Dedico esta mensagem para Bruno, desejando que ele continue com as suas &#8220;buscas&#8221; porque, de acordo com OSHO, o homem &#8220;sabe que ele existe, mas tamb\u00e9m sabe que n\u00e3o sabe quem ele \u00e9&#8221;.<\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=9k5xEVL2l6U<\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<p>1.A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total, atrav\u00e9s de qualquer forma, meio ou processo eletr\u00f4nico, depender\u00e1 de pr\u00e9via e expressa autoriza\u00e7\u00e3o do autor deste espa\u00e7o virtual, com indica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e link, para os efeitos da Lei 9610\/98, que regulamenta os direitos de autor e conexos.<br \/>\n2.Havendo, neste espa\u00e7o virtual, qualquer cita\u00e7\u00e3o ou reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que sejam contr\u00e1rios \u00e0 vontade dos seus autores, ser\u00e3o imediatamente retiradas ap\u00f3s o recebimento de solicita\u00e7\u00e3o feita em \u201ccoment\u00e1rios\u201d no final de cada postagem, ou para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\nV\u00eddeo Youtube &#8220;M\u00fasicas de Natal 2016 as melhores&#8221;<\/p>\n<p>Neste Natal, muita paz e harmonia espiritual para todos voc\u00eas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que motivou esta mensagem foi o meu encontro ontem com Bruno, irm\u00e3o de Ana Clara. 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