{"id":36550,"date":"2026-04-11T18:24:22","date_gmt":"2026-04-11T21:24:22","guid":{"rendered":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=36550"},"modified":"2026-04-11T20:30:21","modified_gmt":"2026-04-11T23:30:21","slug":"743-sentindo-manifetacoes-significativas-do-nosso-autoconhecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=36550","title":{"rendered":"(743) Sentindo sobre as nossas &#8220;dores&#8221; e &#8220;sensa\u00e7\u00f5es&#8221;."},"content":{"rendered":"<p>&#8220;<strong>Elas s\u00e3o personal\u00edssimas, mas se manifestam de modos diferentes em cada um n\u00f3s.&#8221;<\/strong>&#8221;<\/p>\n<p>Inicio este nosso encontro, referindo-me \u00e0 pr\u00e1tica de <strong>Freud<\/strong> chamada &#8220;livre associa\u00e7\u00e3o&#8221;. Ele pedia aos seus pacientes para deitarem no div\u00e3, para a pessoa que estivesse falando &#8220;escute a si mesma&#8221;. Apesar de n\u00e3o ser da \u00e1rea de sa\u00fade, acredito que essa pr\u00e1tica pode ajudar muito no encontro das causas de muitas das nossas &#8220;dores&#8221; e &#8220;sensa\u00e7\u00f5es&#8221; de origens subjetivas. Complemento com esta interessante explica\u00e7\u00e3o do fil\u00f3sofo <strong>Jo\u00e3o de Fernandes Teixeira<\/strong>, no seu bem fundamentado artigo, &#8220;Somos o nosso c\u00e9rebro?&#8221;, publicada na Edi\u00e7\u00e3o 142 da Revista Humanitas, da Editora Escala: <\/p>\n<p>&#8211; &#8220;Estados mentais s\u00e3o subjetivos, ou seja, experimentados em primeira pessoa. Quando sinto uma dor posso at\u00e9 descrev\u00ea-la para o m\u00e9dico, mas a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 intransfer\u00edvel, as palavras nunca chegam a descrev\u00ea-la na sua totalidade ou numa forma que sua intensidade possa ser precisamente determinada por outra pessoa. As dores n\u00e3o podem ser medidas. Quando me pedem para definir a intensidade da dor em uma escala de 0 a 10, comparo uma vers\u00e3o subjetiva de intensidade com outra. Mas a linguagem apenas resvala a sensa\u00e7\u00e3o de dor.&#8221;<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que mesmo com o avan\u00e7o da tecnologia na \u00e1rea de sa\u00fade, devem existir muitas manifesta\u00e7\u00f5es corporais de dores que v\u00e3o precisar de tempo para serem identificadas subjetivamente suas causas. Gostei destas considera\u00e7\u00f5es da doutora em Filosofia pela PUC-SP, <strong>Monica Aiub<\/strong>, sobre o &#8220;tempo&#8221;. Foram publicadas com o t\u00edtulo &#8220;Breve Reflex\u00e3o Sobre o Tempo&#8221;, na sua coluna &#8220;Pensei&#8221;, Edi\u00e7\u00e3o 148 da Revista Humanitas, da Editora Escala:<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;J\u00e1 quis desdobrar o tempo. Afinal, a vida \u00e9 finita e h\u00e1 tanto a ser conhecido e vivido! Mas o desdobramento do tempo n\u00e3o significa conhecer e viver mais ou melhor. As marcas das dobras, desdobras e redobras (DELEUZE, 1991) podem ser os tra\u00e7os de mem\u00f3ria do vivido, mas podem ser tamb\u00e9m as dores de um corpo curvado pelo cansa\u00e7o da pessoa produtiva.<br \/>\nA produtividade que invade e subverte o tempo da vida, que n\u00e3o espera que os frutos amadure\u00e7am naturalmente para colh\u00ea-los, exigindo uma colheita prematura ou, ainda, artif\u00edcios para um amadurecimento precoce. Envenenamos os frutos, o solo, as \u00e1guas, a n\u00f3s mesmos para garantir uma colheita que n\u00e3o ser\u00e1 consumida e, assim, temos fome. Fome!&#8221;<\/p>\n<p>Talvez, quem sabe, excepcionalmete esse seu &#8220;sentir&#8221; tambem por analogia se aplique em alguas \u00e1reas da medicina, bem como nos subjetivos acompanhamentos psicologicos, emocionais, na esfera atuante da Psicologia. Termino este nosso encontro, com este meu entediimento:<\/p>\n<p>&#8211; <strong>SE VOC\u00ca DESEJA SENTIR A CAUSALIDADE SUBJETIVA DE ALGUMAS DAS SUAS CONHECIDAS &#8220;DORES&#8221; E &#8220;SENSA\u00c7\u00d5ES&#8221;, INICIE SUAS BUSCAS DE INTERIORIZA\u00c7\u00d5ES. ACREDITO QUE NESSES SEUS SUBJETIVOS ENCONTROS PODER\u00c3O SER ENCONTRADAS EXPLICA\u00c7\u00d5ES &#8220;PARA SI MESMO&#8221;, QUE PODER\u00c3O SER MELHOR ESCLARECIDAS POR UM PSIC\u00d3LOGO.<\/p>\n<p>Pensem nisso!<\/p>\n<p>Notas:<br \/>\n1. A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o (Lei n\u00ba 9.610\/98).<br \/>\n2. Havendo nesta mensagem qualquer alega\u00e7\u00e3o ou cita\u00e7\u00e3o que mere\u00e7a ser melhor avaliada ou que seja contr\u00e1ria aos interesses dos seus autores, mande sua solicita\u00e7\u00e3o para edsonbsb@uol.com.br<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Elas s\u00e3o personal\u00edssimas, mas se manifestam de modos diferentes em cada um n\u00f3s.&#8221;&#8221; Inicio este nosso encontro, referindo-me \u00e0 pr\u00e1tica de Freud chamada &#8220;livre associa\u00e7\u00e3o&#8221;. Ele pedia aos seus pacientes para deitarem no div\u00e3, para a pessoa que estivesse falando &#8220;escute a si mesma&#8221;. 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