{"id":36139,"date":"2026-03-01T13:48:25","date_gmt":"2026-03-01T16:48:25","guid":{"rendered":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=36139"},"modified":"2026-03-01T13:48:27","modified_gmt":"2026-03-01T16:48:27","slug":"714-sentindo-a-dor-das-ausencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=36139","title":{"rendered":"(714) Sentindo a dor das aus\u00eancias."},"content":{"rendered":"<p>&#8220;<strong>Todos n\u00f3s precisamos &#8220;procurar&#8221;, &#8220;encontrar&#8221; e saber escolher  o que nos completa<\/strong>.&#8221;<\/p>\n<p>S\u00e3o minhas palavras e muitas vezes silenciosas, nos meus momentos de &#8220;incompletudes&#8221;. O que motivou este nosso encontro foi a leitura do artigo &#8220;Um invent\u00e1rio de saudades&#8221;, de <strong>Helena Cunha Di Ciero<\/strong>, que \u00e9 membro efetivo da Sociedade Brasilira de Psican\u00e1lise de S\u00e3o Paulo (BPSP). Dele destaco:<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;<strong>A incompletude \u00e9 respons\u00e1vel pelo meu desenvolvimento, porque n\u00e3o me basto, procuro o outro. Eu me associo, crio. Podemos pensar que o sentimento mais poderoso do mundo, o amor, \u00e9 complementar ao mais temido: a aus\u00eancia<\/strong>.&#8221;  <\/p>\n<p>Ela justificou o t\u00edtulo do seu artigo com estas considera\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;Talvez seja este o trato: n\u00e3o h\u00e1 como permanecer vivo sem sentir falta de algo. Todos n\u00f3s temos um invent\u00e1rio de saudades que ganha ao longo da vida mais elementos. A lista \u00e9 longa e os itens crescem conforme andam os ponteiros do rel\u00f3gio. O filme &#8220;Aftersun&#8221; foi motivado pelas saudades que a diretora, <strong>Charlotte Wells<\/strong>, sentia do pai. O desejo era de contar para o mundo todo que ele havia existido. Ela deu a eles uma cena inesquec\u00edvel de uma dan\u00e7a sublime. Ao fundo, tocava Queen: this is our last dance, this is our song. E a m\u00fasica combinava tanto com a cena, de um jeito t\u00e3o doce, que a saudade se transfornou numa coreografia espont\u00e2nea e bonita que lembrou todas as \u00faltimas dan\u00e7as de todas as pessoas que assistiam. J\u00e1 n\u00e3o era mais s\u00f3 a viol\u00eancia e o buraco da saudade, existia tamb\u00e9m uma cena de ternura. Sentimento que floresce em quem assiste ao dueto dos atores <strong>Frankie Corio<\/strong> e <strong>Paul Menescal<\/strong> numa das \u00faltimas cenas do filme.&#8221;<\/p>\n<p>Sobre a dor da saudade, ela ensinou:<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;A dor precisa ser transfornada; para que uma falta seja elaborada, \u00e9 preciso de tempo. \u00c9 ele o \u00fanico capaz de mudar uma falta na prateleira dentro da nossa alma. O tempo transforma a dor, mas \u00e9 fundamental ter paci\u00eancia, essa virtude em desuso.&#8221;<\/p>\n<p>Pensem nisso!<\/p>\n<p>Notas:<br \/>\n1. A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o (Lei n\u00ba 9.610\/98).<br \/>\n2. Havendo nesta mensagem qualquer alega\u00e7\u00e3o ou cita\u00e7\u00e3o que mere\u00e7a ser melhor avaliada ou que seja contr\u00e1ria aos interesses dos seus autores, mande sua solicita\u00e7\u00e3o para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\n3. As cnsidera\u00e7\u00f5es da Pisicanalista <strong>Helena Cunha Di Ciero<\/strong> foram reproduzidas da Edi\u00e7\u00e3o 181 da Revista Humanitas, publica\u00e7\u00e3o da Editora Escala.<\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual para todos.<br \/>\n&#8211; <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Todos n\u00f3s precisamos &#8220;procurar&#8221;, &#8220;encontrar&#8221; e saber escolher o que nos completa.&#8221; S\u00e3o minhas palavras e muitas vezes silenciosas, nos meus momentos de &#8220;incompletudes&#8221;. 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