{"id":1527,"date":"2015-06-30T18:55:08","date_gmt":"2015-06-30T20:55:08","guid":{"rendered":"http:\/\/sensibilidadedaalma.blog.br\/?p=1527"},"modified":"2017-02-01T21:43:11","modified_gmt":"2017-02-01T23:43:11","slug":"sentindo-com-a-sensibilidade-da-alma-a-contagiante-magia-do-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sensibilidadedaalma.com.br\/?p=1527","title":{"rendered":"(049)Sentindo, com a &#8220;sensibilidade da alma&#8221;, a contagiante &#8220;magia do amor&#8221;."},"content":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o de domingo, dia 28 de junho, do jornal Correio Braziliense,  publica com o t\u00edtulo \u201cA evolu\u00e7\u00e3o do amor\u201d, mat\u00e9ria sobre as pesquisas da professora de antropologia Helen Fischer, da Rutgers University, nos Estados Unidos, recentemente divulgada na revista especializada Behavioral Addictions.<br \/>\nEla defende que o sentimento de amor (por ela denominado \u201camor rom\u00e2ntico\u201d) \u00e9 resultado de uma sele\u00e7\u00e3o natural iniciada a milh\u00f5es de anos. Fundamenta suas pesquisas, afirmando que \u201co c\u00e9rebro humano desenvolveu tr\u00eas sistemas, esp\u00e9cies de impulsos, que motivam a uni\u00e3o e a reprodu\u00e7\u00e3o: desejo sexual\/libido, atra\u00e7\u00e3o ou amor rom\u00e2ntico e sentimento de longo prazo voltados a um parceiro.\u201d <\/p>\n<p>Logo no in\u00edcio, a jornalista Isabela de Oliveira (que assina a excelente publica\u00e7\u00e3o do Correio Braziliense) esclarece:<\/p>\n<p>&#8211; Trovadores do s\u00e9culo 12, te\u00f3logos, poetas, cientistas&#8230; N\u00e3o \u00e9 pequena a lista dos que tentam, em v\u00e3o, dar a resposta definitiva \u00e0 pergunta \u201co que \u00e9 o amor?\u201d. Mas ainda que pare\u00e7a inalcan\u00e7\u00e1vel, a busca por uma explica\u00e7\u00e3o n\u00e3o cessa. Para uma corrente de pesquisadores, a compreens\u00e3o desse sentimento est\u00e1 no passado muito, muito distante. Segundo esses cientistas, de rom\u00e2ntico, o amor n\u00e3o tem nada. Seria, na verdade, uma esp\u00e9cie de v\u00edcio natural, desenvolvido ao longo da evolu\u00e7\u00e3o e surgido para motivar os primeiros homin\u00eddeos a concentrarem energia em um \u00fanico parceiro.<\/p>\n<p>Por sua vez, a edi\u00e7\u00e3o de 21.06.2012 da revista \u00c9poca, publicou esclarecedora reportagem sobre a parte do c\u00e9rebro respons\u00e1vel pelo &#8220;amor&#8221;. Segundo o cientista Jim Pfaus, da Universidade Concordia, no Canad\u00e1, o \u201camor\u201d e o \u201cdesejo sexual\u201d ativam diferentes \u00e1reas espec\u00edficas do c\u00e9rebro. S\u00e3o elas: a \u00ednsula e o estriado.<br \/>\nAs pesquisas (publicadas  na revista \u201cJournal of Sexual Medicine\u201d), revelaram que o \u201cdesejo sexual\u201d deixa mais ativas as regi\u00f5es do c\u00e9rebro, do que o \u201camor\u201d. Pfaus explica: &#8211; \u201cEnquanto o desejo tem um objetivo muito mais espec\u00edfico, o amor \u00e9 um sentimento mais abstrato e complexo, por isso mesmo depende da presen\u00e7a f\u00edsica de uma pessoa, por exemplo.\u201d<\/p>\n<p>Gosto desta passagem do livro \u201cManuscrito encontrado em Accra\u201d, de Paulo Coelho (lan\u00e7ado pela Editora Sextante):<\/p>\n<p>&#8211; Para escutarmos as palavras do Amor, \u00e9 preciso deixar que ele se aproxime.<\/p>\n<p>Mas, quando ele chega perto, tememos o que ele tem a nos dizer. Porque o Amor \u00e9 livre e sua voz n\u00e3o \u00e9 governada por nossa vontade ou pelo nosso esfor\u00e7o.<\/p>\n<p>Todos os amantes sabem disso, mas n\u00e3o se conformam. Acham que podem seduzi-lo com submiss\u00e3o, poder, beleza, riqueza, l\u00e1grimas e sorrisos.<\/p>\n<p>Mas o verdadeiro Amor \u00e9 aquele que seduz e jamais se deixa seduzir.<\/p>\n<p>O amor transforma, o amor cura. Mas \u00e0s vezes, constr\u00f3i armadilhas mortais e termina destruindo a pessoa que resolveu entregar-se por completo.(&#8230;) <\/p>\n<p>O maior objetivo da vida \u00e9 amar. O resto \u00e9 sil\u00eancio.(&#8230;)<\/p>\n<p>Amor \u00e9 apenas uma palavra, at\u00e9 que algu\u00e9m chega para lhe dar um sentido.<\/p>\n<p>N\u00e3o desista. Geralmente \u00e9 a \u00faltima chave no chaveiro que abre a porta.<\/p>\n<p>De acordo com a natureza da proposta deste espa\u00e7o virtual, entendo o seguinte:<\/p>\n<p>1. N\u00e3o se define o sentimento de &#8220;amor&#8221;. Ali\u00e1s, tudo que vivenciamos (inclusive de modo subjetivo), em n\u00f3s \u00e9 sens\u00f3ria e subjetivamente &#8220;percebido&#8221; e &#8220;mensurado&#8221; pela nossa capacidade interior de \u201csentir\u201d, que varia de pessoa para pessoa. Mas apesar dessa gradua\u00e7\u00e3o, a ess\u00eancia do \u201camor\u201d sempre ser\u00e1 a mesma.<\/p>\n<p>2. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o de que \u201cde romantismo, o amor n\u00e3o tem nada\u201d, considero que a \u201croupagem\u201d do romantismo complementa e subjetivamente motiva os \u201cla\u00e7os de envolvimento\u201d entre duas pessoas que se amam. Mas a sua presen\u00e7a (ou n\u00e3o), depender\u00e1 da maneira de ser de cada um dos participantes da \u201crela\u00e7\u00e3o amorosa\u201d.<\/p>\n<p>Certo \u00e9 que a subjetiva singularidade de todo ser humano, \u00e9 o seu \u201csentir\u201d com a \u201csensibilidade da alma\u201d. Pessoalmente, entendo que de todas as nossas \u201cproje\u00e7\u00f5es interiores\u201d de sentimentos, n\u00e3o se deve considerar apenas o \u201camor\u201d como sendo o maior de todos por n\u00f3s experimentados. Todos os sentimentos s\u00e3o emergentes  de \u201cestados emocionais\u201d representativos de situa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o por n\u00f3s vivenciadas de acordo com as nossas \u201chist\u00f3rias de vida\u201d e, tamb\u00e9m, de circunst\u00e2ncias que s\u00f3 nos pertencem, sendo vivenciadas com as nossas intensidades de valora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Termino esta mensagem, afirmando que sentimento de \u201camor\u201d \u00e9 sublime, perpetuando-se no nosso cora\u00e7\u00e3o. Como no apelo da m\u00fasica do v\u00eddeo, fica para sempre na nossa \u201csensibilidade da alma\u201d.<\/p>\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"N\u00c3O SE ESQUE\u00c7A DE MIM\" width=\"660\" height=\"495\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/trUofNru1co?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>Notas:<br \/>\n1.A reprodu\u00e7\u00e3o parcial ou total, atrav\u00e9s de qualquer forma, meio ou processo eletr\u00f4nico, depender\u00e1 de pr\u00e9via e expressa autoriza\u00e7\u00e3o do autor deste espa\u00e7o virtual, com indica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos e link, para os efeitos da Lei 9610\/98, que regulamenta os direitos de autor e conexos.<br \/>\n2.Havendo, neste espa\u00e7o virtual, qualquer cita\u00e7\u00e3o ou reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que sejam contr\u00e1rios \u00e0 vontade dos seus autores, ser\u00e3o imediatamente retiradas ap\u00f3s o recebimento de solicita\u00e7\u00e3o feita em \u201ccoment\u00e1rios\u201d no final de cada postagem, ou para edsonbsb@uol.com.br<br \/>\n3.V\u00eddeo do youtube: &#8220;N\u00e3o se esque\u00e7a de mim&#8221;.<\/p>\n<p>Muita paz e harmonia espiritual para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o de domingo, dia 28 de junho, do jornal Correio Braziliense, publica com o t\u00edtulo \u201cA evolu\u00e7\u00e3o do amor\u201d, mat\u00e9ria sobre as pesquisas da professora de antropologia Helen Fischer, da Rutgers University, nos Estados Unidos, recentemente divulgada na revista especializada Behavioral Addictions. 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